NOTICIA-4556_santander_paga_prl

Santander vai contratar 350 gerentes neste ano

Profissionais têm atividades diferentes dos outros bancos, como, por exemplo, fazer atendimento via chat em plataforma mobile (Camila Pati)

Boa notícia para quem está interessado em trabalhar no Santander. O banco está com centenas de oportunidades profissionais para gerentes de relacionamento digital e de relacionamento com empresas.

São 350 novas vagas, de acordo com o plano de expansão traçado para este ano. O banco, que tem em sua carteira global de clientes mais 4 milhões de micro, pequenas e médias empresas, está em busca de profissionais proativos.

“Procuramos pessoas que queiram não só enfrentar desafios, mas desafiar o mercado. Que pensem diferente e tenham foco no resultado. Queremos profissionais alinhados com a cultura Santander”, diz o diretor de empresas, governos e instituições e agronegócios do Santander, Ede Viani.

Os selecionados vão gerir a carteira de clientes de pessoas jurídicas, conquistar novos clientes e vender produtos e serviços para as empresas. Os gerentes digitais, segundo o Santander, têm atividades diferentes dos outros bancos, como, por exemplo, atendimento via chat em plataforma mobile.

Atualmente, o Santander conta com uma equipe de 300 gerentes nessa área e já tem uma gama de produtos 100% digitais, ou seja, que podem ser contratados sem que seja preciso ir a uma agência. Mais de 360 mil clientes são atendidos por esses gerentes.

Os interessados em participar do processo seletivo devem ficar atentos aos canais de recrutamento do banco. É possível se inscrever para as vagas no LinkedIn e no site do Santander, por meio da seção Trabalhe Conosco.

O número de vagas para gerentes digitais e gerentes de relacionamento com empresas foi atualizado pelo banco Santander no dia 8/2.

 

Fonte: Exame.com

Sindicatos e BB debatem reestruturação no Ministério Público do Trabalho

Reunidos na terça-feira (7) em audiência no Ministério Público do Trabalho (MPT), em Brasília, representantes de entidades sindicais, do Banco do Brasil e procuradores debateram o processo de reestruturação lançado em novembro do ano passado.
Após o início do processo de reestruturação, segundo os representantes do BB, 3.409 funcionários passaram a receber VCP, diante da perda de suas funções e 690 permanecem nas funções até o fechamento das agências. Há 1.619 vagas de funções e, ainda segundo o banco, durante o ano haverá prioridade de ocupação das funções vagas por funcionários que estão recebendo a VCP. Além disso, há 1.148 funcionários que perderam a gratificação de caixa desde o último dia 1º de fevereiro e não estão recebendo VCP; para o BB não fazem jus ao benefício, por não se tratar de função. As vagas para caixa também não estão abertas na mesma praça dos que perderam a gratificação. Diante desse quadro, os representantes de entidades sindicais solicitaram os números (quantitativos) referentes aos funcionários com perdas salariais, por estado. Os representantes do BB assumiram compromisso de apresentar os dados solicitados na próxima audiência no MPT

Função de caixa

Os dirigentes sindicais destacaram que o BB deve reconhecer que caixa é uma função e não apenas uma gratificação. Os representantes do banco discordaram. Porém, o BB vai analisar o que dito pelo MPT referente ao tema e irá informar em breve seu posicionamento.
Gestantes
Os dirigentes sindicais ressaltaram que a licença-maternidade deve ser respeitada pelo processo de reestruturação, mas as funcionárias não podem ser excluídas dos processos seletivos. Os representantes do BB afirmaram que nenhuma gestante será descomissionada.

Súmula 372*

Quanto à súmula 372, o banco entende que ela só é aplicada quando do descomissionamento sem justo motivo, e que o BB entende ter havido justo motivo. Para o Ministério Público do Trabalho (MPT), a súmula se reporta a justo motivo, quer dizer que o trabalhador deu motivo para ser descomissionado (equivalente à justa causa).

Hora extra

O MPT fez uma analogia entre indenização por perda de hora extra habitual, prevista na súmula 291 do TST (Tribunal Superior do Trabalho), de um mês de salário por ano, em que houve o recebimento de hora extra habitual, e a situação de perda da gratificação de caixa.

Escriturário e caixa

Os dirigentes sindicais também questionaram se os escriturários e os caixas serão priorizados no SACR. Outro problema relatado: funcionário que perde a gratificação de função de confiança passa a receber a VCP e continua trabalhando 8 horas diárias, em desrespeito à jornada de trabalho estabelecida pela CLT (6 horas). Agravante: os citados funcionários foram obrigados a assinar um termo renunciando às horas extras.
Em resposta, os representantes do banco disseram que os escriturários e caixas, que perderam a gratificação, serão priorizados no SACR e, durante os quatro meses, o funcionário receberá remuneração da função anteriormente ocupada. Será analisada a questão sobre a renúncia às horas extras e o banco trará um posicionamento na próxima audiência
.
Rodada de negociação: No dia 22 deste mês de fevereiro será realizada nova rodada de negociação entre os sindicatos e o BB.
Audiência no MPT: No dia 2 de março será realizada a terceira audiência no MPT, em Brasília; a primeira aconteceu no dia 19 de dezembro do ano passado.

*Súmula nº 372 do TST

GRATIFICAÇÃO DE FUNÇÃO. SUPRESSÃO OU REDUÇÃO. LIMITES (conversão das Orientações Jurisprudenciais nos 45 e 303 da SBDI-1) – Res. 129/2005, DJ 20, 22 e 25.04.2005

I – Percebida a gratificação de função por dez ou mais anos pelo empregado, se o empregador, sem justo motivo, revertê-lo a seu cargo efetivo, não poderá retirar-lhe a gratificação tendo em vista o princípio da estabilidade financeira. (ex-OJ nº 45 da SBDI-1 – inserida em 25.11.1996)
II – Mantido o empregado no exercício da função comissionada, não pode o empregador reduzir o valor da gratificação. (ex-OJ nº 303 da SBDI-1 – DJ 11.08.2003)

 

Fonte: Contraf e Sindicato dos Bancários de Campinas e Região

NOTICIA-4566_cesumar_ead

CONVÊNIO- CESUMAR- CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE MARINGÁ LTDA (EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA)

CESUMAR- CENTRO DE ENSINO SUPERIOR
DE MARINGÁ LTDA (EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA)
Av- Doutor Altino Arantes, 482 Centro Ourinhos
telefone (14) 3326 3096

20% (vinte por cento);sendo 10% (dez por cento) pelo referido convênio e 10% (dez por cento) a título de pontualidade, ambos para pagamento efetuados até dia 10 (dez) de cada mês para os cursos de graduação, exclusividade na modalidade à distância, desde que ministrado exclusivamente pelo Cesumar.
Por curso de graduação e um curso de pós-graduação, ambos na modalidade EAD- Ensino a Distância, cujo desconto será de 40%(quarenra por cento); sendo 30% (trinta por cento) pelo referido convênio e 10% ( dez por cento) a título de pontualidade, ambos para pagamentos efetuados até o dia 10 (dez) de cada nês, para os cursos de graduação em administração financeira e pos graduação em mercado financeiro e bankin, exclusivamente na modalidade
à distância, desde que ministrado exclusivamente pelo Cesumar.

 

Fonte: Sindicato

NOTICIA-4562_itau_lucro

Lucro recorrente do Itaú sobe 1,8% no 4º trimestre, para R$ 5,817 bi

O Itaú Unibanco registrou lucro líquido recorrente de R$ 5,817 bilhões no quarto trimestre de 2016, montante 1,78% maior que o identificado um ano antes, de R$ 5,715 bilhões, e 4% superior aos três meses anteriores. Em 2016, o lucro líquido recorrente do Itaú foi de R$ 22,150 bilhões, cifra 7% menor que a do ano anterior, de R$ 23,816 bilhões. Pesou, conforme o banco, o aumento de 9,7% das provisões para créditos de liquidação duvidosa (PDDs). A última vez que o lucro líquido do Itaú encolheu no ano foi em 2012.

O presidente do banco, Roberto Setubal, afirmou, que o contexto econômico desafiador do País impactou o lucro do banco no ano passado. Apesar disso, conforme o executivo, o resultado veio em linha com a expectativa anunciada.

“Em 2016, o contexto econômico desafiador do país impactou o lucro do banco, levando-o a uma redução, em linha com nossa expectativa divulgada no início do ano”, disse Setubal, em nota à imprensa.

A carteira de crédito total ajustada da instituição atingiu R$ 598,4 bilhões ao final de dezembro de 2016, alta de 2,2% em relação a dezembro de 2015. Segundo o banco, a incorporação do CorpBanca contribui com cerca de 13% dos empréstimos. Crédito imobiliário e consignado (com desconto em folha) representam 45,1% do total emprestado para pessoas físicas no Brasil ante 21,0% em 2012. O banco destaca, em nota, que a evolução é resultado da sua estratégia priorizar ativos de menor risco.

Para este ano, o executivo espera que a economia retome o crescimento. “O banco está pronto e bem capitalizado para apoiar esse crescimento com ampliação da oferta de crédito, e continuará focado em atender as demandas dos nossos clientes por produtos e serviços, com grande ênfase nas plataformas digitais de atendimento e negócios”, acrescenta o executivo.

De acordo com o Itaú, há oito anos cerca de 74% das transações eram feitas por canais tradicionais. Hoje, esse cenário mudou, com as transações digitais  correspondendo a 73% do total. O Itaú contava ao final de 2016 com 135 agências digitais. Recentemente o banco lançou o aplicativo AbreContas, pelo qual é possível abrir uma conta corrente de forma totalmente online. Até o final de 2016, foram abertas aproximadamente 63 mil contas correntes pelo aplicativo.

Ativos. Os ativos totais do Itaú alcançaram R$ 1,426 trilhão no quarto trimestre de 2016, crescimento de 1,9% em relação aos três meses anteriores, de R$ 1,399 trilhão. Em um ano, quando estava em R$ 1,475 trilhão, foi visto recuo de 3,3%.

Seu patrimônio líquido ficou em R$ 115,590 bilhões de outubro a dezembro, aumento de 8,6% em 12 meses e 0,8% na comparação com o trimestre imediatamente anterior. O retorno recorrente sobre o patrimônio líquido médio anualizado (ROE) foi a 20,7% no quarto trimestre contra 19,9% no terceiro. Em um ano, estava em 22,1%. Em 2016, a rentabilidade do Itaú foi a 20,3%, 3,6 pontos porcentuais abaixo da vista em 2015, de 23,9%.

Corpbanca. O Itaú publicou ainda lucro líquido divulgado, que considera o efeito Corpbanca, banco adquirido no Chile, de R$ 5,543 bilhões no último trimestre do ano passado, redução de 2,72% em relação ao mesmo intervalo de 2015, de R$ 5,698 bilhões. Em comparação com o terceiro trimestre, que era de R$ 5,394 bilhões, cresceu 2,76%.

As principais diferenças entre o lucro líquido e o resultado recorrente, conforme explica o banco em relatório que acompanha suas demonstrações financeiras, foram ajuste no valor de ativos para adequação ao provável valor de realização no montante de R$ 172 milhões, amortização de ágio de R$ 133 milhões, provisão para contingências, dentre outros.

No ano de 2016, o lucro divulgado do Itaú ficou em R$ 21,639 bilhões, declínio de 7,37% em relação a 2015, quando totalizou R$ 23,360 bilhões.

Fonte: Estadão

NOTICIA_4522_caixa_economica_federal

Caixa anuncia novo programa de demissão voluntária

Comissão Executiva dos Empregados afirma que trabalhadores não devem aceitar pressão e devem intensificar a luta pela defesa dos bancos públicos

 

A Caixa anunciou nesta segunda-feira (6) as regras de um novo programa de demissão voluntária. As adesões já começam nesta terça, 7, e prosseguem até 20 de fevereiro. Os empregados que aderirem ao programa deverão efetivar o desligamento da empresa no período de 14 de fevereiro a 8 de março de 2017.

“Esse plano de demissão voluntária reforça a intenção da Caixa de enxugar a empresa e assim prepará-la para a privatização. É um absurdo a redução do número de empregados nas unidades nesse momento em que o governo libera contas inativas e consequentemente leva a população a procurar as agências da Caixa, que já estão com a qualidade do atendimento comprometida por conta do número reduzido de trabalhadores”, destaca o coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa) e diretor do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Dionísio Reis.

Para ele, os empregados não devem aceitar pressão.  Na Circular Interna com as regras do PDVE, a empresa alega que o programa é de caráter extraordinário e se dará apenas em 2017.

Conforme a CI, estão aptos a participar do PDV empregados aposentados pelo INSS ou que podem se aposentar até 30 de junho deste ano; trabalhadores com no mínimo 15 anos de efetivo exercício de trabalho na empresa; ou com adicional de incorporação de função de confiança, cargo em  comissão ou função gratificada até a data de desligamento (sem exigência de tempo mínimo de efetivo exercício na Caixa).

A Caixa está propondo como incentivo financeiro para os desligamentos 10 remunerações base do empregado, considerando data de referência 31 de janeiro deste ano.

O banco propõe a manutenção por tempo indeterminado do Saúde Caixa somente para os trabalhadores já aposentados pela Previdência Social ou que vão se aposentar até 30 de junho, e empregados admitidos já na condição de aposentados pelo INSS com o mínimo de 120 meses de contribuição para o Saúde Caixa. No entanto, para os empregados que atendem as demais exigências o plano será assegurado por apenas 24 meses.

Defesa

O presidente da Fenae, Jair Ferreira, disse que é preciso intensificar a defesa da Caixa 100% pública e sua importância para execução das políticas sociais que o país precisa. “A situação já é de sobrecarga e adoecimento nas unidades de todo o país, o que vai se agravar ainda mais com a diminuição do número de trabalhadores. É inadmissível que a Caixa insista no argumento de que não precisa de mais empregados, como tem feito nos últimos anos, quando cerca de 5 mil colegas deixaram o banco nos PAAs. Vamos lutar para que essas e futuras vagas deixadas sejam repostas”, afirma.

 

Fonte: Contraf-CUT com informações da Agência Fenae

NOTICIA-4556_santander_paga_prl

PLR no Santander será paga dia 20

 Banco atendeu solicitação de antecipação feita pelo Sindicato; funcionários também receberão valor adicional e PPRS
O Santander atendeu à solicitação do Sindicato e anunciou que irá antecipar o pagamento da segunda parcela da PLR (Participação nos Lucros e Resultados) para o dia 20. Na mesma data, os funcionários do banco espanhol também receberão o valor adicional e o PPRS (Programa de Participação nos Resultados Santander).

De acordo com a Convenção Coletiva de Trabalho, as instituições financeiras têm até 2 de março para fazer esse crédito. Mas com o início da temporada de publicação dos balanços dos resultados de 2016, já é possível calcular os valores finais da Participação nos Lucros e Resultados. Além do Santander, já anunciaram a antecipação o Bradesco (10) e o Safra (24).

Entenda a PLR – A Participação nos Lucros e Resultados corresponde a 90% do salário-base mais R$ 2.183,53, limitado a R$ 11.713,59. Se o total distribuído a todos os funcionários não atingir 5% do total do lucro líquido de 2016, o valor individual deverá ser majorado até alcançar 2,2 salários, limitado a R$ 25.769,88, ou até que se atinja os 5%. No caso do Santander, a regra foi majorada em 28% para atingir os 5%.

Já o valor adicional à PLR corresponde à divisão linear de 2,2% do lucro líquido do exercício de 2016 dividido em partes iguais pelo número total de empregados, até o limite individual de R$ 4.367,07.

PPRS – Como resultado das negociações para a renovação do acordo aditivo do Santander, o PPRS teve reajuste de 9,13% em 2016, o que significa que todos os trabalhadores receberão R$ 2.200. Em 2017, o programa terá a correção da inflação (INPC) mais 1% de aumento real.

 

Fonte: Sindicato dos Bancários

BB reabre TAO especial nesta segunda (06)

O Banco do Brasil informou durante rodada de negociação com os sindicatos em Brasília, no último dia 3, que vai reabrir TAO Especial (Talentos e Oportunidades) no dia 6 deste mês de fevereiro, direcionado aos funcionários descomissionados pelo atual processo de reestruturação. O BB informou também que foi realocada a maioria dos funcionários excedentes. A diretora do Sindicato dos Bancários de Rio Claro, Maria do Carmo Peggau, representou a Federação dos Bancários de São Paulo e Mato Grosso do Sul (FEEB-SP/MS).
Assistente: Os representantes do BB destacaram que, num primeiro momento, não haverá vagas para todos. Em caso de promoções, a prioridade para o preenchimento das vagas abertas é dos descomissionados.

Caixa: Nas agências com apenas um caixa, poderá ocorrer a substituição por um PE (posto efetivo) que exercia a mesma função.

Modelo digital

Os sindicatos e o BB retomaram na rodada da última sexta-feira, a discussão sobre o modelo digital. Em relação a primeira reunião da mesa temática de Prevenção de Conflitos, realizada no dia 14 de dezembro do ano passado, que discutiu o tema BB digital, nenhum avanço. Os representantes do BB assumiram compromisso em responder todos os questionamentos dos sindicatos na próxima rodada; a data ainda não foi definida. A mesa está garantida no aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), cláusula 55ª.

Na rodada do citado dia 14, os dirigentes sindicais destacaram os impactos resultantes da criação dos chamados escritórios digitais na vida funcional, bem como as migrações de cargos, funções e carteiras de clientes. Inclusive, os dirigentes sindicais questionaram os representantes do BB quanto ao cronograma de implantação dos escritórios e agências digitais.

Audiência pública: O Ministério Público do Trabalho realiza nesta terça-feira (7), em Brasília, a segunda audiência pública sobre a reestruturação no Banco do Brasil. A primeira audiência ocorreu no dia 19 de dezembro do ano passado.

 

 Fonte: Sindicato dos Bancários de Campinas e Região

NOTICIA-4551_reuniao_economus

Reunião com Economus sobre equacionamento de déficits no Fundo de Pensão

Dirigentes sindicais de todo o Estado de São Paulo reuniram-se nesta quinta-feira (02/02) com a diretoria do Economus, fundo de pensão dos funcionários do BB egressos do Banco Nossa Caixa, para discutir as Contribuições Extraordinárias para o Equacionamento do déficit e Fundo Previdencial. O encontro aconteceu na capital paulista, nas dependências da Gepes SP.

Lúcia Helena Cruz Moya Cuevas, Diretora Superintendente do Economus e também funcionária do BB incorporada do Banco Nossa Caixa, fez uma apresentação aos dirigentes sindicais e de entidades representativas dos funcionários sobre as contribuições extraordinárias dos planos dos grupos A, B e C. Segundo Lúcia, os três planos sofrerão contribuições extraordinárias para equacionamento dos déficits.

 

GRUPO A

Apresenta déficit de R$ 22 milhões e a contribuição extraordinária será de 2,94% ao mês. Para os assistidos será de 0,31%. O prazo para as contribuições será de 87 meses.

 

GRUPO B

Apresenta déficit de R$ 20 milhões. Os ativos já pagam 0,88% de contribuição extraordinária e este valor será mantido. Já aposentados e pensionistas contribuirão com percentual de 0,80%. O prazo para equacionamento deste plano será de 147 meses.

 

GRUPO C

Este plano abrange a maioria dos funcionários que estão ainda na ativa e apresentou déficits nos anos de 2013, 2014 e 2015, atingindo o montante de R$ 476 milhões. A legislação atual permite que o plano de benefício apresente um resultado deficitário, desde que seja respeitada a margem legal. Assim, foi definido que será equacionado 60% deste valor, ou seja, R$ 285 milhões. O montante remanescente, dependendo do cenário econômico nos próximos anos, também poderá ser equacionado.

Desta forma, as contribuições do Grupo C serão as seguintes:

– Ativos que optaram pelo saldamento contribuirão com 2,04% sobre o valor do benefício saldado;

– Aposentados e pensionistas pagarão 3,20% sobre o valor do benefício; O prazo para o equacionamento será de 198 meses.

Haverá também uma contribuição para um Fundo Previdencial com os seguintes percentuais:

Ativos – 4,19%

Aposentados – 1,98%

Pensionistas – 4,19%

Vale lembrar que as contribuições são paritárias, ou seja, o Banco do Brasil contribui com o mesmo percentual. O Economus ainda aguarda a aprovação dos planos de equacionamento pelos órgãos externos e a previsão é aplicar as contribuições extraordinárias a partir de fevereiro.

Além de dirigentes de sindicatos filiados à Federação dos Bancários de SP e MS, participaram da reunião representantes da AGEBB (Associação dos Gerentes do BB), AFACEESP (Associação dos Aposentados) e membros dos Conselhos Deliberativo e Fiscal do Economus eleitos pelos funcionários.

“Exposta a situação do Economus, a Federação irá avaliar o assunto com seus dirigentes, buscando saídas em defesa dos direitos dos trabalhadores e também irá cobrar do Banco do Brasil que haja mesas de negociação”, afirmou Davi Zaia, presidente da Federação dos Bancários de SP e MS.

Na foto, os dirigentes Rogério Marques e Dejair Besson, respectivamente do Sindicato dos Bancários de Franca e do Sindicato dos Bancários de Marília, que participaram da reunião.

Informações detalhadas do equacionamento do déficit de cada plano podem ser visualizadas no site: http://www.economus.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=366

 

Fonte:Contec

NOTICIA-4539_saude_caixa

Justiça suspende reajuste do Saúde Caixa

O juiz Renato Vieira de Faria, da 22ª Vara do Trabalho de Brasília, concedeu nesta terça-feira (31) liminar suspendendo o reajuste da mensalidade, do teto e do percentual de coparticipação do plano Saúde Caixa, anunciado no último dia 26 pela diretoria da Caixa Federal. As alterações entrariam em vigor nesta quarta-feira (1º de fevereiro). Ingressada no último dia 27, em conjunto várias entidades sindicais, a ação vale para todo o país. Inicialmente a ação foi ingressada na 5ª Vara, mais tarde redistribuída para a 22ª.
Para Lilian Minchin, representante da Federação dos Bancários de São Paulo e Mato Grosso do Sul (FEEB-SP/MS), reeleita nesta terça-feira (31) para o Conselho de Usuários, a decisão da Justiça representa vitória dos empregados. “Vencemos o primeiro round, derrubamos as mudanças aplicadas unilateralmente”. As alterações pretendidas pela diretoria da Caixa Federal desrespeitam o aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), assinado pelas entidades sindicais e pela própria instituição financeira pública, que estabelece a manutenção dos percentuais de mensalidade e coparticipação, assim como o valor do limite anual.

Em números, a Caixa Federal queria mensalidade equivalente a 3,46% da remuneração base (hoje é 2%), valor limite da coparticipação anual de R$ 4.209,05 (atualmente é R$ 2.400,00) e percentual de coparticipação de 30% (em vigor, 20%). Cabe destacar que na reunião do Conselho de Usuários realizada antes do comunicado sobre reajuste, no mesmo dia 26, os representantes da Caixa Federal apresentaram o relatório financeiro 2016, que aponta superavit de R$ 66 milhões.

Fonte: SEEB- Campinas