Fenaban se recusa a garantir emprego

A Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) manifestou ontem (25), durante a quarta rodada de negociação com o Comando Nacional dos Bancários, discordância em incluir a garantia de emprego na nova Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). Quanto aos novos tipos de contratos previstos na legislação trabalhista (terceirizado, intermitente e temporário), em vigor desde novembro do ano passado, a Fenaban nega a aplicação; porém, não concorda em incluir a proibição na CCT.

A Fenaban, no entanto, aceitou analisar a proposta de CCT para todos os bancários, independente da remuneração ou escolaridade, incluindo os hipersuficientes (trabalhador com salário superior ao dobro do teto do benefício previdenciário, com curso superior completo), invenção da citada legislação trabalhista.

Bancos de horas: sem consenso. O Comando não aceita acordos individuais e compensação em seis meses. A Fenaban assumiu compromisso em apresentar uma nova proposta.

Gratificação de função: O Comando reivindicou a manutenção. Ou seja, os bancos não podem reduzir ou cortar a gratificação/comissão. A Fenaban não concorda.

Home office: A Fenaban informou que vai propor um modelo hibrido (trabalho no banco e em casa). O Comando ressaltou que qualquer proposta deve contemplar medidas de prevenção à saúde.

Tecnologia: O Comando propôs a criação de uma comissão bipartite para discutir e acompanhar as mudanças tecnológica e os impactos sobre o emprego bancário. A proposta será analisada pela Fenaban.

Agência digital: Os serviços devem ser prestados exclusivamente por bancários. A Fenaban dará resposta na próxima rodada.

Homologação: As rescisões dos contratos de trabalho devem ser homologadas nos sindicatos. A nova legislação trabalhista permite que o serviço seja executado fora das entidades sindicais. A proposta será analisada pela Fenaban.

Rodada dia 1º: A quinta rodada será realizada no dia 1º de agosto. Na pauta, as cláusulas econômicas.

Fonte: Contraf-CUT

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Santander tem lucro líquido de R$ 2,97 bilhões no 2º trimestre

O Santander Brasil registrou lucro líquido de R$ 2,97 bilhões no segundo trimestre, um crescimento de 5,4% na comparação com o 1º trimestre (R$ 2,8 bilhões), segundo balanço divulgado nesta quarta-feira (25).

O lucro gerencial, que exclui fatores extraordinários do ano fiscal, alcançou R$ 3,02 bilhões no 2º trimestre.

No acumulado no 1º semestre, o banco registrou lucro líquido societário, usado como referência para remuneração aos acionistas, de R$ 5,79 bilhões, o que representa uma crescimento de 56,4% na comparação com o mesmo período do ano passado (R$ 3,7 bilhões).

O banco atribuiu o resultado ao crescimento da base de clientes , alta das receitas totais e ganhos de eficiência.

Carteira de crédito cresce 13,1% em 12 meses

A carteira de crédito total somou R$ 290,48, bilhões no final de junho, aumento de 13,1% em doze meses, impulsionado pelas linhas para pessoas físicas. Em 3 meses, a carteira total teve expansão de 3,6%.

“O crédito à pessoa física totalizou R$ 119,8 bilhões no final de junho de 2018, crescimento de 23,0% em 12 meses e 5,4% em três meses. O desempenho em ambos os períodos foi impulsionado pela expansão, principalmente, de consignado, cartão de crédito e imobiliário”, destacou o banco em relatório.

Segundo o Santander, o índice de inadimplência superior a 90 dias atingiu o menor patamar histórico, totalizando 2,8% no final de junho, ante 2,9% no final de março.

O retorno sobre o patrimônio líquido, o indicador de rentabilidade, ficou em 19,5% ante 19,1% no trimestre anterior.

Fonte: G1

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Reunião de negociação com o Banco do Brasil

A CEBNN/Contec reuniu-se com o Banco do Brasil, nesta segunda-feira (23),  para continuidade da campanha salarial.

Cobrada pela CONTEC, a Comissão do BB informou que na próxima reunião trará resposta à questão do Plano de Saúde para os concursados.

A Comissão do BB propôs inserir cláusula de intervalo intrajornada com gozo de 15 a 30 minutos para os colegas com jornada de 6 horas e de 30 minutos a 2h00 pelos colegas com jornada de 8 horas.
O Banco propõe ainda ajustar a cláusula 42 do ACT, que trata de folgas, registrando que pretende unificar o tratamento, no sentido de acúmulo de até 10 folgas, a serem utilizadas no prazo de até 60 dias.
O BB se reportou à cláusula 39 ACT, que regula o Horário de Repouso, para propor a adoção da mesma redação da CCT, objetivando retirar o descanso de 10 minutos para os funcionários que trabalham nas salas de atendimento, com o que a CONTEC não concordou, argumentando que tal descanso foi fruto de inúmeras rodadas de negociações, até porque, trata-se da preservação da saúde daqueles colegas que, por longas horas, permanecem de pé, atendendo a clientela.
A Comissão BB se referiu às cláusulas 43 e 54 do ACT revisando, que regula a Trava para Remoção de Escriturário e Trava de Tempo para concorrência para atendentes, para propor a retirada das mencionadas cláusulas do ACT, ao argumento de que as questões se encontrariam nos normativos internos. A comissão CONTEC, ressaltou que há muito solicita do banco, conhecimento dos normativos que tratam de assuntos inerentes a determinadas cláusulas, pois, fica difícil concordar-se com algo que se desconhece.
O BB recusou o pedido de aporte de recursos para a CASSI (cláusula 15 da pauta), alegando que o assunto CASSI estaria sendo tratado em outro fórum. Ao que a mesa da CONTEC informou que o BB não está negociando com a representação dos funcionários, razão da situação deficitária em que se encontra a CASSI.
O BB também negou o pedido da Contec de reembolso das despesas realizadas por colegas lotados em cidades onde a CASSI não tem atendimento. Tendo a mesa da CONTEC, destacado que o pedido objetiva evitar o deslocamento desnecessário do funcionário, que além de se ausentar do trabalho, tem tido enormes despesas para garantir o atendimento para si e para seus familiares.
O BB negou ainda a cláusula 23 da pauta, Proteção à Funcionária Gestante, alegando que a cláusula 7ª. do acordo já atende em parte a reivindicação e que o Banco não costuma prejudicar funcionárias que retornam da licença maternidade. Propõe a renovação da cláusula 7ª, do ACT revisando. A CONTEC, por seu turno, indagou o porquê de o Banco não querer acordar a cláusula, se já a pratica, qual o prejuízo?
Apesar de toda as argumentações da mesa da CONTEC, o Banco manteve seu posicionamento.
O BB negou o pedido objeto da cláusula 24 da pauta, Afastamento por Doença Superior a 15 dias, propondo renovar a cláusula 36 do ACT revisando.
A Empresa também negou a cláusula 25, Perda de Comissão por Afastamento de Licença Saúde por mais de 180 dias, alegando que os funcionários do BB fazem jus à percepção da vantagem por 12 meses e que, nas situações de retorno de afastamento por câncer e acidentes de trabalho reconhecidas pelo INSS com CAT emitidas pelo BB, os funcionários retornam comissionados. Propôs renovar a cláusula 36.
A Empresa negou ainda o pedido objeto da cláusula 28, Estabilidade ao Funcionário Vítima de Assalto, Sequestro ou Extorsão, alegando que só demite mediante processo administrativo.
A próxima reunião foi confirmada para o dia 26, a partir das 14h00, no Ed. BB, na Av. Paulista, 1.230, para debate das cláusulas de relações sindicais.
Ficamos de encaminhar as cláusulas que pretendemos debater na próxima reunião.
A CEBNN/Contec destaca a necessidade de a categoria continuar mobilizada para conquistar suas reivindicações. Acompanhem o andamento das negociações no site e pelas redes sociais da CONTEC.
Diretoria Executiva da CONTEC

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As demissões sem justa causa representaram 55,1% do total de desligamentos no setor bancário entre janeiro e junho de 2018

23/07/2018

As demissões sem justa causa representaram 55,1% do total de desligamentos no setor bancário entre janeiro e junho de 2018

Os bancos fecharam 2.846 postos de trabalho no país, entre janeiro e junho de 2018, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado pela subseção do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) na Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), nesta segunda-feira (23). 

A análise por Setor de Atividade Econômica revela que os “Bancos múltiplos com carteira comercial”, categoria que engloba bancos como, Itaú Unibanco, Bradesco, Santander e Banco do Brasil, foram responsáveis pelo fechamento de 1.804 postos nos seis primeiros meses do ano. No caso da Caixa, devido, em grande parte, ao “Programa de Desligamento de Empregados”, lançado em 22 de fevereiro, o fechamento foi de 1.101 postos no período.

São Paulo registrou 57,8% das admissões e 64,7% do total de desligamentos, apresentando o maior saldo negativo no emprego bancário no período analisado, com 955 postos fechados no ano. Rio de Janeiro e Paraná foram os estados que mais fecharam postos, depois de São Paulo (respectivamente, 724 e 358 postos fechados. O Pará teve o maior saldo positivo (100 postos abertos).

Faixa Etária

Os bancos continuam concentrando suas contratações nas faixas etárias até 29 anos, em especial entre 18 e 24 anos. Foram criadas 5.142 vagas para trabalhadores até 29 anos. Acima de 30 anos, todas as faixas apresentaram saldo negativo (ao todo, -7.988 postos), com destaque para a faixa de 50 a 64 anos, com fechamento de 3.958 postos no período.

Desigualdade entre Homens e Mulheres

As 6.729 mulheres admitidas nos bancos no primeiro semestre de 2018 receberam, em média, R$ 3.451,91. Esse valor corresponde a 71,1% da remuneração média auferida pelos 7.219 homens contratados no período. Constata-se a diferença de remuneração entre homens e mulheres também nos desligamentos. As 8338 mulheres desligadas dos bancos recebiam, em média, R$ 5.570,62, o que representou 74,2% da remuneração média dos 8.456 homens desligados dos bancos.

Primeiros reflexos da Reforma Trabalhista nos dados do Caged

As demissões sem justa causa representaram 55,1% do total de desligamentos no setor bancário entre janeiro e junho de 2018. As saídas a pedido do trabalhador representaram 37,1% dos tipos de desligamento. Nesse período foram registrados, ainda, 35 casos de demissão por acordo entre empregado e empregador. Essa modalidade de demissão foi criada com a aprovação da Lei 13.467/2017, a Reforma Trabalhista, em vigência desde novembro de 2017. Os empregados que saíram do emprego nessa modalidade apresentaram remuneração média de R$ 8.827,74.

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Caixa Federal afirma não ter autorização para pagar PLR social

 

Os representantes da Caixa Federal afirmaram que o banco não tem autorização para pagar a PLR Social, durante a segunda rodada de negociação da pauta específica, realizada nesta sexta-feira (20), em Brasília. E mais: disseram que a Caixa Federal irá seguir tão somente a regra básica da PLR da Fenaban (Federação Nacional dos Bancos), a ser negociada com o Comando Nacional dos Bancários. Quanto à reivindicação de um delta por ano por antiguidade, a Caixa Federal não concordou. Os representantes do banco público informaram que será mantido o atual modelo, que prevê um delta por antiguidade a cada dois anos e discussão anual da sistemática por mérito. A Caixa Federal negou reduzir as taxas de juros e os valores das tarifas para os empregados.

No que se refere aos pontos da pauta da segunda rodada (saúde e condições de trabalho), os sindicatos reivindicaram novamente o fim dos descomissionamentos arbitrários, inclusive de gestantes, e a manutenção da titularidade da função dos empregados afastados para tratamento de saúde. Os sindicatos reivindicaram ainda garantia de ampla defesa dos empregados nos processos disciplinares; hoje, inclusive, quem entra com recurso corre o risco de agravar a situação. Os representantes da Caixa Federal não se manifestaram sobre esses pontos. Porém, não aceitaram o fim do Caixa Minuto.

Os sindicatos reivindicaram também o não fechamento de unidades, principalmente em cidades pequenas e bairros periféricos. Os representantes da Caixa Federal disseram que o processo está suspenso. “Está claro que é hora de mobilização”, analisa o diretor do Sindicato Carlos Augusto (Pipoca), que representou a Federação dos Bancários de SP e MS na mesa de negociação.

3ª rodada: Dia 26 de julho. Pauta: Saúde Caixa e Funcef.

 

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Saúde: sem avanço na terceira rodada

A terceira rodada de negociação entre o Comando Nacional dos Bancários e a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos), realizada hoje (19) em São Paulo não resultou em nenhum avanço sobre o tema saúde; apenas em segurança. Responsáveis por 5% do total de afastamentos por doença no país, entre os anos de 2012 e 2017, segundo dados do Ministério Público do Trabalho, os bancos se comprometeram em analisar as propostas de combate às metas abusivas, que provocam assédio moral e adoecimentos da categoria.

O Comando apresentou na mesa dados do INSS sobre adoecimento: os bancários representam 21,2% do total de afastamentos do trabalho por transtorno depressivo recorrente; 18% por transtornos de ansiedade; 14,6% por reações ao estresse grave; e 17,1% por episódios depressivos.

Segurança: A Fenaban reafirmou concordância em alterar a cláusula 33ª da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), que trata de segurança bancária, estendendo aos bancários vítimas do crime extorsão mediante sequestro a mesma proteção garantida aos bancários vítimas de sequestro consumado; ou seja, atendimento médico e psicológico, registro de Boletim de Ocorrência (BO) e a possibilidade de realocação para outra agência ou posto de atendimento bancário.

O Comando reivindicou ainda providências dos bancos para a questão das agências que permanecem fechadas ou sem numerário após ataques, explosões praticadas por criminosos, principalmente em pequenas cidades.

4º rodada: No próximo dia 25 será realizada a quarta rodada; na pauta, emprego. Já no dia 1º de agosto, serão negociadas as cláusulas econômicas.

Fonte: Contraf-CUT

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Bancários querem trabalhar em paz

Bancos são um dos setores que mais adoecem seus empregados: são responsáveis por apenas 1% dos empregos no Brasil, mas 5% dos afastamentos por doença

Saúde e condições de trabalho são os temas da pauta da terceira rodada de negociações entre o Comando Nacional dos Bancários e a federação dos bancos (Fenaban), nesta quinta-feira (19), em São Paulo.

A categoria, que atua num dos setores mais pujantes da economia nacional, é uma das que mais se afasta em função de doenças relacionadas ao trabalho.

Para dar uma ideia do tamanho deste problema, basta mencionar um dado do Observatório Digital de Saúde e Segurança do Trabalho: entre 2012 e 2017 os bancos foram responsáveis por apenas 1% dos empregos criados no país, mas por 5% dos afastamentos por doença.

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BB concorda com CCT para todos

O Banco do Brasil concordou que a futura Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) seja válida para todos os funcionários, incluindo os hipersuficientes (trabalhador com salário superior ao dobro do teto do benefício previdenciário, com curso superior completo), invenção da nova legislação trabalhista, durante a segunda rodada de negociação da pauta específica com os sindicatos, realizada hoje (13) em São Paulo. Quanto ao aditivo à CCT, os representantes do BB afirmaram que as cláusulas que contemplam benefícios serão renovadas, mas o banco quer discutir a redação da GDP (Gestão de Desempenho Profissional), proposta apresentada na primeira rodada que ocorreu no último dia 29 de junho.

A exemplo da Fenaban, o BB não aceitou assinar o termo de pré-acordo que visa garantir a validade dos direitos da categoria até a renovação da CCT. Já os temas saúde do trabalhador, home office e escritórios digitais serão debatidos em mesas temáticas, específicas. O BB e os sindicatos definiram o seguinte calendário de negociação: saúde e condições de trabalho, dia 23 deste mês de julho; emprego e cláusulas sociais e sindicais, dia 26 de julho. As cláusulas econômicas serão negociadas no dia 3 de agosto (data indicativa).

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Primeira rodada com Caixa Federal define calendário.

A Caixa Federal e os sindicatos definiram hoje (13) o calendário de negociação, durante a primeira rodada realizada em São Paulo. A exemplo da Fenaban e do BB, a Caixa Federal não assinou o termo de pré-acordo para garantir a validade dos atuais direitos da categoria até a renovação da CCT. Os temas saúde e condições de trabalho serão negociados no dia 20 deste mês de julho; Saúde Caixa e Funcef, no próximo dia 26. Os representantes da Caixa Federal destacaram que o novo aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) deve passar pela aprovação do Conselho de Administração. Os acordos anteriores, cabe lembrar, foram referendados pelos órgãos controladores.

RH 184: Os sindicatos cobraram a revogação da versão 41 do normativo interno RH 184 e o fim da Gestão de Desempenho de Pessoas (GDP), da verticalização e dos descomissionamentos arbitrários, inclusive de gestantes. E mais: reembolso dos valores gastos com certificação (CPA 20) aos “eventuais gerentes”.

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Fenaban não assina pré-acordo; definido calendário de negociação

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 A Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) não assinou o pré-acordo para garantir a validade dos direitos da categoria até a renovação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), durante a segunda rodada de negociação com o Comando Nacional dos Bancários, realizada hoje (12) em São Paulo. A Fenaban, no entanto, aceitou o calendário de negociação proposto pelo Comando, que prevê três rodadas. No dia 19 deste mês de julho, cláusulas sobre saúde e condições de trabalho; no dia 25, emprego; e no dia 1º de agosto, cláusulas econômicas.

Para o secretário-geral da Federação dos Bancários de SP e MS, Reginaldo Breda, que participou da segunda rodada, foi “dado mais um passo rumo à renovação da CCT. A Fenaban aceitou o mesmo formato de calendário de anos anteriores; ou seja, discutir por temas. O que é um bom sinal. Porém, a garantia dos direitos passa pela mobilização dos bancários”.

 Pré-acordo

A assinatura do termo de pré-acordo, cabe lembrar, é uma necessidade porque o também chamado acordo coletivo de trabalho perde validade no dia 31 de agosto deste ano e a nova legislação (Lei nº 13.467, reforma trabalhista) acabou com a ultratividade das normas coletivas, que assegurava a prorrogação da CCT durante o processo de negociação.

Pauta

A pauta de reivindicações aprovada na 20ª Conferência da categoria, realizada entre os dias 8 e 10 de mês de junho em São Paulo, foi entregue à Fenaban no dia 13 do mesmo mês. Entre as reivindicações, além da assinatura do pré-acordo, reposição da inflação registrada no período de setembro de 2017 e agosto deste ano, 5% de aumento real, garantia de emprego e proibição de demissões em massa. A data-base da categoria é em 1º de setembro.