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Chapa 1 Democracia e Luta vence a eleição do Sindicato dos Bancários de Marília e Região com 99,72% dos votos válidos

Pleito aconteceu ao longo de toda esta quarta-feira, dia 29 de outubro, nas 17 cidades da base territorial da entidade

A Chapa 1 Democracia e Luta, liderada pelo bancário Edilson Julian, do banco Bradesco, venceu a eleição para a nova diretoria do Sindicato dos Bancários de Marília e Região, realizada nesta quarta-feira, dia 29 de outubro de 2025, nas 17 cidades da base territorial da entidade. A apuração aconteceu no final da tarde, na sede do sindicato.

A apuração foi conduzida pelos dirigentes sindicais de outras bases, que estavam em Marília e na região para auxiliar a comissão eleitoral no pleito. Entre os dirigentes de outras bases, estava o sindicalista José Antônio Paiva, representante da diretoria da Federação dos Bancários dos Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul. Coube a Paiva anunciar o resultado das urnas e a vitória da Chapa 1, logo após a apuração. Ele destacou o alto grau de comprometimento da categoria bancária de Marília e região com a eleição, ressaltando que o pleito registrou elevado índice de comparecimento.

Edilson Julian, atual presidente da entidade, é também diretor da Federação dos Bancários de São Paulo e Mato Grosso do Sul, entidade que em 2014 chegou a presidir interinamente. A Chapa 1 Democracia e Luta recebeu 99,72% dos votos válidos e estará à frente da gestão da entidade sindical no período de 2026 a 2029. A posse ocorrerá no primeiro dia útil de 2026.

“Estaremos assumindo o novo mandato com vários desafios. A gente sabe que foi uma representação muito boa, tivemos quase 100% dos votos válidos justamente porque a categoria entendeu o trabalho que a diretoria do sindicato vem fazendo nesses últimos anos. Acredito que foi uma votação expressiva e, por isso, nos traz maior responsabilidade ainda”, observou o presidente reeleito.

[Texto e fotos Ramon Barbosa Franco – Mtb 32.103]

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Bancários de Marília e região elegem nova diretoria nesta quarta-feira, dia 29 de outubro

Pleito para a gestão 2026-2029 terá votação das 8h às 17h, com urnas percorrendo a base territorial e chapa única inscrita

O Sindicato dos Bancários de Marília e Região realiza nesta quarta-feira, 29 de outubro de 2025, a eleição para a diretoria da entidade, que comandará a gestão 2026-2029. O pleito, conduzido pela comissão eleitoral, contará com votação das 8h às 17 horas, abrangendo toda a base territorial do sindicato.

A eleição será realizada com 10 urnas. Nove delas irão percorrer os postos de trabalho e agências bancárias, enquanto uma permanecerá fixa na sede da entidade, localizada na rua São Luiz, nº 1.571, no centro de Marília. A votação ocorrerá por meio de cédulas de papel. Apenas os trabalhadores sindicalizados têm direito a voto. Conforme as exigências do edital do pleito, a comissão eleitoral convidou bancários de outras bases territoriais para auxiliar na condução.

De acordo com a comissão, apenas uma chapa se inscreveu para concorrer. A Chapa 1, a ‘Democracia e Luta’, é liderada pelo atual presidente da entidade, Edilson Julian, que também é diretor da Federação dos Bancários dos Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul. A apuração dos votos está programada para as 18 horas, no salão sindical, anexo à sede administrativa. O resultado será divulgado ainda na quarta-feira, dia 29.

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Empregados conquistam reajuste zero para o Saúde Caixa

Endurecimento das negociações e mobilização das bases foram decisivos para o avanço nas tratativas com o banco

As empregadas e empregados da Caixa Econômica Federal garantiram, após seis rodadas de negociação, a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) do Saúde Caixa com reajuste zero nas mensalidades. A proposta, apresentada nesta sexta-feira (10), mantém o percentual de contribuição dos titulares em 3,5% e o valor fixo para dependentes em R$ 480.

O avanço foi resultado direto da pressão exercida pelo movimento sindical e das manifestações realizadas nas unidades de todo o país. Além da manutenção dos percentuais atuais, a Caixa se comprometeu a cobrir o déficit do plano em 2025, estimado entre R$ 500 milhões e R$ 700 milhões, e a ampliar o atendimento para filhos e filhas de 24 a 27 anos, mediante contribuição de R$ 800.

Segundo Carlos Augusto Pipoca, representante da Federação dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de São Paulo e Mato Grosso do Sul (Feeb SP/MS) na mesa de negociação do Saúde Caixa, o resultado é importante, mas a mobilização deve continuar.

“A luta não termina agora, continua. Para o próximo ano, temos a tarefa de derrubar o teto de 6,5% e garantir a sustentabilidade do nosso plano no longo prazo”, afirmou Pipoca.

Para Mizaki Mitiue, presidente do Sindicato dos Bancários de Jaú e representante da Feeb SP/MS na mesa Contec, o resultado reflete o esforço coletivo e o compromisso do movimento sindical com a categoria.

“Após seis mesas de negociação e com a mobilização de todos os empregados, considero satisfatória a nova proposta da Caixa. Garantimos reajuste zero nas mensalidades, a cobertura do déficit e a ampliação do plano para filhos até 27 anos. Ainda não conseguimos derrubar o teto de 6,5% nem o fim da 13ª cesta, mas as negociações continuam. É hora de repensar um novo modelo de Saúde Caixa”, disse.

A proposta será avaliada pelo Comando Nacional dos Bancários e encaminhada para deliberação em assembleias nas bases sindicais.

Principais pontos da proposta aprovada

  • Reajuste zero nas mensalidades;
  • Cobertura integral do déficit pela Caixa em 2025;
  • Ampliação do plano para filhos de 24 a 27 anos (custo adicional de R$ 800);
  • Validade do ACT até 31 de agosto de 2026;
  • Carência de três meses para novos contratados;
  • Proibição de reingresso após cancelamento do plano;
  • Medidas estruturantes em 2026, com retomada das mesas permanentes de negociação já em novembro.

Com o resultado, o movimento sindical reafirma seu papel na defesa da sustentabilidade do Saúde Caixa e dos direitos históricos das empregadas e empregados do banco público.

Em edição

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Mesa CONTEC/CAIXA registra avanços importantes, mas impasses sobre teto e 13ª mensalidade continuam

Nesta sexta-feira (10/10), a Mesa de Negociação CONTEC/CAIXA esteve reunida com representantes do banco para discutir a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) do Saúde Caixa. Durante a reunião, a CAIXA apresentou uma proposta que mantém parte das atuais regras do plano, mas ainda deixa pendentes pontos essenciais reivindicados pelo movimento sindical.

A nova proposta prevê:

Pauta de reivindicações atendidas:
  • Reajuste zero, permanecendo as regras atuais;
  • Respeito ao pacto intergeracional e ao mutualismo;
  • Ampliação do plano de saúde para filhos até 27 anos, com contribuição mensal de R$ 800,00;
  • ACT válido até a próxima data-base (31/08/2026).
Outros pontos negociados em 2025:
  • Cobrança de valores judiciais sobre verbas remuneratórias (CAIXA e empregados);
  • Impossibilidade de retorno ao plano após eventual cancelamento, com concessão de prazo até 1º de janeiro de 2026 para quem já se desligou do plano;
  • Carência de 3 meses para novos contratados;
  • Elaboração de medidas estruturantes em 2026, com foco na sustentabilidade do plano.

O coordenador da Comissão de Negociação CONTEC/CAIXA, Willian Louzada, avaliou que, embora a proposta apresente avanços pontuais, o conjunto das reivindicações ainda não foi atendido de forma satisfatória:

“O banco manteve alguns pontos reivindicados, como o reajuste zero, mas deixou de fora questões centrais defendidas pela CONTEC, como o fim do teto de custeio de 6,5% da folha, a extinção da 13ª contribuição e a adoção do modelo de custeio 70/30. Continuaremos negociando para alcançar um plano mais equilibrado e sustentável para os beneficiários do plano”, afirmou.

Louzada destacou ainda que a mobilização nacional das últimas semanas foi determinante para que o banco voltasse à mesa de negociação:

“As mobilizações nas agências, unidades administrativas, redes sociais demonstraram a insatisfação com a proposta indecorosa da Caixa e demonstraram a união de todos empregados, aposentados e pensionistas, demonstrando a força coletiva da categoria, forçando a Caixa a apresentar propostas com avanços significativos para o Saúde Caixa.”, ressaltou.

A Mesa Permanente de Negociações CONTEC/CAIXA será retomada em novembro, com foco em medidas que assegurem transparência, equilíbrio financeiro e sustentabilidade do Saúde Caixa.

Fonte: Coordenação da Mesa de Negociação CONTEC/CAIXA.

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Banco do Brasil apresenta mudanças nas Unidades Estratégicas em reunião com a CONTEC

Na tarde desta segunda-feira (06/10), integrantes da Comissão de Negociação da CONTEC participaram de reunião com a Direção do Banco do Brasil, quando foram comunicados sobre as mudanças nas Unidades Estratégicas que estão sendo implementadas pela instituição.

Contexto apresentado pelo Banco

Buscando defender as medidas implementadas pelo Banco, os representantes da empresa destacaram que as transformações em curso buscam responder a um cenário de:
• Clientes cada vez mais exigentes e digitais;
• Concorrência em constante transformação;
• Necessidade de resiliência e adaptabilidade;
• Crescente demanda por eficiência e sustentabilidade;
• Aceleração tecnológica.

Acrescentou ainda os seguintes objetivos da reestruturação

• Tornar o Banco mais ágil, inovador e eficiente;
• Garantir competitividade e relevância nos próximos anos;
• Sustentar o crescimento com responsabilidade e visão de futuro;
• Promover melhor alocação de recursos, de forma especializada e voltada à transformação digital.

Principais pontos tratados

  1. Criação de cargos de assessoria com jornada de 8 horas, vinculados à atuação em Unidades Estratégicas (UEs);
    2. Investimento em novas posições gerenciais e de assessoramento, com foco em resultados e especialização;
    3. Expansão dos Centros de Excelência (MAD), com novas funções para assessores e especialistas;
    4. Ampliação da jornada para 8h em 25% das funções de assessoramento, visando aumento de produtividade;
    5. Definição de alavancas estratégicas, entre elas: soluções financeiras Agro e PJ, mercado de capitais, BB Pay/ITP, mobilidade urbana, duplicatas escriturais, ativos virtuais e mesa de carbono;
    6. Movimento de aceleração digital, com foco em segurança, inteligência artificial, experiência do usuário, engenharia de software e processos.

Cronograma informado

• 06/10: Início das inscrições no DigiTAO e publicação do mapa de oportunidades;
• 17/11: Primeira etapa de posses do MOA e Alavancas;
• 17 a 21/11: Preparação dos comitês para possíveis dispensas de função;
• 24 a 28/11: Comunicação de dispensas, quando necessárias
• 15/12: Segunda etapa de posses do MOA e Alavancas.

A CONTEC seguirá acompanhando a implementação dessas mudanças, avaliando seus impactos sobre os trabalhadores e defendendo a manutenção de condições adequadas de trabalho, valorização e transparência em todos os processos. Lamentamos que o assunto não tenha sido discutido antes com a representação sindical e estamos preocupados com a ampliação da jornada de 8 horas.

Membros da Comissão e representantes do Banco do Brasil

Outubro Rosa: Prevenção e cuidado também entre bancárias

2º de outubro de 2025

Neste Outubro Rosa, a Federação dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de São Paulo e Mato Grosso do Sul (Feeb SP/MS) reforça a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama e do colo do útero. O movimento internacional, que já faz parte do calendário de mobilização em saúde, lembra que informação e cuidado salvam vidas.

Além de incentivar os exames preventivos, o Outubro Rosa destaca o papel das trabalhadoras no fortalecimento da luta por dignidade, saúde e igualdade. No ramo financeiro, onde a maioria da categoria é composta por mulheres, a prevenção deve ser vista também como uma pauta coletiva, que precisa ser defendida por sindicatos e entidades representativas.

Cuidar da saúde é um ato de responsabilidade e resistência. A Feeb SP/MS se soma às campanhas de conscientização em todo o país e chama a categoria bancária para se engajar: compartilhar informações, incentivar o autocuidado e apoiar as mulheres que enfrentam a doença.

Outubro Rosa é mais do que uma cor. É compromisso com a vida.

Fonte: Feeb SP/MS

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Caixa tem lucro líquido recorrente de R$ 3,7 bi no 2º tri

Para o primeiro semestre, o lucro líquido recorrente alcançou R$ 8,9 bilhões, uma alta de 44,9% ante os primeiros seis meses de 2024

A Caixa Econômica informou nesta quarta-feira, 17/09, que registrou um lucro líquido recorrente de R$ 3,7 bilhões no segundo trimestre, um resultado 12% maior do que o apurado no mesmo período do ano passado, de acordo com relatório de resultados.

Para o primeiro semestre, o lucro líquido recorrente alcançou R$ 8,9 bilhões, uma alta de 44,9% ante os primeiros seis meses de 2024.

A Caixa também registrou de abril a junho um retorno sobre patrimônio líquido (ROE) recorrente de 11,86%, crescimento de 2,32 pontos percentuais em relação ao mesmo período do ano anterior.

A margem financeira do banco expandiu 5,7% ano a ano no trimestre, para R$16,4 bilhões, influenciada pelo aumento das receitas da intermediação financeira, que teve alta de 29,9% segundo a instituição.

A carteira de crédito encerrou junho de 2025 com saldo de R$1,294 trilhão, crescimento de 10,1% em relação a junho de 2024, com destaque para o avanço de 11,7% no crédito imobiliário.

O índice de inadimplência fechou o trimestre em 2,66%, 0,46 ponto acima do visto no mesmo período do ano passado.

Fonte: Infomoney – Reuters

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Feeb SP/MS participa de homenagem na Alesp aos 40 anos da greve de 1985

Sessão solene destacou legado histórico da mobilização que marcou a redemocratização do país e reforçou o papel do movimento sindical bancário

Foto: Nando Bonfim

A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) realizou, nesta sexta-feira (19), uma sessão solene em memória dos 40 anos da histórica greve nacional dos bancários de 1985, considerada um marco na luta pela redemocratização do país. A atividade foi conduzida pelo deputado estadual Luiz Claudio Marcolino (PT) e reuniu lideranças sindicais de todo o Brasil.

O presidente da Federação dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de São Paulo e Mato Grosso do Sul (Feeb SP/MS), David Zaia, esteve entre os homenageados da solenidade e discursou na tribuna, ressaltando a importância da unidade e da organização da categoria para enfrentar os desafios do presente e do futuro.

David Zaia durante discurso na tribuna Foto: Nando Bonfim

“A greve de 1985 mostrou a força da categoria e a capacidade de transformar a realidade. Hoje, seguimos com a mesma determinação para defender os direitos dos bancários e fortalecer a democracia”, afirmou Zaia.

Também foi homenageado o diretor financeiro da Feeb SP/MS e presidente do Sindicato dos Bancários de Piracicaba, José Antônio Fernandes Paiva, em reconhecimento à sua trajetória de atuação sindical.

Conquistas lembradas

Na ocasião, foram destacadas as conquistas históricas alcançadas a partir da mobilização de 1985, como reajustes salariais, auxílio-creche, vale-refeição, jornada de seis horas, convenção coletiva nacional e participação nos lucros e resultados (PLR).

Dirigentes nacionais também ressaltaram que a maior herança da greve foi a consolidação da Convenção Coletiva de Trabalho dos Bancários, hoje com 171 cláusulas que tratam de direitos, condições de trabalho, saúde, igualdade e inclusão.

Foto: Nando Bonfim

Reconhecimento à resistência

Ex-dirigentes e militantes que participaram da mobilização receberam homenagens simbólicas, como forma de valorizar aqueles que, mesmo sob repressão, ergueram a voz em defesa da categoria.

Para a Feeb SP/MS, o ato realizado na Alesp reforça a importância da memória coletiva e reafirma o compromisso da Federação em manter viva a luta sindical, honrando a trajetória das gerações que abriram caminhos e construindo pontes para as próximas conquistas.

Foto: Nando Bonfim
José Antônio Fernandes Paiva, diretor Financeiro da Feeb SP/MS e presidente do Sindicato dos Bancários de Piracicaba também foi homenageado Foto: Nando Bonfim
Foto: Nando Bonfim

Texto: Andresa Gouvêa

Fotos: Nando Bonfim

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Feeb SP/MS participa do 1º Seminário Nacional da Pessoa com Deficiência do Ramo Financeiro

Evento debateu saúde, direitos, capacitação e combate à desinformação, reforçando o compromisso do movimento sindical com a inclusão

A Federação dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de São Paulo e Mato Grosso do Sul (Feeb SP/MS) marcou presença no 1º Seminário Nacional da Pessoa com Deficiência do Ramo Financeiro, realizado em 26 de setembro no Espaço Café dos Bancários, em São Paulo. Representaram a entidade os dirigentes Gustavo Frias (Sindicato dos Bancários de Campinas) e Letícia Françoso (Sindicato dos Bancários de Piracicaba), que acompanharam os debates promovidos pela Contraf-CUT.

O encontro reuniu dirigentes sindicais, representantes de coletivos de diversidade e especialistas para discutir os desafios enfrentados pelas pessoas com deficiência (PCDs) no setor financeiro. A programação trouxe mesas temáticas sobre saúde, esporte, representatividade, educação, direitos e combate à desinformação, além de atividade cultural com o show Sons da Democracia, formado por músicos PCDs.

Segundo a secretária de Políticas Sociais da Contraf-CUT, Elaine Cutis, o seminário busca preparar o movimento sindical para transformar compromissos em ações concretas. “Precisamos garantir às pessoas com deficiência não apenas o acesso ao mercado de trabalho, mas também condições dignas de crescimento profissional e ambientes acessíveis e inclusivos”, afirmou.

A abertura contou com a participação de lideranças sindicais e parlamentares, como Juvandia Moreira Leite (Contraf-CUT), Neiva Ribeiro (Seeb-SP), Jandyra Uehara (CUT Nacional), Ivone Maria da Silva (CUT/SP), o deputado estadual Luiz Cláudio Marcolino (PT/SP) e Maria Cleide Queiróz (Seeb-SP/Conade).

A presença da Feeb SP/MS no seminário reforça o compromisso da federação em ampliar a pauta da diversidade e inclusão no movimento sindical bancário, acompanhando de perto iniciativas que promovam a valorização da pessoa com deficiência dentro e fora das instituições financeiras.

“Participar desse seminário foi fundamental para ampliar nossa visão sobre os desafios enfrentados pelas pessoas com deficiência no ramo financeiro. Precisamos transformar esse debate em práticas que garantam mais inclusão, acessibilidade e valorização profissional no dia a dia das instituições”, defende Letícia Françoso.

“O movimento sindical tem o papel de assegurar que a diversidade esteja no centro das nossas lutas. Este encontro mostrou que ainda há muito a avançar, mas também reforçou a importância da união e da mobilização para conquistar condições de trabalho mais justas e inclusivas”, disse Gustavo Frias.

Fonte: Feeb SP/MS