BB_PLR_FeebSPMS

Banco do Brasil efetua pagamento de PLR nesta terça-feira (31)

Valores totais por cargo são de R$ 7.672,68 para escriturários e R$ 8.307,49 para caixa executivo

Nesta terça-feira (31), bancários do Banco do Brasil receberão a Participação nos Lucros e/ou Resultados referente ao primerio semestre de 2021.
Conforme o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) dos funcionários do Banco do Brasil, o pagamento da PLR ocorre 10 dias após a distribuição de dividendos, ou juros sobre capital próprio, aos acionistas, entre eles, o governo, que detém 50% das ações do BB, investidores estrangeiros com 21,5%, investidores nacionais com 28,1% e ações em tesouraria, com 0,4%. O pagamento foi antecipado após pedido do movimento sindical e está programado para ser pago no mesmo dia em que será efetuada a distribuição de dividendos aos acionistas.

Os valores foram divulgados pelo banco no início da noite. Conforme a tabela com valores da Participação nos Lucros e/ou Resultados referente ao primeiro semestre de 2021, os valores totais por cargo são de R$ 7.672,68 para escriturários e R$ 8.307,49 para caixa executivo.

“É importante percebermos que a PLR é uma conquista da categoria e hoje representa uma parcela grande na composição da remuneração dos bancários. Seu pagamento reflete em todo o processo de trabalho envolvido no banco. Os bancários têm motivos pra se orgulharem por isso”, destaca Elisa Ferreira, representante da Feeb SP/MS na Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil.

Entenda as regras da PLR do BB
A PLR do banco é composta pelo módulo Fenaban e pelo módulo BB.

Pelo módulo Fenaban, o funcionário recebe 45% do salário paradigma definido no acordo, acrescido de parcela fixa a ser definida pelo banco, para cada semestre.

O módulo BB constitui-se de uma parcela composta pela divisão entre os funcionários de 4% do lucro líquido verificado no semestre, mais uma parcela que varia conforme cumprimento do Acordo de Trabalho (ATB) ou Conexão.

Em linhas gerais, não é possível simular previamente a PLR do Banco do Brasil 2021 porque este cálculo depende de diversas variáveis que somente o banco tem as informações, como separar e distribuir o montante para os acionistas; calcular o salário paradigma e a quantidade de salários e o módulo bônus para enfim, fazer o pagamento da PLR.

Fonte: Federação dos Bancários SP/MS

Antecipacao_PLR

Sindicatos solicitam antecipação da PLR ao BNB e à Caixa

Nesta segunda-feira (30), o movimento sindical solicitou, por meio de ofícios enviados ao Banco do Nordeste do Brasil (BNB) e à Caixa Econômica Federal, a antecipação do pagamento da parcela do PLR aos empregados

O Banco do Brasil efetuará hoje o pagamento da PLR aos funcionários. Bancários do Banco da Amazônia receberam o pagamento na última sexta-feira.

Conforme a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) o pagamento da PLR deve ser realizado até o dia 30 de setembro. De acordo com o movimento sindical, o pedido de antecipação foi feito como forma de valorizar o funcionário, uma vez que neste ano não houve negociação de reajuste salarial, em razão do acordo feito em 2020 com validade para dois anos.

Fonte: Federação dos Bancários SP/MS

Itau_27082021

COE Itaú e Comando Nacional se reúnem com diretor de RH do banco

Mudanças do banco e demissões foram pautas centrais do encontro

Nesta semana, representantes da Federação dos Bancários dos Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul (Feeb SP/MS) na Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú, se reuniram com o Comando Nacional e o Banco. Participaram pela Feeb o secretario geral Reginaldo Breda e o dirigente Walmir Gomes, do Sindicato dos Bancários de Santos, além dos dirigentes convidados Marcelo Abrahão, do Sindicato dos Bancários de Piracicaba e Vandernilson, do Sindicato de Campinas.

Entre as pautas centrais estão as mudanças recentes do banco e o aumento do número de demissões.

Os participantes debateram como as mudanças tem afetado a categoria e as relações de trabalho, os desafios para o banco com relação à concorrência, a atual conjuntura política, e consequências como o aumento do desemprego, da fome, da miséria e da população de rua.

De acordo com Reginaldo Breda, a reunião foi valida para explorar os temas acima que refletem significativamente na vida do trabalhador e da população de modo geral.

“Foi um debate importante onde colocamos em discussão nosso ponto de vista com relação à saída de muitos bancários de modo espontâneo. A leitura que fizemos e apresentamos ao RH do banco foi a de que muitos estão migrando para a concorrência por obterem melhores condições salariais e de trabalho, por exemplo”, aponta Breda.

Durante o encontro foram apresentadas ainda, as mudanças na estrutura do banco, das agências e na cultura funcional do banco. Ainda durante o encontro, bancários entregaram a pauta retirada do Encontro Nacional do Itaú e opinaram sobre as atuais condições de trabalho. “Destacamos que as condições gerais de trabalho não estão boas, como a cobrança de metas inatingíveis, falhas na comunicação com os funcionários, o adoecimento de muitos bancários também foi destacado. Muitos tem tomado remédios para poder trabalhar”, explica.

Para os funcionários, durante a mudança de cultura do banco implica principalmente no modo de olhar para seus funcionários. “É essencial que o banco melhore a sua relação com os próprios funcionários, que tem adoecido em razão do assédio moral e das cobranças excessivas”, finaliza Breda.

Fonte: Federação dos Bancários SP/MS

Justiça decreta reestabelecimento da função de caixa em todo o Brasil

Liminar tem abrangência nacional. Juiz afirma que só aceitará provas documentais.

A justiça decretou o reestabelecimento da função de caixa em todo o País. A Ação Civil Pública foi ajuizada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). A liminar tem abrangência nacional.

Na tarde de ontem (23), durante audiência de instrução do processo a decisão foi reafirmada. Enquanto o banco demonstrou interesse em produzir prova testemunhal, o Juiz afirmou que só aceitará provas documentais.

O processo avança, agora, para a fase de julgamento, ainda sem data marcada. “Nos últimos anos a direção do banco tem feito uma gestão temerária, ao impor reestruturações absurdas, que geram um enorme passivo trabalhista ao ferir direitos dos trabalhadores. O fim da função de caixa executivo, em janeiro é um ótimo exemplo disso. Além de evidenciar também a estratégia de distanciamento ao atendimento ao povo brasileiro, focando a estrutura do banco ao atendimento da parcela da sociedade com maior renda, o que é absolutamente incompatível com o papel de banco público que o nosso BB deve exercer”, destaca Elisa Pereira, representante da Feeb SP/MS na CEBB – Comissão de empregados do Banco do Brasil.

Histórico
Em fevereiro, a Contraf-CUT entrou com uma Ação Civil Pública pedindo à Justiça do Trabalho que o Banco do Brasil fosse impedido de extinguir a função e a gratificação dos caixas executivos, previsto no Plano de Reestruturação divulgado em janeiro. O juiz da 6ª Vara do Trabalho de Brasília deferiu a tutela de urgência requerida pela Contraf-CUT, decisão em plena vigência.

No Plano de Reestruturação, a administração do BB determinava que todos os caixas executivos migrassem de suas funções, voltando à função de escriturários. Quando necessário, poderiam atuar como caixas, recebendo a gratificação apenas pelos dias trabalhados nessa função.

Ainda segundo o juiz, a tutela para suspender a alteração nos contratos de trabalho dos caixas, parte da Reestruturação, foi conferida porque existe Instrução Normativa do banco e norma coletiva, se referindo ao Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2020/2022, conquistado com a mobilização sindical e que garante uma série de proteções aos funcionários do BB. O magistrado ponderou ainda que as soluções para ganhos de eficiência, argumento principal da direção do BB no Plano de Reestruturação, não podem simplesmente menosprezar os aspectos humanos e humanitários, menos ainda os direitos fundamentais sociais como são os direitos trabalhistas.

Fonte: Federação dos Bancários SP/MS

Curso_24082021

Movimento Sindical organiza curso para ramo financeiro

Curso “Plano de Ação para Organização do Ramo Financeiro” será dividido em seis módulos com início em setembro

Bancários terão acesso a partir do próximo mês ao curso “Plano de Ação para Organização do Ramo Financeiro”, organizado pela Contraf/Feeb SP/MS, em parceira com o Departamento intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos – Dieese e o Instituto Lula. O curso será dividido em seis módulos com início a partir de 08 de setembro, data da aula inaugural.

“Trata-se de curso de cunho organizativo, por isso é importante que cada entidade sindical inscreva dirigentes responsáveis pela organização do ramo financeiro em suas bases”, explica Reginaldo Breda, secretário geral da Feeb SP/MS.

O curso

O curso foi criado com o objetivo de consolidar e aprofundar os conhecimentos acerca das recentes transformações ocorridas nas empresas do ramo financeiro no Brasil, por meio do capitalismo contemporâneo e de seus impactos no mundo do trabalho, na fragmentação do emprego e no sindicalismo bancário.

De acordo com a organização, o curso permitirá ao participante a construção de um diagnóstico, onde será possível formular um plano de ação estratégica a ser desenvolvido posteriormente por cada sindicato e região do país, tendo em vista ações políticas, jurídicas, legislativas, econômicas, formativas e de comunicação que contribuam para a efetiva reformulação do movimento sindical. “A ideia é migrar o sindicalismo por categoria profissional para um sindicalismo que inclua a complexidade do mercado de trabalho atual – o sindicalismo por ramo de atividade e mais especificamente o Ramo Financeiro”, explica Breda.

Programação

A programação inclui aulas com abordagem nas transformações estruturais no capitalismo contemporâneo (neoliberalismo, financeirização, flexibilização trabalhista, inovações tecnológicas) e seus impactos no mundo do trabalho.

Após abordagem geral, a programação terá como foco o universo das empresas financeiras no Brasil com destaque para as principais fontes de transformação, seus reflexos e impactos no emprego e no ramo financeiro.

O curso destacará ainda, as principais tendências observadas no emprego da categoria bancária e de outros segmentos de trabalhadores no ramo: securitários, trabalhadores em cooperativas de crédito, terceirizados, correspondentes bancários, agentes autônomos de investimento e trabalhadores em Fintechs. Por fim, será feita uma discussão de como todas estas transformações afetam a organização sindical e de que forma o debate da organização por ramos pode contribuir para um processo de revitalização do sindicalismo bancário.

Como participar

As inscrições poderão ser feitas a partir do dia 18 de agosto. Para participar cada sindicato deve informar seus participantes por email para o endereço: secretariageral@feeb-spms.org.br. Dados como nome, CPF, RG, email e telefone do sindicato, devem ser enviados até o dia 2 de setembro 2021.

A inscrição do cursista, devidamente preenchida, deverá ser encaminhada, pelo Sindicato ou Federação por meio do link.

Fonte: Federação dos Bancários SP/MS

Bradesco_2021

COE Bradesco debate PLR do HSBC

Estratégia de luta contra as demissões e o fechamento das agências também estiveram em pauta

A participação no Lucros e Resultados (PLR) do HSBC foi debatida na última semana pela Comissão Nacional de Organização dos Funcionários do Bradesco (COE Bradesco). Conforme destacado em reunião, a operação brasileira do HSBC foi oficialmente incorporada ao Bradesco no segundo semestre de 2016, no dia 1º de julho, motivo pelo qual o banco não pagou a parcela referente ao primeiro semestre.

De acordo com o representante da Federação dos Bancários dos Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul, Lourival Rodrigues, caberá a cada sindicato decidir a estratégia que irá tomar referente ao caso. “Ficou decidido que não haverá ação coletiva para tratar a questão. Nesse caso, cabe a cada sindicato a decisão de entrar com ação judicial”, explica Lourival.

Demissões e fechamento de agências

Além da PLR, o encontro ressaltou a importância da intensificação de uma estratégia de luta contra as demissões e os fechamentos dos locais de trabalho. De acordo com pesquisa apresentada pelo Dieese – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos durante Conferência Interestadual da Feeb, realizada na última quinta-feira (19), o Bradesco foi o maior lucro no primeiro semestre de 2021. No período, o Banco registrou lucro de R$ 5,9 bilhões, o que representa um crescimento de 70,4% em relação ao mesmo período que 2020. “Apesar de lucrar mais, também é o primeiro lugar no ranking das demissões, sendo o banco que mais demitiu e fechou agências em meio à pandemia, por isso é essencial que todos se unam em prol do emprego e da garantia dos direitos do trabalhador”, destacou Rodrigues.

Fonte: Federação dos Bancários SP/M

BB_Financiamento_2021

Financiamento do setor produtivo está entre as resoluções aprovadas durante Congresso Nacional do BB

País é um dos maiores produtores de alimentos do mundo e Banco do Brasil

O financiamento do setor produtivo no Brasil foi uma das resoluções aprovadas por delegadas e delegados durante o 32º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil, realizado no dia 8 de agosto. A resolução define como fundamental o papel do BB como apoiador de toda a cadeia produtiva deste segmento. De acordo com a representante da Federação dos Bancários dos Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul, Elisa Ferreira, é importante ressaltar o valor que do Banco Público para o desenvolvimento econômico do país. “Somos um dos maiores produtores de alimentos do mundo e o Banco do Brasil tem papel fundamental como apoiador de toda a cadeia produtiva do país por meio dos financiamentos. Incentivar essa política de colaboração com o pequeno produtor e com a agricultura familiar é investir diretamente no desenvolvimento econômico do país e na redução das suas desigualdades”, explica Elisa.

De acordo com os trabalhadores do banco, a prestação deste serviço deve ser feita especialmente às pequenas e médias empresas, uma vez que as grandes têm acesso a diversos mecanismos de financiamento e facilidade para negociação de juros.

Para os empregados, a responsabilidade social é o principal papel do banco público. “Mais do que nunca o papel do banco público é fundamental para a recuperação da economia do país, tendo em vista as consequências ocasionadas em razão da pandemia no país, da alta do desemprego e da queda da economia”, define Elisa.

Fonte: Federação dos Bancários SP/MS

WhatsApp Image 2021-08-19 at 16_40_09

Feeb SP/MS e Sindicatos realizam Conferência Interestadual dos Bancários

Encontro aconteceu via aplicativo zoom e contou com ampla participação dos sindicatos

A Federação dos Bancários dos Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul realizou nesta quinta-feira (19), a Conferência Interestadual dos Bancários de 2021. O encontro contou com ampla participação dos sindicatos filiados, representantes das comissões, diretores, delegados (as) eleitos (as) e convidados.

Em decorrência da pandemia do Coronavírus, causador da Covid-19 e da necessidade do distanciamento físico, o encontro foi realizado em formato eletrônico.

A conferência foi dividida entre abertura, palestras sobre o cenário atual e o futuro do movimento sindical e o balanço dos encontros nacionais dos bancos públicos e privados. Durante o encontro também foi exibida uma homenagem aos companheiros de luta sindical que faleceram no período da pandemia.

Conjuntura

A programação contou com apresentação sobre a Conjuntura Geral e Bancária feita pela economista Vivian Machado do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Dentre as informações apresentadas estão dados relativos à taxa média de juros por modalidade, pessoa física e jurídica; taxa de desemprego de 2015 a 2019 e estimativas para 2020 a 2022; A apresentação também trouxe balanços sobre os lucros dos cinco maiores bancos do país, sendo de R$ 54,7 bilhões e alta média de 61,4% em doze meses. Segundo a economista, além dos lucros, vários fatores contribuíram para o crescimento do lucro como a ampliação das Carteiras de crédito e a queda da Provisão para Devedor Duvidosos (PDD). Os números mostraram, ainda, que a folha de pagamento foi coberta com folga em todos os bancos pela receita de tarifas. Demissões, home office e a criação e incorporação de fintechs também impactaram os resultados. Outro ponto relevante da apresentação foi com relação ao Acordo Coletivo de dois anos celebrado em 2020, que garantiu aos bancários reajuste pelo INPC, com previsão de quase 10% mais 0,5% de aumento real. De acordo com o Dieese, 32,2% das categorias tiveram reajuste igual à inflação e 50,3% abaixo da inflação.

Baixe a apresentação aqui. 

“Foi um momento importante, em que pudemos ter uma radiografia da situação atual do sistema com base nos dados apresentados, que mostram que os bancos continuam extremante lucrativos e reduzindo pessoal. Isso reforça a necessidade da intensificação da luta pela garantia do emprego e do aprofundamento das discussões sobre as condições de trabalho˜, diz o presidente da Feeb SP/MS, Davi Zaia.

Desafios

A segunda etapa da Conferência Interestadual abordou “Os Desafios Sindicais frente às mudanças no mundo do trabalho”. A palestra foi apresentada pelo sociólogo Clemente Ganz, que destacou a importância da ressignificação e da inovação no meio sindical.

“O grande desafio é a reorganização do sistema produtivo. A saída de empresas significativas do Brasil, como a Ford, por exemplo, exigirão do setor financeiro mudanças na organização sindical. As mudanças associadas à inovação tecnológica afetam todas as atividades econômicas. Já estamos na fase em que todas as atividades humanas tem a predominância de máquinas. O mundo do trabalho que conhecemos está em transformação e junto com essas transformações estruturais, há uma mudança fundamental na regulação do trabalho. Países realizam simultaneamente reformas trabalhistas, que flexibilizam formas de contratação”, afirma Clemente.

Ainda sobre o tema, Clemente ressalta a importância da preparação dos sindicatos para acompanhar essas mudanças. “É preciso pensar em uma elaboração estratégica de futuro. É necessário que esse planejamento seja orientado por um esforço coletivo capaz de inovar e transformar a organização ao ponto de saber responder a esse novo mundo”, destaca. 

“Nosso objetivo é preparar os sindicatos para enfrentar essa realidade que os próprios dados demonstram, que é o sistema do mundo digital, para isso, é preciso novas estratégias para enfrentar as dificuldade trazidas com a tecnologia fazendo tudo e alterando o trabalho do bancário”, disse o presidente da Feeb SP/MS.  

Relatórios

O encontro contou com a participação de 100% dos inscritos e incluiu a apresentação de relatórios dos Encontros dos Bancos Nacionais Públicos e Privados. A etapa contou com a participação de dos representantes de cada banco para destacar suas análises.

Itaú

O relatório apresentado com base nas pautas discutidas no encontro nacional inclui temas como Saúde do Trabalhador, Emprego, Remuneração, Fundação itaú, Transparência ao Banco de horas negativos, Demissões, Gera, GT Saúde, entre outros.

Bradesco

Emprego e condições de trabalho foram destacados pelos representantes do Bradesco, além da implementação da novo formato de agências, as chamadas Unidades de Negócios, dentre outras.

Santander

Já sobre o Santander foram destacadas tanto pautas tratadas durante o Encontro Nacional como as discutidas em reuniões constantes da COE com o Banco, como Previdência, análise da conjuntura sobre as novas empresas criadas pelo banco, retorno ao trabalho presencial, parcelamento de dívida relacionada à saúde, posicionamento do banco sobre o uso do whatsapp business, entre outros.

Mercantil do Brasil

Representantes do Mercantil destacaram as principais propostas definidas e encaminhas pela COE como a contratação de funcionários, redução da rotatividade, do número de clientes nas agências e das reuniões diárias sobre metas, testagem quinzenal da Covid nas agências, valorização das bancárias, contratação de funcionários, fim do assédio moral, retorno dos funcionários afastados, inserção de acrílicos nas mesas de atendimento, proibição da redução do PLR, fim do ranking entre agências, entre outras. 

Banco do Brasil
Já sobre o Banco do Brasil foram destacados temas como diversidade, retrato do Banco do Brasil que queremos para o futuro, participação no Dia de Luta, intervenções sobre previdência, parcipação do banco na organização de encontros nacionais, Cassi Essencial, entre outros.

Caixa Econômica Federal

Dentre as pautas apresentadas com base nos debates do Encontro Nacional estão Saúde Caixa, participação nas atividades do Dia Nacional de Luta e Paralisações contra a PEC 32, união dos empregados na luta em defesa das empresas públicas e da soberania nacional, privatização dos correios, aprovação de moções em defesa da conselheira Rita Serrano, assim como em defesa da saúde dos empregados, dos participantes da Funcef, contra a privatização dos Correios, moção de repúdio ao presidente da CEF, Pedro Guimarães, entre outras. 

Informes
Ao término das apresentações foi ressaltada a importância da participação dos representantes na 23ª Conferência Nacional, programada para os dias 03 e 04 de setembro. A Federação dos Bancários dos Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul participará com 108 delegações. Para participar da Conferência Nacional dos Bancários é necessário que a delegada e/ou delegado tenha participado da sua Conferência Regional/Estadual e sido eleita/eleito à 23ª Conferência Nacional dos Bancários. O prazo para as inscrições eletrônicas das delegações à 23ª Conferência Nacional dos Bancários será encerrado às 18h (horário de Brasília) do dia 30 de agosto de 2021. As inscrições podem ser feitas na página da Contraf. 

Veja artigo:
Direitos Sindicais devem ser protegidos pós pandemia.
Baixe aqui o livro de Clemente Ganz

Fonte: SEEB SP/MS

WhatsApp Image 2021-08-16 at 12_22_55

Bancários participam do Dia Nacional de Luta nesta quarta-feira (18)

Categoria Mobilização contra a reforma administrativa acontecerá em todo o Brasil

Nesta quarta-feira (18) acontece o Dia Nacional de Luta contra a Reforma Administrativa. Bancários de todo o Brasil participarão da Mobilização e Paralisação contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 32. O engajamento da categoria foi aprovado na última quinta-feira (12) pelo Comando Nacional dos Bancários.

As três esferas do funcionalismo público (federal, estadual e municipal) preparam uma paralisação. Também haverá mobilizações nas redes sociais, assembleias, panfletagens e protestos no Brasil inteiro.

A participação dos bancários no Dia Nacional de Luta foi aprovada, também, durante os encontros nacionais da Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Banco da Amazônia (Basa), Banco do Nordeste (BNB) e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Por orientação do Comando Nacional federações e sindicatos da categoria realizarão mobilizações em suas bases, com panfletagens na porta das agências, uso de carros de som, mobilização nas redes sociais e participação nos atos unitários convocados pelas centrais sindicatos e movimentos populares em todo o país.

PEC 32
A pauta tramita atualmente na Câmara dos Deputados como Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 32/2020 e pode ser votada até o final deste mês na comissão especial que discute o tema. A mobilização nacional tem o objetivo de evitar que isso ocorra.

A PEC 32 teve a admissibilidade aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) em maio deste ano. Foi a primeira votação do percurso legislativo da proposta na Câmara. Caso receba aval da comissão especial que analisa o texto, a PEC seguirá para avaliação do plenário da Casa.

Fonte: Federação dos Bancários SP/MS

Caixa_13082021

Em mesa de negociação, Caixa mantém imposição da CGPAR 23

CEE/Caixa propõe simulação de alternativas de custeio além da paridade contributiva, mas Caixa discorda

Em mesa de negociação realizada nesta quarta-feira (11), a Comissão Executiva de Empregados (CEE/Caixa) e a direção do banco se reuniram para dar continuidade às etapas previstas no Acordo Coletivo sobre o modelo de custeio e gestão do Saúde Caixa a ser implementado a partir de 2022.

Após alguns debates sobre o plano, os representantes dos trabalhadores sugeriram a simulação de outros formatos de custeio que não levassem em conta a aplicação da Resolução 23 da Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União (CGPAR), que prevê a paridade nas contribuições assistenciais e administrativas do Saúde Caixa, alterando o modelo atual de 70% dos custos financiados pela empresa e 30% pelos empregados.

Durante a mesa, representantes da Comissão reprovaram a decisão e destacaram o ato como “imposição e não negociação”.

“É preciso recordar que a origem das resoluções CGPAR é a imposição do governo para aumentar o repasse das estatais ao tesouro por meio da redução de despesas com pessoal. Percebe-se em alguns pontos que as ditas resoluções foram construídas para eliminar ou dificultar as negociações.
Por exemplo, vedar o detalhamento das condições gerais do plano de saúde nos acordos e aditivos dá a justificativa que a Caixa precisa para eliminar do nosso ACT todo o regramento do Saúde Caixa, o que aliás fere de morte o instituto do negociado sobre o legislado”, destacou Carlos Augusto Pipoca, representante da Federação dos Bancários dos Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul.

A direção do banco, mais uma vez, desconsiderou as solicitações e informou que a execução da paridade é “o ponto de partida” para começar as negociações.

A próxima mesa sobre o Saúde Caixa está marcada para a segunda-feira (16), às 16h. Antes de encerrar a reunião, representantes reiteraram a necessidade de marcação de mesa de negociação permanente para tratar de temas como a Promoção por Mérito e Funcef.

Estatuto Caixa
Albucacis de Castro, médico e consultor em saúde da Fenae e da Contraf/CUT, destacou que além da CGPAR 23, a imposição do Estatuto, posta pela Caixa como condição para avançar nas negociações do Acordo Coletivo 2020/2022 pode, em longo prazo, representar o fim do Saúde Caixa para a maioria dos empregados. “É um limite de 6,5% da folha de pagamentos e proventos para custear o plano de Saúde. Sabemos que o reajuste salarial é muito inferior à inflação médica, assim, em longo prazo, pode levar a uma contribuição inversa do modelo atual, fazendo os empregados custearem um percentual muito maior do que a empresa”.

GT Saúde Caixa e outras negociações
No início da mesa de negociação, os representantes dos trabalhadores protestaram, novamente, sobre a forma como a Caixa encerrou o Grupo de Trabalho Saúde Caixa, negando o pedido de prorrogação do GT para aprofundar as discussões a fim de formatar boas propostas para os empregados.

A CEE/Caixa solicitou a prorrogação do GT, por meio de ofício, no dia 23 de julho. A Comissão argumentou os diversos empecilhos que aconteceram durante o GT, o que impediu uma discussão ampla sobre os custos do plano para os beneficiários e a melhoria da gestão.

A Caixa recusou o pedido na véspera do prazo estipulado para conclusão do GT, embora o grupo não tenha atingido o seu objetivo.

Para os representantes dos empregados apesar da impossibilidade da construção de uma proposta conjunta, existe a proposta da representação dos empregados, sem a aplicação da Resolução, e a proposta da Caixa, com a limitação da CGPAR 23.

Fonte: Federação dos Bancários SP/MS