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COE negocia retorno ao trabalho presencial no Itaú

Reunião também abordou demissões de pessoas com deficiência (PCDs) e banco de horas negativosA Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú se reuniu com a diretoria do banco, na tarde desta quarta-feira (9), para negociar o retorno ao trabalho presencial, cobrar o fim das demissões entre as pessoas com deficiência (PCDs) e discutir a compensação do banco de horas negativas.

O Itaú informou que o retorno ao trabalho presencial se dará até o final do mês de março em três formados: presencial, híbrido – quando tiver de ir ao polo, o trabalhador deve ocupar espaço dedicado ao seu time, sem necessidade de agendamento –, e flexível – o local de trabalho é apenas um suporte e deve ser reservado nos locais referentes, implementados para facilitar os encontros das equipes.

Os trabalhadores que retornarão ao trabalho presencial deixam de receber a ajuda de custo. Os dois outros casos continuam.

A representação sindical pediu reforço da divulgação dos protocolos e da fiscalização do atendimento deles pelos trabalhadores.

Os dirigentes sindicais questionaram ainda sobre o retorno dos trabalhadores com comorbidades e das grávidas. O banco disse ainda não ter uma definição

PCD

Com o questionamento do movimento sindical sobre as demissões anunciadas recentemente, o banco explicou que elas estavam represadas há alguns anos por conta de processos internos e essas vagas já estão recompostas para cumprimento da Lei de Cotas. O tema deve continuar a ser debatido no Grupo de Trabalho (GT) de Saúde.

Banco de horas negativas

Atendendo a outra reivindicação dos representantes dos trabalhadores, o banco apresentou o quadro de banco de horas negativas dos funcionários. O acordo do modelo de compensação do banco de horas negativas, negociado pela COE e aprovado pelos trabalhadores no início de 2021, garantiu aos bancários um período de 18 meses, a partir do mês de março, com o limite de duas horas por dia, para compensar as horas negativas.

Há um grupo reduzido de pessoas que não conseguirão pagar as horas até o limite do acordo. Por isso, o movimento sindical propôs que, a partir de 31 de agosto, vencimento do acordo, quem ficar devendo as horas, seja abonado, principalmente as gestantes.

O Banco ficou de retornar à reivindicação o quanto antes.

O acordo de banco de horas negativas foi negociado para garantir os direitos dos trabalhadores que foram afastados ou trabalharam em regime de rodízio nas agências, por conta da pandemia de Covid-19.

Fonte: Federação dos Bancários SP/MS

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Banco Mercantil do Brasil antecipa pagamento da Participação nos Lucros e Resultados (PLR)

Benefício será creditado nesta sexta-feira (18) na conta dos funcionários

Em atendimento à solicitação dos sindicatos, o Banco Mercantil do Brasil anunciou a antecipação do pagamento da segunda parcela da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) para esta sexta-feira, dia 18 de fevereiro.

Conforme a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) – as instituições teriam até o dia 1º de março para realizar o crédito. A antecipação do benefício é resultado do trabalho de reivindicação feito pelo movimento sindical por meio da Comissão de Organização dos Empregados (COE).

Fonte: Federação dos Bancários SP/MS

Itaú lucra mais de R$ 26 bilhões e fecha 15 agências físicas

Elevação de lucro é resultado de situação econômica do país associada ao fechamento de agências e sobrecarga de funcionários

O Banco Itaú registrou lucro acima de R$ 26 bilhões em 2021. Durante o ano a instituição fechou 15 agências físicas e abriu outras 28 digitais. O movimento sindical avalia como fatores que contribuíram com o desempenho: a situação econômica do país, marcada pela alta dos juros, o fechamento de agências físicas e a sobrecarga de trabalho dos funcionários.

Comparado ao ano anterior, o crescimento foi de 45%. No 4º trimestre, o lucro líquido do banco foi de R$ 7,159 bilhões, com alta de 5,6% em relação aos três meses anteriores, quando o valor foi de R$ 6,779 bilhões. No país, a rentabilidade (retorno recorrente consolidado sobre o patrimônio líquido atualizado – ROE) foi de 19,9%, com elevação de 4,6 pontos percentuais (p.p.) no período.

 O banco associa o resultado à mudança do “mix” da carteira de crédito no segmento do varejo, que elevaram em 8,3% a margem financeira com clientes. O aumento dos juros, segundo a instituição, também ampliou a remuneração do capital de giro próprio e a margem de passivos, que somam-se ao aumento na margem financeira com o mercado e à redução no custo do crédito no período.

“Vale lembrar que o crescimento reflete a realidade do país, ou seja, a alta dos juros. As contratações que o banco tem efetuado são pensadas no crescimento das agências digitais, sendo as contratações vinculadas à área da tecnologia.  A sobrecarga e o acúmulo de funções também contribuem com o resultado atingido, positivo para o banco, porémprejudiciais à saúde física e mental do trabalhador”, declara Reginaldo Breda, secretário Geral da Federação dos Bancários dos Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul (FEEB SP/MS).

Veja aqui os destaques completos do Departamento Intersindical de Estatísticas de Estudos Socioeconômicos (Dieese).

COE

 A Comissão de Organização dos Empregados (COE) debateu, na última semana, temas recorrentes de interesse dos bancários, entre eles, o GERA, novo programa de remuneração variável. De acordo com a representação, o programa vem trazendo problemas aos funcionários devido à dificuldade no cumprimento das metas, motivo de muitas demissões. O banco de horas também foi abordado e a quantidade de funcionários devendo o banco de horas preocupa os representantes. Outro assunto em pauta são as demissões de PCD’s (Pessoas com Deficiências)A defesa dos trabalhadores relata que as demissões têm ocorrido aleatoriamente sem levar em consideração o protocolo da pandemia.

Banco

 O movimento sindical deverá se reunir com o Banco nesta quarta-feira (16) para debater os temas acima e outros de relevância para a categoria. O encontro está previsto para ocorrer  às 15h. A FEEB SP/MS estará representada pelo dirigente Walmir Gomes e pelo secretário geral, Reginaldo Breda. 

Fonte: Federação dos Bancários SP/MS

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Previ anuncia redução de taxa de carregamento

Demanda antiga dos associados foi defendida por representantes eleitos da previ

Defendida por diretores e conselheiros eleitos dentro da Previ, redução de taxa é reivindicação antiga aprovada em Congressos Nacionais dos Funcionários do BB.

A Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ) anunciou a redução na taxa de carregamento, cobrada em seus planos de benefícios, de 4% para 3,5%, a partir do mês de abril. De acordo com o movimento sindical, a mudança resultará em impactos positivos, principalmente aos associados do plano Previ Futuro, com aumento correspondente do saldo de conta e, consequentemente, no valor da futura aposentadoria.

A queda na taxa de carregamento é uma reivindicação antiga, aprovada pelos trabalhadores nos Congressos Nacionais de Funcionários do Banco do Brasil. “Isso mostra a importância de termos representantes eleitos na previ comprometidos com os interesses dos associados”, explica Elisa Ferreira, representante da Federação dos Bancários CEBB, Comissão de Empresas dos Funcionários do Banco do Brasil.

Combinação mais competitiva do mercado

A taxa de carregamento (agora em 3,5%) compõe, ao lado da taxa de administração, as despesas administrativas da Previ. Na Previ, a taxa de administração (despesas administrativas sobre o total de recursos garantidores) está hoje em 0,13% – o menor índice entre os cinco maiores fundos de pensão do país. A taxa de administração da Previ também representa menos da metade da taxa de administração média (0,28%) do sistema de previdência complementar fechado (composto por 292 entidades e 1.129 planos), conforme relatório, referente a 2020, da Previc, o órgão regulador do sistema de previdência complementar fechado.

O custo de administração médio da Previ também é 10 vezes menor se comparado aos 11.300 fundos de investimentos e mais de 1.200 fundos de previdência abertos vendidos no mercado, que, segundo dados da Anbima, é de 1,33% ao ano.

Fonte: Feeb SP/MS

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Sindicatos levam pauta Covid para mesa de negociação com o Banco

Medidas de combate à propagação do vírus foram encaminhadas na tarde do dia (10)

A Comissão de Organização dos Empregados (COE) Bradesco cobrou nesta quinta-feira (10), durante reunião com o banco, medidas rigorosas no combate à Covid 19. Dentre as reivindicações apontadas pelos representantes dos trabalhadores estão: Revisão nas metas, tendo em vista a redução do quadro de funcionários afastados; suspensão das visitas presenciais aos clientes; fornecimento de máscaras adequadas, e outras.

O objetivo é reduzir os impactos causados pela Covid 19 e evitar a propagação e o contágio da população pelo vírus e suas variantes.

“Não podemos admitir que mesmo apresentando um lucro recorrente de mais de R$ 26 bi, o banco continue sobrecarregando o bancário com a cobrança de metas altíssimas em meio à pandemia, ao desfalque de funcionários devido ao adoecimento e às inúmeras demissões. Vamos fazer valer os direitos do trabalhador e defender a categoria diante de posturas que retrocedem as conquistas adquiridas até agora”, explica Lourival Rodrigues, representante da Feeb na COE Bradesco.

A COE cobrou ainda, o cumprimento do protocolo de afastamento e o fechamento de agências e a sanitização adequada em casos de contaminação de bancários e terceirizados.

De acordo com o banco as medidas estão sendo revistas – como o processo de sanitização, que está mais célere, devido à utilização de um novo produto que permite a abertura da agência 45 minutos após sua aplicação – e firmou o compromisso de responder às demandas apresentadas. O Bradesco se comprometeu também a reforçar a importância com a atenção aos protocolos a todos os funcionários do banco.

Outra solicitação feita pelos representantes foi com relação à permanência do home office ao grupo de risco e gestantes. O banco solicitou o início das tratativas para o retorno ao trabalho presencial deste grupo. O movimento sindical conquistou a manutenção do grupo de risco em home office até a primeira semana de março. Com relação à solicitação de hoje, o banco assumiu o compromisso de se reunir com os representantes      dos trabalhadores, após o carnaval, para negociar o tema.

O acordo ao teletrabalho, até então não aplicado pelo banco, também voltou a ser reivindicado pela COE.

Fonte: Federação dos Bancários SP/MS

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Bradesco informa que pagará PLR na data de hoje – 11 (sexta-feira)

Banco apresentou alta nos lucros de 34,7% nos últimos 12 meses

O Banco Bradesco informou à Comissão de Organização de Empregados (COE) Bradesco, o pagamento da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) previsto para a próxima sexta-feira, dia 11 de fevereiro.

Conforme a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) – as instituições teriam até o dia 1º de março para realizar o crédito. A antecipação do benefício é resultado do trabalho de reivindicação feito pelo movimento sindical por meio da COE.

Os lucros do banco também foram divulgados. O banco apresentou lucro líquido recorrente de R$ 26,215 bilhões e alta de 34,7% nos últimos 12 meses.

“O ano de 2021 foi desafiador e marcado por incertezas na economia, mesmo assim o banco apresentou uma consistente recuperação, o que demonstra desempenho na prestação de serviço e total contribuição dos trabalhadores para este crescimento. O adiantamento da PLR é um meio de valorizar todo esse esforço, principalmente quando temos circunstâncias como a pandemia e as inúmeras demissões. É essencial que nossos representantes sindicais continuem fazendo seu papel de negociação com o banco e de busca pelo cumprimento dos direitos dos trabalhadores”, diz o presidente da Federação dos Bancários dos Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul, David Zaia.

Fonte: Federação dos Bancários SP/MS

Sindicatos da Feeb debatem sobre o tema “Nova Visão Sindical” em seminário promovido pela Contec

Encontro contou com ampla participação dos sindicatos

Nesta terça-feira, dirigentes sindicais dos 23 sindicatos filiados à Federação dos Bancários, participaram do Seminário virtual “Nova Visão Sindical”, promovido pela Contec – Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Empresas de Crédito. O evento contou com programação de debates e palestras e obteve ampla representação bancária, totalizando a presença de 123 participantes, entre eles presidentes, diretores e assessores.

Durante a reunião, os debates abordaram temas como a campanha salarial de 2022; o retorno do trabalho presencial e o agravamento da pandemia; novas tecnologias; a importância da sindicalização e da mobilização da categoria. Já as palestras perduraram em torno da motivação, inovação e carreira de sucesso.

O evento contou com a presença do presidente da Contec, Lourenço Prado; do presidente da FEEB SP/MS, David Zaia; do secretário-geral da FEEB SP/MS, Reginaldo Breda; da presidente do sindicato de Campinas, Ana Stella Alves de Lima; e da assessora da presidência da CONTEC, Ana Paula Guedes.

“Foi muito agregador e importante, o Seminário Nova Visão Sindical da CONTEC para a Federação dos Bancários de São Paulo e Mato Grosso do Sul e os Sindicatos filiados, realizado hoje (08). Fiquei muito satisfeito com a participação bastante ativa da base. Registramos mais de 120 participantes simultaneamente”, avaliou o presidente da CONTEC, Lourenço Ferreira do Prado.

Conjuntura política e econômica

Sobre o cenário econômico e político o presidente da Feeb avalia o momento como de incertezas e desafiador.

“A realidade é de incertezas para 2022. Não existe nenhuma ação do governo que possa mudar essa realidade e sim a ausência total de medidas econômicas com projetos articulados com começo, meio e fim. O quadro econômico que temos pela frente é desafiador e fazer campanha salarial com inflação em alta é sempre mais difícil, porque o índice a ser conquistado é maior e a resistência é grande”, comenta.

Para o presidente é fundamental entender as mudanças. “As mudanças continuarão acontecendo e é preciso entender o processo e o cenário político e econômico, para ter criatividade para construir pautas de reivindicações que deem conta de enfrentar as realidades e ao mesmo tempo construir vitórias, manter direitos, criar direitos e pensar o que tem pela frente’, destaca o presidente.

Fonte: Federação dos Bancários SP/MS

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Bancários do Safra recebem PLR no próximo dia 25

Após reivindicação do movimento sindical, o Banco Safra também informou o pagamento da Participação nos Lucros e Resultados (PLR). O valor será creditado ao trabalhador no dia 25 de fevereiro. Conforme a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) – as instituições teriam até o dia 1º de março para realizar o crédito.

Fonte: Federação dos Bancários SP/MS