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Caixa se nega a criar GT para discutir contencioso da Funcef

Banco avalia que o tema já é tratado pela própria fundação de previdência dos trabalhadores

Em reunião de negociações da Campanha Nacional dos Bancários 2022, realizada nesta quarta-feira (10), com a Comissão Executiva dos Empregados (CEE), a Caixa Econômica Federação se negou a atender a reivindicação para que seja criado um grupo de trabalho (GT) para se debater o contencioso da Fundação dos Economiários Federais (Funcef), que é o fundo de previdência dos empregados da Caixa.

O artigo 58 da minuta de reivindicações dos empregados diz que a “a Caixa deverá custear integralmente o contencioso da Funcef que tenha origem na relação de emprego entre participante e a patrocinadora” (a Caixa). O Parágrafo Primeiro deste artigo define ainda que será mantido um grupo de trabalho, composto por igual número de indicados pela Caixa e dos representantes dos empregados para tratar do contencioso Funcef.

O banco entendeu que se trata de um ponto essencial para os trabalhadores, mas disse que a decisão pela criação do GT precisa partir da própria fundação.

Incorporação do REB

Com relação à reivindicação de incorporação do Plano de Benefícios – REB ao novo plano Funcef, o banco disse que existe o interesse de todas as partes (Funcef, trabalhadores e banco) de que isso aconteça e que tão logo seja possível será feito.

Transparência e paridade na Funcef

Os trabalhadores também reivindicaram que a Caixa garanta a transparência na divulgação dos números e demonstrações financeiras dos fundos de pensão da Funcef; o fim do voto de minerva; e o restabelecimento da paridade na Funcef.

A Caixa alega que a Funcef é privada e tem personalidade jurídica própria, mas disse que existe transparência e que, inclusive, as informações são públicas e estão disponíveis no site da entidade. Disse ainda que existe paridade na Funcef.

“O uso do voto de qualidade é na verdade um sintoma e indica que no tripé fundação – participantes – patrocinadora existe algum tipo de dissonância. O remédio para essa situação é aprofundar estudos e debates por meio de Grupos de Trabalho e no limite remeter a plebiscito as decisões sobre os caminhos que devem ser tomados”, comenta Carlos Augusto Pipoca, representante da Federação dos Bancários dos Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul.

Mulheres

A Caixa quis tratar do Caixa pra Elas, que segundo o banco, é uma iniciativa para auxiliar as mulheres do Brasil, em especial as de baixa renda, a se tornarem protagonistas de suas realizações. Mas, na prática, os empregados têm reclamado que se trata mais de uma ação de marketing, para amenizar os impactos sofridos com o escândalo das denúncias envolvendo o ex-presidente da Caixa (Pedro Guimarães), do que algo que efetivamente possa reduzir os problemas enfrentados pelas mulheres brasileiras. Dizem que, inclusive, o programa tem sido utilizado como ferramenta de assédio, com gestores forçando a produção de fotos e filmagens de entrega de bombons para as mulheres, além da venda de produtos. A representação dos empregados pediu que seja agendada uma data específica para tratar do Caixa pra Elas.

A representação dos empregados reivindicou que o banco solucionasse questão das mulheres que ingressaram na Caixa até junho de 1979 e, quando solicitaram aposentadoria proporcional, foram discriminadas, passando a receber um benefício menor que os homens admitidos na empresa no mesmo período. Na época, o regulamento dos planos de benefícios tinha como um dos seus critérios o sexo do participante na fixação do percentual sobre o qual era calculado o benefício, sendo que para os homens (30 anos de contribuição) era dado o percentual de 80% e para as mulheres (25 anos de contribuição), 70%. Posteriormente, o regulamento foi alterado pondo fim a essa distinção, mas as que se aposentaram antes da solução ficaram com o benefício reduzido.

A Caixa não quis tratar do assunto, alegando que o mesmo não havia sido pautado previamente para a reunião.

Próxima negociação

A próxima reunião de negociações entre a CEE e a Caixa ficou agendada para sexta-feira, às 16h.

Fonte: Feeb SP/MS.

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Proposta sobre Teletrabalho vai avançar

Reivindicações da categoria avançam nas negociações sobre trabalho remoto, mas Comando dos Bancários cobra agilidade na resposta sobre a proposta globalA proposta da categoria bancária para o trabalho remoto avançou nas negociações realizadas na tarde desta quinta-feira (11) com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban).“Tivemos evolução no Teletrabalho que se torna cláusula da CCT. Falta ainda definir pontos importantes, entre eles, ajuda de custo e controle de jornada. A FENABAN deve enviar em breve a redação da cláusula Teletrabalho para ser avaliada pelo Comando Nacional”, explica Reginaldo Breda, secretário geral  e representante da Feeb SP/MS na mesa do Comando Nacional.

Durante a negociação foi ressaltada a necessidade de se agilizar a resposta sobre a proposta global, com todos os itens da pauta de reivindicações, entregue há quase dois meses.Avanços consolidados

O artigo 56 da minuta de reivindicações da categoria é o que trata sobre o trabalho à distância (teletrabalho). Já houve avanços em relação a diversos pontos, como:

  • direito de desconexão, com respeito aos períodos de repouso garantidos por força constitucional e infraconstitucional, com certificação específica;
  • formalização do contrato;
  • igualdade de direitos e de remuneração entre os trabalhadores da modalidade presencial e remota que exerçam a mesma função;
  • prevalência dos direitos já estabelecidos nos acordos específicos dos bancos; o fornecimento de vale-transporte proporcional aos dias trabalhados;
  • fornecimento de equipamentos e mobiliário para que o trabalhador exerça suas atividades e mantenha sua saúde e segurança;
  • possibilidade de ascensão profissional;
  • direito de participação em cursos e programas de formação, bem como em atividades de confraternização;
  • convocação para atividades presenciais com, no mínimo, 24 horas de antecedência;
  • treinamento da chefia para compreensão das particularidades do regime de teletrabalho;
  • manutenção de canais de atendimento às demandas que possam surgir para melhoria do ambiente de trabalho;
  • agendamento prévio para manutenção dos equipamentos, quando necessário, que deverá ocorrer exclusivamente durante a jornada normal de trabalho, com custos arcados pela empresa;
  • escolha entre trabalho remoto ou presencial a trabalhadoras vítimas de violência doméstica e garantia ao trabalho à distância à trabalhadora separada de seu agressor, judicialmente ou não, mediante sua solicitação expressa.

Próximas negociações

As próximas reuniões de negociações serão realizadas nos dias 15, 18 e 19 de agosto.

Fonte: Feeb SP/MS.

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TUITAÇO – #PROPOSTAJÁ

No futebol, quando o adversário joga com o resultado a seu favor e começa a fazer cera, nosso time vai pra cima e faz pressão para reverter a situação. Os banqueiros estão com nossa pauta de reivindicações desde 15/6 e ainda não deram nenhuma resposta. Chegou a hora de pressioná-los. Participe do tuitaço daqui a pouco, das 11h às 12h, e #BoraGanharEsseJogo! Queremos #PropostaJá!

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Campanha salarial 2022 – BANCO DO BRASIL S.A.

Com a participação de representantes das Federações de bancários filiadas, a Comissão Executiva Bancária Nacional de Negociação da CONTEC, realizou a sexta reunião – via remota/virtual –, na tarde desta terça-feira, com a Comissão de Negociação do Banco do Brasil, para dar continuidade ao debate das cláusulas da pauta de reivindicações dos funcionários, da nossa campanha salarial.

Por sugestão dos dirigentes sindicais da CONTEC, foram debatidas as seguintes cláusulas, da pauta entregue ao Banco em 15/06/2022:

a) CLÁUSULA 23 – ESTABILIDADES PROVISÓRIAS NO EMPREGO, objetivando a renovação da cláusula 21 do ACT revisando, com o que concordou o Banco;
b) CLÁUSULA 24 – PROCEDIMENTOS EM CASO DE ASSALTO, SEQUESTRO E EXPLOSÃO DE CAIXAS ELETRÔNICOS, ponderando que o pedido não se encontra acobertado pela cláusula 23 do ACT revisando. Por sua vez, o Banco informou que pretende informou a pretensão de reduzir as sessões de psicoterapia para o máximo de 20 sessões, ao que ponderamos que tal pretensão estaria na contramão da nova resolução da ANS, que acabou com o limite de sessões de atendimento em planos de saúde, havendo o Banco, ao final, proposto a renovação da cláusula 23 do ACT revisando;
c) CLÁUSULA 25 – ESTABILIDADE AO FUNCIONÁRIO VÍTIMA DE ASSALTO, SEQUESTRO OU EXTORSÃO, ponderando a necessidade de emissão da CAT, havendo o Banco proposto não clausular a matéria. Pedimos ao banco que reavalie a questão;
d) CLÁUSULA 38 – HORÁRIO PARA AMAMENTAÇÃO, visando a renovação da cláusula 35 do ACT revisando, com o que concordou o banco;
e) CLÁUSULA 41 – HORÁRIO PARA AMAMENTAÇÃO, em que propusemos a renovação da cláusula 38 do ACT revisando, tendo o banco registrado que pretende seguir a CCT, para que a proteção se restrinja aos digitadores. Ponderamos que o ajuste da cláusula na forma pretendida pelo banco representaria um grande retrocesso e pedimos que a empresa reavalie a questão, para manutenção da cláusula do ACT revisando.
f) CLÁUSULA 42 – PONTO ELETRÔNICO, pretendendo a renovação da cláusula 39 do ACT revisando, com o acréscimo dos §§ 8º e 9º, com o que não concordou o banco, que pretende renovar a cláusula com a redação do ACT revisando;
g) CLÁUSULA 43 – TRABALHO EM DIA NÃO ÚTIL E EM DIA ÚTIL NÃO TRABALHADO NAS DEPENDÊNCIAS ENVOLVIDAS NO PROCESSO DE AUTOMAÇÃO BANCÁRIA OU EM ATIVIDADES DE CARÁTER ININTERRUPTO, no intuito de renovar a cláusula 40 do ACT revisando, com o que concorda o Banco;
h) CLÁUSULA 45 – FOLGAS, objetivando a renovação da cláusula 41 do ACT revisando, havendo o banco concordado;
i) CLÁUSULA 54 – ESCRITURÁRIO – ASCENSÃO PROFISSIONAL DE A1 PARA A2, pretendendo a renovação da cláusula 51 do ACT revisando, com o que o banco está “de acordo”; e,
j) CLÁUSULA 56 – ASCENSÃO PROFISSIONAL, visando a renovação do caput da cláusula 56 do ACT revisando, com elevação do período de inexistência de demanda de 12, para 24 meses, e com o acréscimo de três parágrafos, para aperfeiçoamento da cláusula. O Banco não concordou com os ajustes apresentados e propôs renovar a cláusula 56 do ACT revisando.

A próxima reunião está mantida agendada para a tarde da próxima sexta-feira (12/08).

Representaram a Contec o Coordenador da Comissão, Gilberto Antonio Vieira e Jéssica Alencar (CONTEC) e os seguintes dirigentes: Carlos Souza, Dejair Besson, José Luiz do Valle e Rogério Marques (FEEB-SP/MS), Florival, Marcelo, Ricardo e Valéria Ferreira de Oliveira (FEEB-MG/GO/TO/DF), Antonio Ribas Maciel Júnior, Carlos Ferreira Kravicz e Luana Narinatsu da Silva (FEEB-PR), Carla Flores, João Barbosa, Luiz Francisco Cardoso, Michael da Silva e Walter Augusto Hofelmann (FEEB-SC), Ivanilson Batista Luz (FEEB GO/TO), Valderlan Galindo Ramos (FEEB-AL/PE/RN), Arimarcel Padilha (FEEB PB) e Regis (Delegacia da CONTEC no RS).

O Banco do Brasil foi representado por sua Gerente Executiva, Dra. Karine Etchepare Wernz, pelo Gerente de Soluções Paulo César Neto e pelos colegas Anderson Andrei da Silva Sá, Mirian Lusia Nunes e Drs. Flávio Renato Fachini e Luzimar de Souza.

Comissão Executiva Bancária Nacional de Negociação – CEBNN/CONTEC

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Comando Nacional cobra retorno dos bancos às reivindicações da categoria

Bancários apresentaram último ponto da pauta da Campanha Nacional dos Bancários 2022; mas bancos ainda não trouxeram respostas às reivindicações

O Comando Nacional dos Bancários apresentou à Federação Nacional dos Bancos, na reunião de negociações realizada nesta segunda-feira (8), a proposta de aumento dos valores da Participação nos Lucros e/ou Resultados (PLR), o último ponto da pauta de reivindicações da categoria e cobra agilidade na resposta dos bancos.

“Até o momento não obtivemos avanços concretos. A falta de respostas às negociações e às reivindicações apresentadas em junho com a entrega da minuta frustra a categoria. Esperamos que a Fenaban apresente retorno imediato às propostas”, diz Reginaldo Breda, secretário geral da Federação dos Bancários dos Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul.

A comissão de negociação dos bancos ficou de se reunir com o setor para trazer a resposta o quanto antes.

Entenda a PLR

A PLR é um dos pontos de maior interesse da categoria bancária. O aumento da PLR foi escolhido como prioridade da Campanha Nacional dos Bancários 2022 por 58% dos mais de 35 mil bancários que participaram da Consulta Nacional à categoria. As duas primeiras prioridades são aumento real (92%) e aumento maior para o VA e VR (62%).

Em 1995, os grandes bancos distribuíam cerca de 14% dos lucros a título de PLR. Esse percentual caiu ao longo dos anos, mesmo com reajustes nos valores, mudanças nos parâmetros e introdução da parcela adicional. Em 2021, nos três maiores bancos privados, a média foi de 6,6%. A categoria reivindica maior distribuição dos lucros.

Desde 1997, o movimento sindical conquistou 126% de aumento real para a PLR do cargo de caixa. No mesmo período, o crescimento real do lucro dos bancos foi de 359%, 2,85 vezes mais do que a percentagem de aumento da PLR.

Programas próprios

O Comando Nacional lembrou, ainda, que alguns bancos não discriminam nos holerites os valores pagos das regras próprias e cobrou que a informação fosse incluída.

Regras 

1)            Regra Básica: 90% do salário + R$ 2.807,03 (com teto de R$ 15.058,34).
A Regra Básica pode ser compensada com programas próprios.

Possibilidades: A regra básica deve ser aplicada para todos os bancários de determinada instituição e caso:
a) O Montante fique entre 5% e 12,8% do lucro líquido do banco, aplica-se a regra;
b) O Montante fique acima de 12,8% os valores individuais dos bancários sofrerão redutores;
c) O Montante fique abaixo de 5% do lucro líquido, os valores individuais dos bancários são majorados até o limite de 2,2 salários ou até que o montante chegue a 5% do lucro, o que ocorrer primeiro.

2)            Parcela Adicional

  • Distribuição linear de 2,2% do lucro líquido dos bancos entre todos os bancários e bancárias, com teto de R$ 5.614,06;
  • Existe a possibilidade de o banco distribuir menos de 2,2% na parcela adicional, caso pague o teto;
  • A Parcela Adicional não pode ser compensada com programas próprios.

Antecipação da PLR Fenaban

  • Antecipação da Regra Básica: 54% do salário + R$ 1.684,21 (com teto de R$ 9.034,99).
  • Na antecipação já vale a regra dos 12,8% do lucro líquido, mas a do piso de 5% do lucro líquido só é definida ao final do ano;
  • Antecipação da Parcela Adicional: 2,2% do lucro líquido do 1º semestre dividido linearmente, com teto de R$ 2.807,03.

Histórico

Breve histórico de mudanças nos parâmetros da PLR na Convenção Coletiva de Trabalho dos bancários:

  • CCT específica de PLR desde 1995 válida para todo o território nacional;
  • 1995: Inicialmente previa apenas regra básica (72% do salário + R$ 200);
  • 1996: limites estabelecidos: a PLR ficaria entre 5% e 15% do lucro líquido dos bancos;
  • 1997: estabelece a majoração da regra básica em até 2 salários, quando o valor ficasse abaixo de 5% do lucro líquido;
  • 2003: Campanha unificada;
  • 2005: Parcela Linear de 4% no BB;
  • 2006: conquista da parcela adicional baseada na variação do Lucro Líquido;
  • 2008: Majoração da regra básica passa a ir a até 2,2 salários;
  • 2009: Parcela Adicional passa a ser de 2% do lucro líquido, independente da variação. Com isso a distribuição mínima passa a ser de 7%, com algumas exceções;
  • 2010: PLR Social Caixa;
  • 2013: Parcela adicional ampliada para 2,2% do lucro líquido.

Fonte: Federação dos Bancários SP/MS

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Campanha Salarial 2022 – BANCO DO BRASIL S.A.

A Comissão Executiva Bancária Nacional de Negociação da CONTEC, com a participação de representantes das Federações de bancários filiadas, realizou a quinta reunião – via remota/virtual –, na tarde desta quinta-feira, com a Comissão de Negociação do Banco do Brasil, para dar continuidade aos debates da pauta de reivindicações dos funcionários, da presente campanha salarial.

Por sugestão dos dirigentes sindicais da CONTEC, foram debatidas as seguintes cláusulas, da pauta entregue ao Banco em 15/06/2022:

a) CLÁUSULA 4ª – SUBSTITUIÇÃO DE COMISSIONADOS, objetivando maior equilíbrio entre o trabalho realizado pelos funcionários e a contrapartida da empresa, que hoje sequer pontua as substituições em benefício daqueles que realizam os trabalhos, nas hipóteses não abarcadas na cláusula 54 do ACT revisando, que o banco concorda em renovar. Os representantes dos funcionários pediram que a Comissão do Banco leve as ponderações para a direção da empresa;
b) CLÁUSULA 6ª – INCORPORAÇÃO DE FUNÇÃO, visto que apesar do cancelamento da súmula 372 do C. TST, os princípios que levaram ao estabelecimento da súmula continuam valendo. Os representantes dos funcionários ponderaram que o risco de descomissionamento tem sido uma das maiores preocupações dos funcionários, tendo em vista a representatividade da comissão no orçamento familiar dos funcionários. O banco, no entanto, registrou não ter interesse no atendimento do pedido;
c) CLÁUSULA 10 – AUXÍLIO GRADUAÇÃO, PÓS-GRADUAÇÃO, ESPECIALIZAÇÕES E CERTIFICAÇÕES, considerando o retorno do investimento para a empresa, havendo o banco registrado que pretende manter a sistemática atual adotada na organização;
d) CLÁUSULA 27 – ANUALIZAÇÃO DE LICENÇA-PRÊMIO, havendo o banco registrado que pretende renovar a cláusula nos termos do ACT revisando;
e) CLÁUSULA 27 – ANUALIZAÇÃO DE LICENÇA-PRÊMIO, havendo o banco se manifestado pela renovação da cláusula, nos termos do ACT revisando;
f) CLÁUSULA 28 – ISENÇÃO DE TARIFAS E ANUIDADES, ponderando que os funcionários têm gerado excelentes resultados e fazem jus ao benefício, se manifestando o banco pela renovação da cláusula, nos termos do ACT revisando;
g) CLÁUSULA 29 – FALTAS ABONADAS, tendo em vista a dificuldade de muitos funcionários em usufruir da cláusula, pedimos seja admitida a possibilidade de conversão. O banco se manifestou pela renovação da cláusula 26 do ACT revisando, com a supressão do § 3º, uma vez que não concorda com a conversão;
h) CLÁUSULA 30 – LICENÇA ADOÇÃO, tendo o banco concordado com o pedido da pauta, de renovação da cláusula 27 do ACT revisando;
i) CLÁUSULA 31 – LICENÇA PARA ACOMPANHAR PESSOA ENFERMA DA FAMÍLIA – LAPEF, havendo o banco se manifestado pela renovação da cláusula 28 do ACT revisando;
j) CLÁUSULA 34 – ADIANTAMENTOS, objetivando a inclusão de todos os incorporados como beneficiários, o que foi negado pelo banco, que pretende renovar a cláusula nos termos do ACT revisando;
k) CLÁUSULA 35 – AUXÍLIO FUNERAL, objetivando a elevação do valor, tendo em vista sua insuficiência para cobertura das despesas mínimas nos casos de falecimento. O banco não concordou em elevar o valor, registrando que pretende ajustar a redação, para que pague apenas a diferença entre o valor estabelecido no caput e o valor pago por entidade de Previdência Privada ou Pano de Saúde de que seja patrocinador; e,
l) CLÁUSULA 36 – AMPLIAÇÃO DA LICENÇA-PATERNIDADE, que foi objeto de concordância de renovação da cláusula pelo banco.

A próxima reunião está mantida agendada para a manhã da próxima terça-feira (09/08).

Representaram a Contec o Coordenador da Comissão, Gilberto Antonio Vieira e Jéssica Alencar (CONTEC) e os seguintes dirigentes: Carlos Souza, Dejair Besson, José Luiz do Valle e Rogério Marques (FEEB-SP/MS), Florival, Marcelo, Ricardo e Valéria Ferreira de Oliveira (FEEB-MG/GO/TO/DF), Antonio Ribas Maciel Júnior, Carlos Ferreira Kravicz e Luana (FEEB-PR), Armando Machado Filho, Carla Flores, João Barbosa, Luiz Francisco Cardoso, Michael da Silva e Walter Augusto Hofelmann (FEEB-SC), Edson Gallo, Ivanilson Batista Luz e Ruy Ramos (FEEB GO/TO), Valderlan Galindo Ramos (FEEB-AL/PE/RN), Andrea Gurgel (FEEB PB) e Regis (Delegacia da CONTEC no RS).

O Banco do Brasil foi representado por sua Gerente Executiva, Dra. Karine Etchepare Wernz, pelo Gerente de Soluções Paulo César Neto e pelos colegas Anderson Andrei da Silva Sá, Mirian Lusia Nunes e Drs. Flávio Renato Fachini e Luzimar de Souza.

Comissão Executiva Bancária Nacional de Negociação – CEBNN/CONTEC

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Campanha Nacional: Bancários negociam Cláusulas Econômicas com os Bancos

Debate teve ênfase para alta rentabilidade dos bancos e inflação no País

O Comando Nacional dos Bancários se reuniu nesta quarta-feira (03) com a Federação Nacional dos Bancos para a primeira negociação sobre a pauta Cláusulas Econômicas. Entre as principais demandas da categoria está a reposição da inflação, com de aumento real de 5%, além de ajuste para os vales refeição e alimentação.

Em resposta, os bancos afirmaram dificuldade para aumento maior do VA e VR porque o governo alega que os bancos usam os vales para aumentar a remuneração da categoria sem que haja possibilidade de tributar os valores.

No decorrer da reunião, os representantes dos bancários enfatizaram a alta rentabilidade dos bancos nos últimos anos e a inflação no País. Dados elaborados pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos (Dieese) foram apresentados.

“Foi um debate rico em estudos apresentados pela categoria que demonstram que o movimento sindical está alicerçado com dados e informações fundamentais para a negociação”, explica Reginaldo Breda, secretário geral da Federação dos Bancários dos Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul.

Apesar da argumentação e dos estudos apresentados, os bancos protelaram respostas e as negociações continuam na próxima segunda-feira (8).

Inflação

Conforme apresentação do DIEESE,  na última data base da categoria bancária o INPC foi de 10,42% e desde então o índice acumulado vem aumentando, principalmente com o impacto de combustíveis e alimentos.  Com relação à inflação dos alimentos, a cesta básica tem uma variação de 24% em um ano, 50% desde o início da pandemia e 77% desde o início do governo Bolsonaro. Para o PRONCON, a compra de uma cesta básica com produtos de higiene e limpeza totaliza um gasto de R$1.251,00. Já o vale alimentação dos bancários é de R$ 644,00. “Podemos ver um valor maior que o salário mínimo e 94% acima do auxílio alimentação da categoria bancária, ou seja, com o valor pago à categoria não é possível comprar uma cesta básica”, explica o representante da Feeb SP/MS.

Rentabilidade dos bancos

O Comando Nacional pontuou, também, o lucro líquido dos maiores bancos do Brasil, que apresentaram crescimento de 190% acima da inflação entre 2003 e 2021.

Na comparação entre os primeiros trimestres de 2021 e 2022 é possível verificar um crescimento de 15,4% nos lucros dos cinco maiores bancos do país, chegando a R$ 27,6 bilhões.

Com exceção da Vale e da Petrobras, os bancos foram o setor econômico com maior lucro líquido entre as empresas de capital aberto em 2021. Em 2021, a rentabilidade dos maiores bancos no Brasil ficou quase cinco pontos percentuais acima da rentabilidade dos maiores bancos dos Estados Unidos.

“Mesmo com a alta lucratividade e um quadro crítico de inflação instalada no país, os bancos insistem em assolar, tanto bancários como a população. Os números mostram que o endividamento das famílias chegou a 52,6% da renda acumulada em 12 meses e o comprometimento mensal da renda com o serviço da dívida com o setor financeiro chegou a 27,9%. É uma situação no mínimo desumana e sem o menor sentido”, reflete Breda.

Massa salarial

Durante a negociação, também foi demonstrado o resultado da redução do emprego da categoria, que levou a uma queda na massa salarial real do setor de 20% desde 2014. Dados mostram que a remuneração per capita anual da diretoria executiva média de quatro bancos é de R$ 8,9 milhões/diretor. O valor excede 132 vezes a remuneração anual da função de escriturário. Foi enfatizada, ainda, a disparidade na remuneração comparada ao lucro líquido dos bancos, que pontuou que enquanto a remuneração média real dos bancários subiu 12%, o líquido real dos bancos subiu 222%.

“Se observarmos o histórico de aumentos reais garantidos pela CCT (Convenção Coletiva de Trabalho) da categoria veremos que a soma chega a 23% de aumento real entre 2004 e 2019, mas quando olhamos a base de dados da Rais (Relação Anual de Informações Sociais), a remuneração média dos bancários subiu 12% em termos reais. Este descompasso mostra que os reajustes da categoria não foram de fato incorporados aos seus salários”, explicou o economista Gustavo Cavarzan, do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

Negociações

Na reunião desta quarta-feira foram tratadas todas as cláusulas econômicas da minuta, exceto as relacionadas à Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e remuneração variável, que entrarão em pauta na próxima reunião prevista para segunda-feira (8). (Veja aqui a minuta-da-pauta-de-reivindicacoes.

Fonte: Federação dos Bancários SP/MS

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CAMPANHA SALARIAL 2022 – BANCO DO BRASIL S.A.

A Comissão Executiva Bancária Nacional de Negociação da CONTEC, com a participação de representantes das Federações de bancários filiadas, realizou – via remota/virtual –, a quarta reunião, com a Comissão de Negociação do Banco do Brasil, para dar continuidade aos debates da pauta de reivindicações dos funcionários, da campanha salarial em curso.

Por sugestão dos dirigentes sindicais da CONTEC, foram debatidas as seguintes cláusulas, da pauta entregue ao Banco em 15/06/2022:
a) CLÁUSULA 1ª – RENOVAÇÃO DO ACT 2020-2022, objetivando garantir a vigência do acordo revisando até a assinatura de novo instrumento, havendo o banco rejeitado a cláusula, sob alegação de que pretende concluir a negociação até o final deste mês;
b) CLÁUSULA 2ª – REAJUSTE SALARIAL, cuja manifestação do banco foi de que pretende aguardar o posicionamento da mesa única;
c) CLÁUSULA 73 – LIBERAÇÃO PARA PARTICIPAÇÃO EM ATIVIDADES SINDICAIS, havendo o banco concordado com a renovação da cláusula;
d) CLÁUSULA 5ª – GRATIFICAÇÃO DE FUNÇÃO, objetivando a renovação da cláusula com a elevação de 55% para 70% do percentual sobre o salário, havendo o banco dito que pretende manter o percentual de 55% sobre os salários iniciais das carreiras, destacando que o referido percentual já remunera a 7ª e 8ª horas. Ponderamos que o valor da gratificação não remunera as horas extras laboradas, ao que a empresa registrou que a tendencia é aguardar a mesa única;
e) CLÁUSULA 7ª – ATUALIZAÇÃO DA VERBA VIAGEM, que há muitos anos não vem sendo reajustada, havendo o banco registrado que busca reduzir os custos mediante realização de convênios com empresas de viagem, locação de carros e utilização de aplicativos, destacando que não pretende clausular a matéria, que é regulada pela IN 377. Os representantes laborais ponderaram a necessidade de reajuste da verba, bem como defenderam o pagamento do almoço pelo mesmo valor previsto para o jantar, independentemente de pernoite. O banco disse que pretende continuar regulando a matéria fora do ACT;
f) CLÁUSULA 8ª – REMUNERAÇÃO AVANÇADA, destacando que o atual PCR do banco gera reflexo negativo na carreira de mérito. O banco informou que único prejuízo ocorre quando o funcionário perde a comissão e que pretende corrigir a questão, mediante acerto da pontuação quanto ao mérito, com efeito retroativo;
g) CLÁUSULA 9ª – VANTAGEM DE FÉRIAS E DE LICENÇA-PRÊMIO EM FACE DE EXERCÍCIO DE FUNÇÃO DE CONFIANÇA, DE FUNÇÃO GRATIFICADA, DE COMISSÃO EM EXTINÇÃO OU ATIVIDADE DE CAIXA EXECUTIVO, objetivando a renovação da cláusula nos termos do ACT revisando, havendo o banco se manifestado pela exclusão da cláusula do ACT, sob alegação de que a matéria já se encontra pacificada no art. 142 da CLT. Os dirigentes sindicais defenderam sua manutenção no ACT, havendo restado ajustado que voltaremos a discutir o assunto;
h) CLÁUSULA 14 – GRATIFICAÇÃO DE CAIXA, havendo o banco concordado com a renovação da cláusula, com a atualização do valor conforme vier a ser decidido na mesa única;
i) CLÁUSULA 51 – DISPENSA DE FUNÇÃO OU DE COMISSÃO EM EXTINÇÃO DECORRENTE DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO FUNCIONAL, objetivando a renovação da cláusula, nos termos do acordo revisando, havendo o banco proposto reduzir para um ciclo avaliatório, alegando desequilíbrio com os níveis gerenciais. Ponderamos sobre a impertinência da pretensão patronal num período pós-pandemia, havendo o banco se mantido insensível à questão;
j) CLÁUSULA 68 – CAIXA EFETIVO – MANUTENÇÃO DA GRATIFICAÇÃO MENSAL, buscando uma solução negociada para a questão que se encontra tramitando na Justiça. A posição do banco é de não pretende clausular a matéria;
k) CLÁUSULA 69 – EQUIPARAÇÃO DOS SALÁRIOS DE GERENTE DE SERVIÇO E GERENTE DE RELACIONAMENTO, visto que os gerentes de serviços também estão obrigados ao cumprimento de metas de vendas, além do volume de serviços, com o que não concorda o banco, que alega que cada função tem um nível de complexidade e pretende manter as duas funções precificadas segundo o atual PCR;
l) CLÁUSULA 75 – NEGOCIAÇÃO PERMANENTE E SOLUÇÃO DE DIVERGÊNCIAS, objetivando a renovação da cláusula nos termos do ACT revisando, com o que concordou o banco;
m) CLÁUSULA 77 – SINDICALIZAÇÃO, visando a renovação da cláusula nos termos do ACT revisando, com o que o banco concorda; e,
n) CLÁUSULA 78 – QUADRO DE AVISOS, pretendendo a renovação da cláusula nos termos do ACT revisando, havendo o banco condordado.
A próxima reunião restou agendada para a manhã da próxima quinta-feira (04/08).

Representaram a Contec o Coordenador da Comissão, Gilberto Antonio Vieira e Jéssica Alencar (CONTEC) e os seguintes dirigentes: Carlos Souza, Dejair Besson, José Luiz do Valle e Rogério Marques (FEEB-SP/MS), Florival e Valéria Ferreira de Oliveira (FEEB-MG/GO/TO/DF), João Haroldo Ruiz, Antonio Ribas Maciel Júnior, Carlos Ferreira Kravicz e Luana (FEEB-PR), João Barbosa, Luiz Francisco Cardoso, Michael da Silva e Walter Augusto Hofelmann (FEEB-SC), Edson Gallo, Ivanilson Batista Luz e Ruy Ramos (FEEB GO/TO), Valderlan Galindo Ramos (FEEB-AL/PE/RN), Arimarcel Padilha e Tiago Macena (FEEB PB) e Regis (Delegacia da CONTEC no RS).

O Banco do Brasil foi representado por seu Gerente de Soluções Paulo César Neto e pelos colegas Mirian Lusia Nunes e Drs. Flávio Renato Fachini e Luzimar de Souza.

Comissão Executiva Bancária Nacional de Negociação – CEBNN/CONTEC

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Reunião de negociação com BB é reagendada para sexta (5)

Cancelamento ocorreu em decorrência de saúde de um dos representantes do bancoNa manhã desta terça-feira (2), o Banco do Brasil solicitou o cancelamento da mesa de negociações com a Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), que ocorreria nesta tarde. O tema a ser debatido seria Cláusulas Sociais. O encontro foi reagendado para a próxima sexta-feira (5).

Até o momento foram realizadas três reuniões para a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) específico do BB, pela Campanha Nacional 2022. Entre os temas já debatidos estão: Igualdade de Oportunidades, Emprego e Terceirização e Segurança, além da entrega de pautas específicas à Previ e à Cassi.

Confira as datas para as próximas reuniões:

  • Quinta-feira – 4 de agosto – Teletrabalho
  • Sexta-feira – 5 de agosto – Cláusulas sociais
  • Terça-feira – 9 de agosto – Saúde e Condições de Trabalho
  • Sexta-feira – 12 de agosto – Cláusulas Econômicas
  • Quarta-feira – 17 de agosto – Representação

Fonte: Federação dos Bancários SP/MS

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Tuitaço – pré-negociação sobre cláusulas econômicas

INICIA-SE HOJE AS NEGOCIAÇÕES DAS CLÁUSULAS ECONÔMICAS

VAMOS TODOS PARTICIPAR

TUITAÇO A PARTIR DAS 09H

Para 92% dos bancários que participaram da Consulta Nacional à categoria, o aumento real deve ser a principal prioridade da Campanha Nacional 2022. Cola com a gente e #BoraGanharEsseJogo!

A inflação dos alimentos consumidos nas casas dos brasileiros teve alta de 16% em 1 ano. A cenoura (86%), o tomate (66%) e o café (62%) tiveram altas assustadoras. Não é por menos que 61% dos bancários querem prioridade para o reajuste diferenciado no VA e VR. #BoraGanharEsseJogo

Nos últimos 12 meses o rotativo do cartão de crédito subiu 56%, o crédito pessoal não consignado 43% e o cheque especial 26%. Os juros destas linhas de crédito são de 355%, 83% e 133% ao ano, respectivamente. Esfolam o povo e querem esfolar os bancários. #BoraGanharEsseJogo

O Brasil teve o 3º maior spread bancário do mundo em 2021, com 20 pontos percentuais acima da média de América Latina e Caribe. O país fica atrás apenas de Zimbabué e Madagascar. Dá pra atender as reivindicações dos bancários, né? #BoraGanharEsseJogo

Em 2021, a rentabilidade dos maiores bancos no Brasil ficou quase 5 pontos percentuais acima da rentabilidade dos maiores bancos nos EUA. E ainda reclamam que ganham pouco! Bora parar de mimimi e atender as reivindicações dos bancários! #BoraGanharEsseJogo

Não é somente o lucro dos bancos brasileiros que é grande. Entre as 10 maiores rentabilidades de bancos da América Latina, EUA e outros bancos com ações em NY, 4 são de bancos brasileiros. Atendam as demandas dos bancários! #BoraGanharEsseJogo

Desde 2003, a rentabilidade média dos bancos fica invariavelmente muito acima da inflação. Nos últimos 5 anos ficou em média 3,2 vezes acima do IPCA. Comparado com empresas de tamanho similar os bancos são os mais rentáveis. #BoraGanharEsseJogo

Em 2021, os bancos formam o setor econômico com maior lucro líquido entre as empresas de capital aberto. Tiveram quase o dobro do lucro do setor de energia elétrica, o 2º mais lucrativo. Podem muito bem atender as reivindicações da categoria. #BoraGanharEsseJogo

O comportamento da remuneração média dos bancários somado à redução do emprego na categoria levou a uma queda na massa salarial real do setor de 20% desde 2014. Precisamos reverter este quadro! #BoraGanharEsseJogo

Nos últimos 12 meses o rotativo do cartão de crédito subiu 56%, o crédito pessoal não consignado 43% e o cheque especial 26%. Os juros destas linhas de crédito são de 355%, 83% e 133% ao ano, respectivamente. Esfolam o povo e querem esfolar os bancários. #BoraGanharEsseJogo

O endividamento das famílias chegou a 52,6% da renda acumulada em 12 meses e o comprometimento mensal da renda com o serviço da dívida com o setor financeiro chegou a 28% da renda das famílias. #BoraGanharEsseJo