SANTANDER PAGA SEGUNDA PARCELA DA PLR E PLR ADICIONAL, NO DIA 28/02

Após varias cobrança do movimento sindical, o Santander informou que vai pagar no próximo dia 28/02, a segunda parcela da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e PLR adicional.

O anúncio ocorreu após insistentes cobranças do movimento sindical reivindicando o pagamento da segunda parcela da PLR.

Segunda parcela
Cada bancário do Santander ganhará o total da regra básica e do adicional, deduzindo-se a primeira parcela que foi paga em outubro do ano passado.

DEFASAGEM NA TABELA DO IMPOSTO DE RENDA CHEGA A 95,46%

Cálculo foi elaborado pelo Sindifisco Nacional

A defasagem na tabela do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) chega a 95,46%, divulgou nesta segunda-feira (14/1) o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Sindifisco Nacional). O levantamento foi feito com base na diferença entre a inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulada de 1996 a 2018 e as correções da tabela no mesmo período.

De acordo com a entidade, caso a tabela tivesse sido integralmente corrigida, os contribuintes que ganham até R$ 3.689,93 seriam isentos de Imposto de Renda. Atualmente, a isenção vigora para quem recebe até R$ 1.903,98 por mês.

Segundo o Sindifisco, o atraso na correção da tabela leva a um efeito cascata que não apenas aumenta o imposto descontado na fonte como diminui as deduções. De acordo com o levantamento, a dedução por dependente, hoje em R$ 189,59 por mês (R$ 2.275,08 por ano), corresponderia a R$ 370,58 por mês (R$ 4.446,96 por ano) caso a tabela tivesse sido integralmente corrigida. O teto das deduções com educação, de R$ 3.739,57 em 2018, chegaria a R$ 6.961,40 sem a defasagem na tabela.

Desde 2015, a tabela do Imposto de Renda não sofre alterações. De 1996 a 2018, a tabela foi corrigida em 109,63%. O IPCA acumulado, no entanto, está em 309,74%. De acordo com o Sindifisco Nacional, a falta de correção na tabela prejudica principalmente os contribuintes de menor renda, que estariam na faixa de isenção, mas são tributados em 7,5% por causa da defasagem. (Fonte: Agência Brasil)

BANCOS FECHARAM 1.540 POSTOS DE TRABALHO NO BRASIL NOS PRIMEIROS ONZE MESES DE 2018

A Caixa Econômica Federal foi responsável pelo fechamento de 1.058 postos no período

Os bancos fecharam 1.540 postos de trabalho no Brasil, de janeiro a novembro de 2018, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), levantamento efetuado pelo Ministério do Trabalho.

A análise por Setor de Atividade Econômica revela que a Caixa Econômica Federal foi responsável pelo fechamento de 1.058 postos no período, enquanto os “Bancos múltiplos com carteira comercial”, categoria que engloba bancos como, Itaú Unibanco, Bradesco, Santander e Banco do Brasil, fecharam 640 postos.

O estado do Rio de Janeiro registrou o maior saldo negativo no emprego bancário nos onze primeiros meses do ano, com 908 postos fechados, seguido do Paraná e do Distrito Federal, com 287 e 235 postos fechados no período, respectivamente. São Paulo, com 59% das admissões e 58,5% dos desligamentos, teve saldo de 138 postos abertos, sendo o segundo maior saldo positivo no período da análise. O primeiro foi do Estado do Pará, com 229 postos abertos.

Faixa Etária
Os bancos continuam concentrando suas contratações nas faixas etárias até 29 anos (68,3%), em especial entre 18 e 24 anos (41,5%). No período, foram criadas 10.679 vagas para trabalhadores até 29 anos. Acima de 30 anos, todas as faixas apresentaram saldo negativo (ao todo, foram -12.219 postos), com destaque para a faixa de 50 a 64 anos, com fechamento de 5.532 postos.

Desigualdade entre Homens e Mulheres
As 13.181 mulheres admitidas nos bancos nos primeiros onze meses de 2018 receberam, em média, R$ 3.684,21. Esse valor corresponde a 74,9% da remuneração média auferida pelos 14.131 homens contratados no período. Constata-se a diferença de remuneração entre homens e mulheres também nos desligamentos. As 14.323 mulheres desligadas dos bancos recebiam, em média, R$ 5.639,84, o que representou 75,6% da remuneração média dos 14.529 homens desligados dos bancos.

Reflexos da Reforma Trabalhista nos dados do CAGED
As demissões sem justa causa representaram 55,9% do total de desligamentos no setor bancário, entre janeiro e novembro de 2018. As saídas a pedido do trabalhador representaram 35,6% dos desligamentos. Nesse período, foram registrados, ainda, 109 casos de demissão por acordo entre empregado e empregador, modalidade de demissão criada a partir da Lei 13.467/2017, a Reforma Trabalhista, em vigência desde novembro de 2017. A remuneração média dos desligados por essa modalidade foi de R$ 8.856,61. (Fonte: Caged e Dieese)

‘Diário Oficial’ publica nomeações de novos presidentes do Banco do Brasil e da Caixa

O “Diário Oficial da União” publicou nesta quarta-feira (2) em edição extra as nomeações de Rubem Novaes como novo presidente do Banco do Brasil e de Pedro Guimarães, da Caixa Econômica Federal.

O “Diário Oficial” também publicou as exonerações de Marcelo Augusto Dutra Labuto, que presidia o Banco do Brasil, e de Nelson Antonio de Souza, que dirigia a Caixa.

Os nomes de Novaes e Guimarães para o comando dos bancos públicos foram anunciados durante a transição de governo pelo atual ministro da Economia, Paulo Guedes.

Perfis

Rubem Novaes (Banco do Brasil): PhD em Economia pela Universidade de Chicago (Estados Unidos), já foi diretor do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), presidente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e professor da Fundação Getulio Vargas (FGV).

Pedro Guimarães (Caixa): PhD em Economia pela Universidade de Rochester (Estados Unidos), com tese sobre o processo de privatização no Brasil. É atualmente sócio-diretor do banco Brasil Plural, grupo financeiro fundado em 2009 que atua no mercado de capitais.

 Fonte: G1
Diretoria Executiva da CONTEC
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Santander abre inscrição para bolsas de estudos

O Santander abriu inscrições para bolsas de estudos de graduação e pós-graduação até o dia 21 de janeiro de 2019. Conquista dos funcionários, o programa está assegurado no Aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), renovado por dois anos. Serão disponibilizados 2 mil bolsas de até 50% para graduação e 500 para pós-graduação, limitadas ao valor de R$ 617,00. As inscrições devem ser feitas via Intranet. O critério de desempate para a concessão das bolsas é social.

FEBRABAN informa expediente bancário no final de ano

Com a proximidade das festas de final de ano, a FEBRABAN – Federação Brasileira de Bancos esclarece o funcionamento dos bancos no período.

No dia 24/12 (segunda-feira) as agências bancárias abrem para atendimento ao público em horário especial, das 09h00 às 11h00.

O dia 28/12 (sexta-feira) será o último dia útil do ano para atendimento ao público, com expediente normal para a realização de todas as operações bancárias solicitadas pelos clientes. Já no dia 31 de dezembro (segunda-feira), as instituições financeiras não abrem para atendimento.

A população poderá utilizar os canais alternativos de atendimento bancário, como mobile e internet banking, caixas eletrônicos, banco por telefone e correspondentes para fazer transações financeiras.

Os carnês e contas de consumo (como água, energia, telefone e etc) vencidos no feriado poderão ser pagos sem acréscimo no dia útil seguinte. Normalmente, os tributos já estão com as datas ajustadas ao calendário de feriados, sejam federais, estaduais ou municipais.

“Mesmo durante feriados, os canais eletrônicos e caixas eletrônicos funcionam normalmente, facilitando a vida do consumidor”, ressalta o diretor-adjunto de Operações da FEBRABAN, Walter Tadeu de Faria.

Os clientes também podem agendar os pagamentos das contas de consumo ou pagá-las (as que têm código de barras) nos próprios caixas automáticos. Já os boletos bancários de clientes cadastrados como sacados eletrônicos poderão ser agendados ou pagos por meio do DDA (Débito Direto Autorizado).

Fonte: FEBRABAN

Caixa antecipa para sexta (14) pagamento de salários de dezembro

Em comunicado divulgado nesta quarta-feira (12) para todos os bancários, a Caixa Econômica Federal anunciou que vai antecipar o pagamento dos salários para sexta-feira (14).

O tíquete refeição e alimentação também serão antecipados e pagos juntos com o salário.

A direção da Caixa informou que a antecipação é uma forma de reconhecimento aos empregados pelo trabalho realizado ao longo de 2018.

Diretoria Executiva da CONTEC

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COE Bradesco debate fechamento de agências e seguro saúde com o banco

O movimento sindical cobrou explicações sobre reetruturação do banco

O movimento sindical cobrou explicações sobre a reestruturação que o banco atravessa, que tem gerado o fechamento de agências. A ideia é garantir o emprego a relocação dos trabalhadores destas agências. O dirigente do banco garantiu que não haverá demissões em massa e que os trabalhadores serão remanejados.

.Os representantes dos trabalhadores reivindicaram um calendário de reunião nas Federações, com objetivo de solucionar os problemas com o Plano de Saúde e Dental. Eles destacaram que os funcionários tem plano inferior ao que oferecido no mercado. Foi relatado problemas como a dificuldade do retorno profissional quanto ao credenciamento; redução dos serviços e da rede credenciada, a dificuldade de aprovação de alguns exames e o site desatualizado.

O banco aceitou a proposta do movimento sindical e o calendário será definida com cada federação, a partir de fevereiro de 2019.

A direção do Bradesco se comprometeu ainda a apresentar detalhadamente, na sede da Contraf-CUT, em São Paulo, o Programa de Desenvolvimento Organizacional para Melhoria Contínua de Adesão de Trabalho. O banco não se opôs a assinar o termo de adesão voluntária da cláusula 54 da CCT, que trata de requalificação e realocação profissional, junto com os demais bancos que compõe a mesa unificada da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban)

A reunião ainda debateu os demais pontos da minuta de reivindicações específica do banco, como plano de remuneração, plano de saúde para aposentados e bolsas auxílio educação e incentivo à cultura.

O vice-presidente do Sindicato e integrante da COE (Comissão de Organização dos Empregados),Edilson Aparecido da Silva Julian

, participou de todo o debate.

 

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Sindicatos garantem reajuste do PCR e bolsa de estudo, no Itaú

O Programa Complementar de Resultados (PCR) será reajustado em 9% e a bolsa de estudos em 5%, segundo informou  o Itaú à Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), em resposta à reivindicação apresentada pelos sindicatos no último dia 8 de novembro. Em duas reuniões posteriores, no dia 29 de novembro e no dia 6 deste mês de dezembro, os sindicatos voltaram a cobrar uma resposta do Itaú.

PCR e bolsa: O valor do PCR em 2019 será de R$ 2.900,00 (o valor pago em setembro deste ano foi de R$ 2.662,66). O novo valor será creditado em setembro de 2019, junto com a primeira parcela da Participação nos Lucros ou Resultados (PLR). Com relação à bolsa de estudo, o teto passa a ser de R$ 410,00 por mês (atualmente é R$ 390,00). Em 2020, os valores serão reajustados pela variação do INPC/IBGE, mas 1% de aumento real, conforme prevê a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria.

 

Salário mínimo em novembro deveria ter sido de R$ 3.959,98, aponta Dieese

De acordo com pesquisa, R$ 3.959,98 era o valor mínimo necessário para sustentar uma família de quatro pessoas no último mês de novembro.

O salário mínimo necessário para sustentar uma família de quatro pessoas deveria ter sido de R$ 3.959,98 em novembro deste ano. A estimativa, divulgada nesta quinta-feira (6), foi feita pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

Segundo a pesquisa, o valor do salário mínimo para sustentar uma família em novembro deveria ter sido 4,15 vezes maior do que o praticado atualmente, que é de R$ 954. O cálculo realizado pelo Dieese leva em conta as necessidades básicas de uma família para viver, como moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e Previdência Social.

Para fazer essa conta, são levados em consideração os preços da cesta básica mais cara entre todas as capitais do Brasil pesquisadas, que são 18. De acordo com o levantamento, o valor dos alimentos essenciais e presentes na cesta aumentou em 16 dessas 18 capitais em novembro.

No mês, os maiores valores de cesta foram registrados na região Sul e Sudeste. A mais cara foi encontrada em São Paulo (R$ 471,37), seguida pela de Porto Alegre (R$ 463,09), Rio de Janeiro (R$ 460,24) e Florianópolis (R$ 454,87). As mais baratas, no entanto, estavam no Nordeste: em Salvador (R$ 330,17) e em Natal (R$ 332,21).

Durante o ano de 2018, todas as capitais pesquisadas acumularam alta nos preços da cesta, com destaque para Campo Grande (14,89%), Brasília (13,44%) e Fortaleza (12,03%).

Aumento do salário mínimo necessário é influenciado pela elevação dos preços dos alimentos
De outubro a novembro deste ano, os alimentos que apresentaram alta na maior parte das capitais pesquisadas foram tomate, batata, óleo de soja, pão francês e carne bovina de primeira. O leite integral, no entanto, apresentou queda de preços em 16 capitais.

Os preços dos alimentos ficaram mais caros no mês de novembro principalmente em Belo Horizonte (7,81%), São Luís (6,44%), Campo Grande (6,05%) e São Paulo (5,68%). Salvador e Vitória foram as únicas capitais que registraram quedas nos preços, de 2,65% e 0,26%, respectivamente.

Entre outubro e novembro, a diferença entre o salário mínimo em vigor e o necessário para sobrevivência subiu. No mês anterior, o ideal era que ele fosse de R$ 3.783,39 contra os R$ 954 praticados , o que representaria um aumento de 3,97 vezes no salário mínimo.

Fonte: IG Economia / CONTEC