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Bancários querem pré-acordo de ultratividade assinado hoje

Na segunda rodada de negociação, Comando Nacional da categoria cobra da federação dos bancos compromisso com direitos previstos na CCT

 

ASSALTANTES FAZEM GERENTE DO BB E FAMILIARES REFÉNS EM MATINHOS

Após horas de sequestro durante a madrugada com sua família, gerente foi forçado a ir até banco no centro de Matinhos-Pr pela quadrilha, que roubou quantia de dinheiro da agência de cofre central e quatro caixas

No final da tarde desta segunda-feira, 09, o gerente de uma agência bancária da área central de Matinhos, junto com sua família, foi feito refém por uma quadrilha de criminosos armados em sua própria casa, também localizada no centro.

Sob constante ameaça, toda a família foi mantida refém durante a noite do mesmo dia e a madrugada da terça-feira, 10. Já na manhã desta terça-feira, 10, a quadrilha foi até o banco com o gerente mantido como refém, recolhendo quantia de dinheiro ainda não especificada do cofre principal e de quatro caixas eletrônicos, fugindo do local, liberando a vítima no banco.

O veículo utilizado na ação, um Ford Fiesta branco, placa AXM-7727, foi abandonado pela quadrilha e localizado em Matinhos na região do Sertãozinho em uma área de matagal. O carro tinha placa adulterada, segundo informações das autoridades, sendo que o Ford Fiesta foi roubado em Curitiba, no bairro Ahú, em fevereiro.

Segundo informações das autoridades policiais, a quadrilha constantemente ameaçou de morte a vítima e todos os seus familiares durante a madrugada. Na manhã da terça-feira, 10, por volta das 7h, a vítima foi levada ao banco pela quadrilha, que fez com que os seguranças se rendessem, realizando o assalto ao caixa do cofre central e quatro caixas eletrônicos.

Após a ação, os criminosos fugiram do local com o Ford Fiesta para destino incerto, sendo apurado posteriormente pelas autoridades que eles abandonaram o veículo na região do Sertãozinho em Matinhos.

No local onde o carro foi abandonado, a equipe de reportagem localizou vários extintores químicos, que a quadrilha utilizou em todo o carro, possivelmente para esconder as digitais dos criminosos e dificultar a identificação dos mesmos.

Desde a manhã, a ocorrência está em andamento durante toda esta terça-feira, 10, com trabalho em conjunto da Polícia Civil e da Polícia Militar do Paraná (PMPR) em Matinhos e em todo o litoral com amplo cerco policial para localização dos criminosos. A PMPR já isolou o local onde o carro foi abandonado e a Equipe de Criminalística da Polícia Civil está atuando na região para dar prosseguimento à investigação.

Um dos extintores utilizados para ocultar pistas possivelmente é de outro carro, que deu fuga a toda a quadrilha do local. (Fonte: Folha do Litoral)

CAMPANHA SALARIAL 2018: CALENDÁRIO DAS REUNIÕES DE NEGOCIAÇÃO

A Campanha Salarial dos Bancários 2018 já está em pleno vapor e, a categoria se mobiliza realizando reuniões nas agências, atos públicos e ações para esclarecer as demandas dos trabalhadores.

Na próxima quinta (12/07), às 16h,  integrantes da Comissão Executiva Bancária Nacional de Negociação (CEBNN/Contec) estarão no Banco do Estado do Amazonas (BASA) para entregar a Pauta de Reivindicações. No mesmo dia, em São Paulo, a Comissão CONTEC se reunirá com a FENABAN para mais uma reunião de negociação.

Na sexta (13/07), é a vez da reunião de negociação com o Banco do Brasil e, no dia 18/07, está marcada a reunião com a CAIXA ECONÔMICA FEDERAL.

Atenção para agenda de reuniões dessa semana, confira abaixo os horários das próximas negociações:

11/07 – às 15h, em Brasília, Reunião de Negociação do BANCO DE BRASÍLIA – BRB;
12/07, às 15h, em São Paulo, Reunião de Negociação da FENABAN;
12/07, às 16h, em Manaus, Entrega da Pauta de Reivindicações do BASA
13/07, às 14h, em Brasília, Reunião de Negociação do BANCO DO BRASIL S.A;
18/07, às 14h, em Brasília, Reunião de Negociação da CAIXA ECONÔMICA FEDERAL
 (Fonte: com Contec)

JUSTIÇA ANULA DECISÃO QUE CONDENAVA BANCÁRIA A PAGAR R$ 67,5 MIL AO ITAÚ

O Tribunal Regional do Trabalho da 1ª região (TRT-1) anulou a sentença que condenava uma ex-funcionária do Itaú Unibanco de Volta Redonda, no interior do Rio de Janeiro, a pagar R$ 67,5 mil ao banco para arcar com as bonificações dos advogados (oficialmente chamados de honorários sucumbenciais). (Marina Lang)

Por unanimidade, a anulação da decisão foi confirmada pela 4ª Turma do TRT-1 na semana passada. A íntegra da decisão ainda não foi publicada, mas o UOL teve acesso, com exclusividade, à certidão do julgamento.

Embora a ação tenha sido ajuizada em 11 de julho do ano passado, o juiz Thiago Rabelo da Costa, da 2ª Vara do Trabalho de Volta Redonda (RJ), levou em conta as novas leis trabalhistas, que começaram a vigorar a partir de 11 de novembro. Uma das mudanças prevê que a parte que perde no processo deve pagar as custas da parte vencedora.

Agora, a 4ª Turma do TRT-1 anulou a decisão de pagamento de multa ao Itaú baseando-se em uma instrução normativa aprovada no mês passado pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST). Segundo essa orientação do TST, as novas leis trabalhistas só devem ser aplicadas em ações iniciadas após a entrada em vigor da reforma.

O Itaú pode recorrer da decisão do TRT-1. Procurado pela reportagem, o banco informou que não vai se manifestar sobre a decisão.

Defesa: empregado é sempre parte mais fraca 
O escritório FFA – Ferrareze & Freitas, que defende a bancária, comemorou a anulação da multa.

“A gente acreditava nessa reversão. Mas, além da vitória, o que deve ser comemorado é o que isso representa: dar segurança jurídica ao trabalhador que ingressa com esse tipo de processo, no sentido de que não vai ser aplicada uma multa desigual”, declarou o advogado Alvaro Ferrareze ao UOL.

Na visão dele, é possível que outros processos com possíveis condenações de honorários sejam revertidos, ainda que tenham sido ajuizados após a Reforma Trabalhista.

“Desde que nasce, a relação de trabalho pressupõe desigualdade entre empregador e empregado. Mesmo que seja um funcionário altamente graduado, sempre há subordinação e temor reverencial em relação ao empregador. Logo, essa relação já começa por desigualdade natural. Na relação de emprego, o empregado vai ser sempre a parte mais fraca. É para isso que serve a Justiça do Trabalho”, afirma.

Juiz aumentou valor da causa de R$ 40 mil para R$ 500 mil 
No processo, ajuizado em julho do ano passado, a defesa da ex-funcionária havia estipulado o valor da causa em R$ 40 mil. Em novembro, o juiz de 1ª instância considerou esse valor incoerente, e aumentou para R$ 500 mil –mudança que afetou os custos do processo.

A ex-funcionária acusava o banco de desrespeitar uma série de direitos. O juiz decidiu a favor dela em um dos pedidos: falta de concessão de 15 minutos de intervalo entre a jornada normal e as horas extras. Por outro lado, considerou que não procediam as demais reivindicações: acúmulo de função, abono de caixa, horas extras, intervalo de digitador, dano moral por assédio e danos materiais.

Além disso, o juiz definiu que a bancária não tinha direito ao benefício da Justiça gratuita. Segundo ele, pedir esse benefício “virou uma praxe dos escritórios advocatícios”.

Itaú condenado a pagar R$ 7.500 e bancária, R$ 67,5 mil 
Na primeira decisão sobre o caso, o juiz condenou o Itaú Unibanco a pagar R$ 7.500 e a exfuncionária, R$ 67,5 mil.

“No caso, o reclamado somente foi sucumbente nas horas extras decorrentes da não concessão do intervalo do art. 384 da CLT, condenação esta que fixo em R$ 50 mil, razão pela qual condeno o réu [Itaú Unibanco] ao pagamento de R$ 7.500”, anotou o magistrado.

“Já a reclamante foi sucumbente nos demais pedidos –R$ 450 mil–, razão pela qual a condeno ao pagamento de honorários sucumbenciais no importe de R$ 67,5 mil”, prosseguiu. Ele adicionou, ainda, R$ 1.000 às custas processuais a serem pagos pela bancária que moveu o processo. (Fonte: UOL)

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Banco do Brasil agenda nova reunião para 13/07

 A Comissão Executiva Bancária Nacional de Negociação – CEBNN/Contec esteve reunida em São Paulo nesta sexta-feira (29/06) com o Banco do Brasil.

Após as apresentações, a Comissão da CONTEC pediu que o Banco respondesse sobre a pauta de reivindicações entregue no último dia 13/06.

O representante do Banco do Brasil respondeu que ainda está estudando a pauta de reivindicações.

A Comissão da CONTEC perguntou sobre a ultratividade e o Banco informou que irá aguardar a definição da Fenaban e que as negociações deverão acompanhar o desenrolar daquela mesa, que pretende continuar integrando, e manifestou o desejo de negociar e firmar Acordo Coletivo de Trabalho com CONTEC até 31/08/2018.

A propósito das cláusulas específicas, o Banco sugeriu a eleição de temas para debate na mesa de negociação permanente, que entende pode ser intensificada.

Ficou agendada a realização da próxima reunião para o dia 13/07/2018, a partir das 15 horas.

Comissão Executiva Bancária Nacional de Negociação –

Fenaban adia resposta sobre pré-acordo para garantir validade da CCT até renovação

Primeira rodada

A Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) adiou sua resposta sobre a assinatura de um pré-acordo, para garantir a validade dos direitos da categoria até a renovação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), durante a primeira rodada de negociação com o Comando Nacional dos Bancários, realizada nesta quinta-feira (28), em São Paulo. Após três horas, os representantes dos bancos disseram que a possível resposta será apresentada na próxima rodada, a ser realizada no dia 12 de julho, na capital paulista. “Ao não dar resposta à reivindicação prioritária da categoria, que é a assinatura do termo de compromisso que prorroga a CCT durante o processo de negociação, a Fenaban opta por uma péssima estratégia, que será repudiada”, avalia o secretário-geral da Federação dos Bancários de SP e MS, Reginaldo Breda.

Pré-acordo

O termo é uma necessidade porque o também chamado acordo coletivo de trabalho perde validade no dia 31 de agosto deste ano e a nova legislação (Lei nº 13.467, reforma trabalhista) acabou com a ultratividade das normas coletivas, que assegurava a prorrogação da CCT durante o processo de negociação. “Sem pré-acordo, nenhum direito está garantido. O que é inédito nas três últimas décadas. Diante dessa postura da Fenaban, é preciso intensificar a mobilização em defesa da CCT”, destaca Reginaldo Breda.

Pauta

A pauta de reivindicações aprovada na 20ª Conferência da categoria realizada entre os dias 8 e 10 deste mês de junho em São Paulo, foi entregue à Fenaban no último dia 13. Entre as reivindicações, além da assinatura do pré-acordo, reposição da inflação registrada no período de setembro de 2017 e agosto deste ano, 5% de aumento real, garantia de emprego e proibição de demissões em massa. A data-base da categoria é 1º de setembro.

Bancos públicos

A primeira rodada de negociação da pauta específica com o Banco do Brasil será nesta sexta-feira (29); com a Caixa Federal a rodada ainda não está definida.

VEJA QUANTO GANHA O PRESIDENTE DE EMPRESAS COMO ITAÚ, VALE E BRADESCO

Os maiores salários de presidentes de companhias brasileiras foram conhecidos nesta segunda feira. A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) determinou a divulgação dos valores a partir de hoje, com base na decisão do Tribunal Regional Federal (TRF) da 2ª Região, que derrubou liminar de 2010 que permitia a dezenas de empresas omitir os valores.

A liminar havia sido obtida pelo Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (Ibef), que alegava que a divulgação dos valores permitiria a identificação dos executivos e representaria uma violação à privacidade e um risco à segurança. No entanto, diversas entidades do mercado financeiro, inclusive a CVM, defendiam um maior nível de transparência na divulgação das informações das empresas, incluindo os salários de seus principais executivos.

Mais de 30 empresas não divulgavam salários de seus executivos, entre elas Bradesco, Itaú, Vale, Vivo e Shopping Iguatemi.

Confira abaixo os valores dos salários de presidentes de algumas companhias. Os valores referem-se 2017 e correspondem à soma de todos os salários do ano, além de outras vantagens e benefícios, como bônus e participação nos lucros. Entre parênteses está o valor equivalente ao mês. (Fonte: UOL)

Itaú: R$ 40.918.000,00 por ano (R$ 3.409.833,33 por mês)

Vale: R$ 19.046.168,46 por ano (R$ 1.587.280,70 por mês)

Bradesco: R$ 15.952.500,00 por ano (R$ 1.329.375,00 por mês)

TIM: R$ 8.173.653,71 por ano (R$ 681.137,80 por mês)

Iguatemi: R$ 8.086.564,48 por ano (R$ 673.880,37 por mês)

Alpargatas: R$ 7.336.200,00 por ano (R$ 611.350,00 por mês)

Vivo: R$ 6.719.912,45 por ano (R$ 559.992,70 por mês)

pauta 2018

Comando entrega pauta de reivindicações à Fenaban. Primeira rodada será dia 28

O Comando dos bancários entregou hoje (13) à Fenaban a pauta de reivindicações da Campanha Nacional, aprovada na 20ª Conferência da categoria realizada entre os dias 8 e 10 deste mês de junho em São Paulo. Entre as reivindicações prioritárias, reposição da inflação registrada no período de setembro de 2017 e agosto deste ano, 5% de aumento real, renovação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), extensiva a todos os trabalhadores do ramo financeiro, garantia de emprego e proibição de demissões em massa. Os representantes dos bancos assumiram compromisso em iniciar o processo de negociação ainda neste mês de junho, mais especificamente no dia 28.

O presidente da Fenaban, Murilo Portugal, em sua fala destacou que o “acordo coletivo nacional reduz desigualdades regionais e tem apresentado resultados positivos.

Após a entrega da pauta nacional à Fenaban, o Comando entregou as pautas específicas para o Banco do Brasil e Caixa Federal. A pauta da categoria foi referendada pelos bancários de Marília e Região durante assembleia realizada ontem (12), na sede do Sindicato.

Pré-acordo

Durante a entrega da pauta à Fenaban, o Comando Nacional dos Bancários propôs a assinatura de um termo de compromisso (pré-acordo) para garantir a validade das atuais cláusulas da CCT até a renovação, como definiu a 20ª Conferência. O termo é uma necessidade porque o também chamado acordo coletivo de trabalho perde validade no dia 31 de agosto deste ano e a nova legislação (Lei nº 13.467, reforma trabalhista) acabou com a chamada ultratividade das normas coletivas, que assegurava a prorrogação da CCT durante o processo de negociação. A Fenaban não manifestou sua posição. A data-base da categoria é em 1º de setembro.

Negociação já garantiu aos financiários reposição da inflação e ultratividade da CCT

Houve acordo, ainda, sobre inclusão de empregados que concedem créditos na categoria; direitos da CCT em vigor serão mantidos até encerramento da negociação

“Isso é muito importante. Saímos da mesa com a garantia da reposição da inflação e a partir de agora vamos negociar aumento real para salários, vales, auxílios, PLR”, reforça o coordenador da mesa, Jair Alves, diretor da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT).Os financiários já têm garantida a reposição da inflação em seus salários e todas as cláusulas econômicas. Na segunda rodada de negociação, realizada na terça-feira 12, entre a federação patronal e representantes dos empregados, o reajuste de 1,76% pelo INPC foi garantido. Nas próximas rodadas será debatido o aumento real para salários e demais verbas. Os trabalhadores querem a reposição total do INPC mais 5% em razão dos altos resultados das financeiras no primeiro semestre.

Também foi debatida uma nova cláusula para a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) para abranger os trabalhadores que concedem créditos nos finais de semana em lojas e concessionárias. Segundo os representantes patronal, são 54 as empresas que têm financeiras e seriam abrangidas.

A proposta dos representantes dos trabalhadores é ampliar os direitos de todos os empregados que prestam serviços financeiros inclusive nos finais de semana. “Só vamos aceitar se esses trabalhadores tiverem direito a todas as conquistas do acordo dos financiários e devidamente remunerados pelo trabalho aos sábados e domingos e feriados. Agora queremos saber quais lojas, quem são esses trabalhadores, onde estão”, avisa Jair.

A mesa também debateu ajustes na cláusula da Participação nos Lucros e Resultados, para contemplar questões fiscais, de forma a abranger o exercício do ano. Não haverá impactos nos valores a serem pagos aos trabalhadores.

Ficou acertado, ainda, o compromisso de manter as regras da convenção anterior durante a negociação, sem nenhum prejuízo aos trabalhadores.

Em função dos jogos da Copa do Mundo, a próxima rodada de negociação será realizada na primeira semana de julho.

Fonte: Contraf-CUT