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CEE/Caixa cobra melhores condições de trabalho e segurança aos empregados na Pandemia

A reunião da mesa de negociação permanente entre a Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa Econômica Federal e a direção do banco público, realizada nesta terça-feira (16) por videoconferência, debateu melhores condições de trabalho aos empregados durante a pandemia de Coronavírus (Covid-19). Para o movimento sindical é importante lembrar que a mesa permanente é uma conquista dos empregados e objetivo construir com a direção do banco, ações que priorizem os trabalhadores.

EDITAL

EDITAL ASSEMBLEIA EXTRAORDINÁRIA ESPECÍFICA BANCO DO BRASIL

EDITAL ASSEMBLEIA EXTRAORDINÁRIA ESPECÍFICA

Sindicato dos Empregados em estabelecimentos Bancários de Marília e região, inscrito no CNPJ/MF sob o nº 52.059.664/0001-20, Registro sindical nº 70761v por seu presidente abaixo assinado, convoca todos os empregados bancários, associados ou não, que prestam serviços no Banco do Brasil S/A, na base territorial deste sindicato, para participarem da assembleia extraordinária específica que se realizará de forma remota/virtual durante o período das  08:00 horas às 20:00 horas do dia 10 de março de 2021, na forma disposta no site https://bancariosmarilia.com.br/ onde estarão disponíveis todas as informações necessárias para a deliberação acerca da aprovação do Acordo Coletivo de Trabalho Emergencial (Pandemia COVID-19), com vigência de dois anos a contar da data de sua assinatura, a ser celebrado com o Banco do Brasil S/A.

Marília, 08 de março de 2021.

Edilson Aparecido da Silva Julian

Presidente

Confira Minuta do Acordo:

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Feeb avança na discussão de igualdade de gênero e oportunidades

Números apontam que apesar das dificuldades, categoria bancária ainda é pioneira nas conquistas da mulher no mercado de trabalho

Nesta semana, a Federação dos Bancários dos Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul (Feeb SP/MS) promoveu um debate para tratar sobre a questão da mulher no mercado de trabalho. O encontro contou com ampla participação de dirigentes sindicais e de outras centrais nacionais, como representantes da UGT – União Geral dos Trabalhadores e do Dieese – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos.

“A atividade promoveu uma reflexão concreta da luta constante e permanente das mulheres e fortaleceu a necessidade de trazer o debate sobre a igualdade de gênero para discussões frequentes e não somente no mês de março. Só assim, podemos avançar na construção de uma sociedade mais justa e igualitária”, pronunciou o presidente da Feeb SP/MS, Jeferson Boava.
A Mulher no Sistema Financeiro

Durante o debate, o economista do Dieese, Gustavo Cavarzam, apresentou percentuais de estudos da mulher no mercado de trabalho geral e no setor financeiro.

Entre os destaques estão, a mulher como a maioria da população brasileira, sendo 52% dentre os 217 milhões de habitantes e o aumento de mulheres como chefes de domicílio nos últimos anos, sendo 48% delas as principais responsáveis financeiras.

Agravantes trazidos pela pandemia também foram pontuados, como o percentual de afazeres domésticos das mulheres, o que segundo o economista, “Demonstra o espelho das desigualdades”. “Enquanto 78% dos homens dizem realizar afazeres domésticos como compras, pesquisas de preços, contratação e administração de empregados, 92% das mulheres apontam entre os afazeres preparar ou servir alimentos, arrumar a mesa, cuidar da louça, limpar e organizar casa, roupas etc. Ou seja, as informações apontam uma desigualdade significativa, uma vez que as atividades ditas realizadas por homens são pontuais e pelas mulheres exigem maior tempo e dedicação”, explica.

De acordo com o economista, outra função que sobrecarregou ainda mais as mulheres durante a pandemia, foi o cuidado com filhos ou idosos. Agravantes como doenças de ordem psicológica e baixa autoestima, também foi ressaltada.

Apontamentos
De acordo com a Feeb SP/MS, apesar dos comparativos do mercado de trabalho financeiro ser melhores que os demais setores, a necessidade de melhora e uma grande diferença entre os gêneros ainda foram notadas.

A questão de promoções também foi evidenciada e de acordo com apontamentos apresentados, os cargos mais altos como superintendências e diretorias, ainda são em suas maiorias ocupadas por homens. “Mesmo apresentando mestrado e doutorado, as mulheres ainda são a minoria entre os cargos mais altos”, destaca o economista.

“Muitas vezes, nos deparamos com situações em que as mulheres são promovidas, mas não tem a mesma flexibilidade que o homens para se deslocar e mudar para outros municípios”, pontua Thelma Regina Gomes, presidente do Sindicato dos Bancários de Três Lagoas.
Entre avanços apontados estão os canais de atendimento às vitimas de violência domestica, os acordos assinados durante a pandemia, com clausulas que preveem a volta para o trabalho presencial de mulheres com histórico de violência, a extensão da licença maternidade, dentre outras.

Questões sociais
As desigualdades são ainda maiores no caso de profissionais negras, trans, ou PCDs (pessoas com deficiências).

“Somos pioneiras na igualdade de oportunidades e trazemos um histórico de lutas e conquistas. O acesso a estes estudos e pesquisas nos permite um diagnóstico mais preciso e a certeza do quanto ainda precisamos avançar. Por isso cada vez mais a mulher bancária deve militar em todas as frentes, inclusive as nacionais em defesa da igualdade de gênero”, destaca Ana Stela, presidente do Sindicato dos Bancários de Campinas.

Opinião
“Diante dos apontamentos e números apresentados, ficou clara a importância de inserirmos o tema com maior frequência em todas as discussões, sejam elas de emprego, saúde ou remuneração, o recorte de gênero deve ser inserido, sobretudo nos grandes temas nacionais, como reforma no sistema financeiro e nas condições de créditos no país, por exemplo. Só será possível avançar nessa discussão ao deixarmos de sermos barreiras”, conclui Boava.

Além da participação do Dieese, o debate contou com a presença das representantes da UGT, Regina Pessoti Zagretti, secretária da Mulher da UGT, Cássia Bufelli, secretária adjunta da Mulher e Josi Camargo, secretária de Formação.

Fonte: Federação dos Bancários SP/MS

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Comando orienta aprovação de acordo sobre Covid-19, negociado com BB

O Comando Nacional dos Bancários e o Banco do Brasil se reuniram no dia 2 deste mês de março para negociar a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho Emergencial (pandemia de Covid-19). O acordo prevê, por exemplo, anistia de 10% do saldo total de horas negativas a compensar no prazo de 18 meses. E o BB assumiu compromisso em não descomissionar por desempenho, enquanto durar a pandemia.

Feeb promove mesa de debate sobre mulher no sistema financeiro

Atividade vai debater questões relacionadas à garantia dos direitos e oportunidades para as mulheres no mercado financeiro 

Nesta quarta-feira (03), a Federação dos Bancários dos Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul (Feeb SP/MS)  promove o debate “A Mulher no Sistema Financeiro”. A atividade será via aplicativo zoom e contará com a participação do DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos.

“É muito importante a mobilização de todas as bases sindicais para participação do maior número de pessoas, tendo em vista, a relevância do tema em um mês especialmente voltado para debates que fortalecem os direitos das mulheres no mercado de trabalho e na sociedade”, ressalta Jeferson Boava, presidente da Feeb PS/MS.

Para saber mais sobre as últimas pautas relacionadas ao tema acesse aqui

Fonte: Federação dos Bancários SP/MS

Informativo Feeb

CEE solicita mesa de negociação urgente para tratar o novo modelo de autenticação de acesso implementado pela Caixa

Sem debate, Caixa está implementando a ferramenta que utiliza o celular para acesso aos sistemas corporativos do banco, mas não oferece o aparelho. Empregados terão que usar o telefone pessoal

Um novo modelo de autenticação de acesso está sendo implementado pela Caixa. A justificativa do banco é aumentar a segurança no acesso dos empregados aos sistemas corporativos, porém a nova ferramenta prevê o uso de um smartphone para autenticar o acesso aos sistemas e o aparelho não será disponibilizado aos empregados.

Ciente do problema, a Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE/Caixa), solicitou à Caixa uma mesa de negociação urgente para tratar o assunto, além de imediata suspensão da implementação do sistema. “Mais uma vez, a Caixa desrespeita os empregados. Não houve debate sobre a decisão de implementação desta nova ferramenta. Essa decisão é incoerente, não podemos prejudicar os empregados fazendo com que eles usem o próprio celular ou outros custos intrínsecos a esse acesso. Por isso pedimos uma mesa de negociação urgente”, afirmou o representante da Federação dos Bancários dos Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul, no CEE Caixa, Carlos Augusto Pipoca.

A Caixa não informou aos empregados uma orientação completa sobre a implementação da ferramenta, e a conclusão é de que os empregados deverão utilizar os aparelhos pessoais. Os comunicados do banco não preveem reembolso ou contraprestação aos empregados pelo uso de seus recursos pessoais para o trabalho.

As entidades já receberam diversos relatos, por parte dos empregados, de problemas de acesso neste primeiro dia de aplicação do MFA. “A implementação deste dispositivo já está causando diversos problemas. Por isso, enviaremos um ofício à Caixa requerendo a suspensão de sua aplicação até que haja negociação com as entidades. É um absurdo que a empresa transfira para o empregado a responsabilidade de possuir equipamentos para que desenvolva seu trabalho”, destaca Pipoca.

Múltiplo Fator de Autenticação
A nova ferramenta Múltiplo Fator de Autenticação, ou MFA, é a combinação de dois ou mais métodos de autenticação, onde o usuário é solicitado a confirmar a identidade no acesso a algum serviço. Na Caixa, a confirmação será em duas etapas: login e senha da rede Caixa; e a aprovação do acesso por meio de aplicativo no smartphone.

Fonte: Federação dos Bancários SP/MS

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COE Bradesco questiona fechamento de agências e demissões

Temas como violência doméstica e home office também foram levantados

Nesta quinta-feira (25), o COE Bradesco se reuniu com representantes do Banco para avaliar questões como fechamento de agências, demissões, home office e violência contra a mulher.
De acordo com Lourival Rodrigues, representante da Federação dos Bancários dos Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul (Feeb SP/MS) no COE, “A reunião resultou em deliberações importantes para esse momento de incerteza e preocupação, gerado pela pandemia e pelas demissões”.

Demissões
O COE Bradesco questionou o banco sobre o plano de demissão feito em 2020, que desligou mais de 7 mil funcionários e reivindicou a preservação do emprego.Com relação ao assunto, o banco informou o fechamento de mais de 400 agências e manteve o compromisso de alocar os funcionários das agências fechadas.

“Apesar do compromisso assumido pelo Banco, será preciso por parte dos sindicatos, acompanhar todo o processo. Com isso é fundamental que possíveis problemas sejam informados, para uma rápida ação da entidade”, explica Lourival.

Outras deliberações
Com relação ao acordo que regulamenta o teletrabalho, aprovado em assembleia realizada nos dias 11 e 12 de setembro do ano passado, o banco pronunciou que só entrará em vigor depois do fim da pandemia.
Sobre o sistema home office, o Banco reforçou que veio para ficar.

Com relação ao rodízio de funcionários, que em algumas localidades está deficiente, o banco destacou que irá reorientar os gestores e considerou ser uma camada adicional de proteção ao covid.

O movimento sindical informou, ainda, que em algumas agências os funcionários estão saindo para almoçar às 15h; após o fechamento das agências. O problema será analisado pelo banco.

A implantação do canal de comunicação, incorporado em 2020, para a denúncia sobre violência doméstica, também foi pauta da reunião. em resposta, o Banco apresentou o programa com o Slogan “Violência contra as mulheres é da nossa conta” e informou que o canal de atendimento será através do canal Viva Bem.

Fonte: Federação dos Bancários SP/MS