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CONVOCAÇÃO DE CONSULTA ASSEMBLEAR
CONVOCAÇÃO DE CONSULTA ASSEMBLEAR
Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Marilia e Região, inscrito no CNPJ/MF sob o nº 52.059.664/001-20, Registro sindical nº 7076 1 V por seu presidente abaixo assinado, considerando o estado de Assembleia Geral Extraordinária Permanente aprovado na reunião assemblear de instalação realizada no dia 27/08/2020, por solicitação do Comando Nacional dos Bancários por meio de sua coordenação, CONVOCA todos os trabalhadores bancários, sócios e não sócios, da sua base territorial de representação a participarem da CONSULTA ASSEMBLEAR REMOTA/VIRTUAL a ser realizada no período das 20:00 horas do dia 30/08/2020 (domingo) até às 24:00 horas do dia 31/08/2020 (segunda-feira) na forma disposta no site www.bancariosmarilia.com.br, onde estarão disponíveis todas as informações necessárias para a deliberação sobre a proposta apresentada na mesa única de negociação por parte da Comissão de Bancos coordenada pela FENABAN para a renovação das Convenções Coletivas de Trabalho, bem como, sobre a proposta apresentada pelo Banco do Brasil para renovação dos seus Acordos Coletivos de Trabalho Aditivos e sobre a proposta apresentada pela Caixa Econômica Federal para renovação dos seus Acordos Coletivos de Trabalho Aditivos.
Edilson Aparecido da Silva Julian
Presidente
Proposta da CAIXA ECONÔMICA FEDERAL
Nesta sexta-feira (28/8) , em mais uma rodada de negociação, a Caixa Econômica Federal apresentou sua proposta para a atual Campanha Salarial 2020/2022.
Permaneceram negociando nas mesas representantes das FEEB AL/PE/RN, FEEB GO/TO, FEEB MG, FEEB PR, FEEB SP/MS, SEEB GO, ADVOCEF, ANEAC, AUDICAIXA e FENAG , coordenada pela diretora da Contec, Rumiko Tanaka. Pela Caixa, coordenaram a gerente executiva GN/Relações Trabalhistas, Mychelly Rodrigues Braga e o superintendente de Relações de Trabalhistas, Edgard Rodrigues, acompanhados dos demais membros.
A última proposta apresentada, segundo a Caixa, trouxe para a mesa os indicadores econômicos apresentados na mesa Fenaban e outros pontos importantes que enumeramos abaixo:
ANO DE 2020
- PLR/FENABAN – sendo garantida no mínimo uma Remuneração Básica do empregado, sendo que os índices serão corrigidos pelo INPC do período 01 de setembro de 2019 a 31 de agosto de 2020.
- PLR SOCIAL – 4% do Lucro Líquido Ajustado distribuído de forma linear para cada empregado.
- Reajuste Salarial – 1,5% + Abono salarial de R$ 2.000,00 para cada empregado.
- Vale alimentação e Vale Refeição/Cesta Alimentação – Variação do INPC 2020 + ou – 2,65% (dependendo do fechamento do mês)
ANO DE 2021
- PLR/Fenaban – garantida no mínimo uma Remuneração Básica do empregado, pelos salários atualizados em 1 de setembro de 2021 .
- PLR SOCIAL – 4% do Lucro Líquido Ajustado distribuído de forma linear para cada empregado.
- Reajuste de 100 % do INPC do período + 0,5% aumento Real .
*Verbas a serem reajustadas pelo INPC – set/19 – ago/20 e set/20 a ago/21 (Para cada período )
Auxílio Refeição
Auxílio Cesta Alimentação
Auxílio 13ª Cesta Alimentação
Auxílio Creche / Auxílio Babá
Auxílio Filhos com Deficiência
Auxílio Funeral
Requalificação Profissional
PLR – Todos os Valores Expressos em R$
*Verbas a serem reajustadas em 1,5%*
Salários
Salários de Ingresso
Gratificação de Caixa
Outras Verbas de Caixa
Menor Remuneração – Caixa / Tesoureiro
Adicional por Tempo de Serviço
Gratificação do Compensador de Cheques
Ajuda para Deslocamento Noturno
Indenização por Morte ou Incapacidade Permanente Decorrente de Assalto
Multa por Descumprimento da Convenção Coletiva
SAÚDE CAIXA
Com relação ao custeio do Saúde Caixa, a empresa após apresentar propostas alternativas nas reuniões iniciais que elevariam em muito as mensalidades dos empregados, depois de muita discussão , trouxe a mesa outras propostas, que acabaram sendo finalizadas da seguinte forma:
– 3,5% sobre a RB para o titular, mais 0,4% por dependente , limitado a 4,3% da RB do titular. Ou seja, o titular pagará no máximo para dois dependentes para o grupo familiar e a coparticipação passa de 20% para 30% com teto de R$ 3.600,00.
Segundo a Caixa esta proposta será transitória, mantendo a proporção 70/30 até dezembro de 2021. Estes índices serão aplicados a partir de janeiro de 2021.
Ficou garantido que será constituído um grupo de trabalho para estudar propostas para o custeio do Saúde Caixa, para a construção de um plano sustentável e equilibrado, aplicando dentro dos princípios de um plano de autogestão. Uma composição mais justa a ser encontrada, com consulta aos empregados.
A proposta da Caixa foi construída em função do limitador de 6,5% da folha de pagamento previsto no Estatuto da Empresa e último acordo coletivo, bem como a resolução CGPAR emitida em janeiro de 2018.
Durante todas as rodadas de negociações em que o tema Saúde Caixa esteve em discussão, a Comissão da Contec rejeitou estes valores e defendeu que os novos valores fossem objeto de mais estudos e só depois após consulta aos empregados, pudesse ser implantado de forma mais clara, haja vista que são muitos os dados a serem avaliados e os princípios elencados na resolução CGPAR.
Todavia, com a implantação destes valores, já é possível agregar no plano de SAÚDE CAIXA os empregados admitidos após 31 de agosto de 2018. Esta é uma conquista tão almejada de todos nós.
A Comissão dos Empregados, espera que a proposta seja avaliada por todos os empregados, seja nos pontos positivos e àqueles que julgarem não ter sido como gostaríamos, lembrando que o momento atual foi o possível dentro das várias discussões nas mesas de negociação seja, Fenaban e Caixa.
Violência contra mulher
A Caixa Econômica Federal, atendendo ao pleito da CONTEC, confirmou que incluirá no acordo um cláusula específica sobre violência contra a mulher.
As assembleias estão sendo marcadas em todo o país de forma remota nos próximos dias. Acompanhe o calendário do seu sindicato pelo site e participe das votações.
Fonte: Comissão Executiva Bancária Nacional de Negociação
Proposta avança, com abono de 2 mil e 1,5% de reajuste
Para 2021, Fenaban garante reposição da inflação, mais aumento real de 0,5% para salários e demais verbas; manutenção de todas as cláusula da CCT por dois anos e da PLR nos moldes atuais, com reposição da inflação nos valores fixos e tetos
Após várias horas de negociação, iniciada na quinta-feira, 27, às 16h e estendida até esta sexta-feira, a Fenaban finalmente propôs reajuste de 1,5% para salários, com abono de R$ 2 mil. Reposição da inflação (estimada em 2,74% no período) para demais verbas, como vales alimentação e refeição e auxílio-creche/babá também foram propostos.

A Campanha Nacional dos Bancários de 2020 finalmente avança e apresenta novas propostas. Para a representação sindical, este é o resultado da insistência da categoria por melhores condições.
Reajuste de 1,5% + abono
O reajuste de 1,5% nos salários + abono de R$ 2.000,00 para todos este ano, garante em 12 meses valores acima do que seria obtido apenas com a aplicação do INPC para salários até R$ 11.202,80, o que representa 79,1% do total de bancários. Isso já considerando o pagamento de 13°, férias e FGTS.
Na PLR os valores serão corrigidos este ano pela variação da inflação pelo INPC. Para 2021 a PLR será corrigida pelo INPC, mais aumento de 0,5%. Outro anúncio relevante foi a garantia dos direitos da convenção Coletiva de Trabalho (CCT) e da PLR.
Veja como ficam salários com 1,5% de reajuste + abono de R$ 2 mil

Veja como ficam VA, VR e demais verbas com a reposição da inflação (estimada em 2,74%):

Manutenção da CCT e aumento real em 2021
E para 2021, estaria garantida para todos a reposição do INPC acumulado na data base e aumento real de 0,5% para salários e demais verbas como VA e VR, assim como para os valores fixos e tetos da PLR.A proposta prevê ainda a manutenção de todas as cláusulas da CCT por dois anos, o que dá segurança para a categoria neste contexto de retirada de direitos dos trabalhadores.
PLR
A Fenaban, que já tinha voltado atrás nas propostas rebaixadas de PLR, reforçou na mesa desta quinta a manutenção da PLR nos moldes atuais, e também propôs reposição da inflação (INPC estimado em 2,74%) para os valores fixos e tetos da PLR.
Entre a primeira proposta da Fenaban e a proposta atual, os bancários conseguiram reverter os rebaixamentos que os bancos queriam fazer na regra de PLR. Com a manutenção da regra e a atualização nos valores fixos e tetos, entre a primeira proposta e a atual, a PLR média estimada a ser paga nos 3 maiores bancos privados (Itaú, Bradesco e Santander) teve um acréscimo de 12,2% para o piso de escriturário e 9,4% para o piso de caixa.
Veja tabela:

Home office
Além de manter todas os direitos previstos na CCT por dois anos, a Fenaban concordou em clausular condições para o home office (teletrabalho), que era uma das reivindicações da categoria na Campanha deste ano. A incorporacao de aditivos relacionados às pautas violencia domestica e o teletrabalho, também serao acertados pelo Comando Nacional com a Fenaban.
Avaliação
“Em um ano de conjuntura extremamente adversa, onde temos uma pandemia, o nível econômico em queda e com muitos ataques aos trabalhadores, a categoria se organiza à altura e dá a resposta para a tentativa de retirada de direitos, mantém a convênção coletiva e suas conquistas por mais dois anos”, analisa Jeferson Boava, presidente da Federação dos Empregados em Estabelecimentos Bancários dos Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul.
As negociações seguem com nas mesas específicas do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e outros bancos públicos. Após definições serão marcadas assembleias para avaliar a proposta da Fenaban.
Veja como foram as rodadas de negociação anteriores:
> Nona rodada: Fenaban segue com tentativa de retirada de direitos dos bancários
> Oitava rodada: Fenaban apresenta proposta de reajuste zero
> Sétima rodada: Fenaban não apresenta proposta e insiste em retirada de direitos
> Sexta rodada: Fenaban quer reduzir em até 48% a PLR dos bancários
> Quinta rodada: Cláusulas Sociais e Econômicas foram discutidas na quinta mesa negociação entre Comando Nacional e Fenaban
> Quarta rodada: Bancários discutem igualdade e cobram definições da campanha
> Terceira rodada: Bancários não aceitam retirada de direitos tentada pela Fenaban
> Segunda rodada: Segunda rodada de negociação tem defesa do emprego em pauta
> Primeira rodada: Primeira rodada de negociação para a Campanha Nacional debateu o tema Teletrabalho
Fonte: Federação dos Bancários SP/MS
Federação orienta a realização das assembleias pelos sindicatos
Assembleias ocorrerão da noite deste sábado, 29, até às 19h de segunda-feira, 31
O Comando Nacional definiu nesta sexta-feira, a realização das assembleias para votação das propostas apresentadas pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), assim como os acordos específicos da Caixa e do Banco do Brasil.

As Assembleias terão início neste sábado, 29, às 19h e término às 19h de segunda-feira, 31.
A Federação dos Empregados em Estabelecimentos Bancários dos Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul (Feeb SP MS) orienta, conforme deliberado pelo Comando Nacional, pela aprovação dos acordos.
“É muito importante que as Assembleias ocorram por meio dos Sindicatos. Pedimos que procurem seus sindicatos para realizar a votação”, explica Jeferson Boava, presidente da Feeb SP MS.
Detalhamento da proposta
Neste sábado (29), a partir das 10h, o Comando Nacional e a Fenaban se reúnem novamente para o detalhamento de uma proposta final para a categoria. Entre as definições estão questões relacionadas aos aditivos de teletrabalho e violência doméstica.
Proposta Fenaban
Na sexta-feira (28), a Fenaban propôs um reajuste de 1,5% para salários, com abono de R$ 2 mil. E ainda a reposição da inflação (estimada em 2,74% no período) para demais verbas, como vales alimentação e refeição e auxílio-creche/babá.
O reajuste de 1,5% nos salários + abono de R$ 2.000,00 para todos estes anos garante em 12 meses valores acima do que seria obtido apenas com a aplicação do INPC para salários até R$ 11.202,80, o que representa 79,1% do total de bancários. Isso já considerando o pagamento de 13°, férias e FGTS.
Fonte: Federação dos Bancários SP/MS
Categoria impede corte da PLR no Banco do Brasil
Banco voltou atrás na redução do ciclo avaliatório da GDP
As negociações entre a Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil e o Banco do Brasil, ocorrida nesta sexta-feira (28), conseguiu reverter as tentativas do Banco do Brasil de cortar pela metade a Participação nos Lucros e/ou Resultados (PLR) e reduzir o ciclo avaliatório da Gestão de Desempenho Profissional (GDP). As novas propostas serão votadas em assembleias realizadas a partir das 19h deste sábado, 29, até às 19h de segunda, 31. A Federação dos Empregados em Estabelecimentos Bancários dos Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul (Feeb SP MS), orienta que as assembleias sejam realizadas por meio dos sindicatos e recomenda ainda, de acordo com orientação do Comando Nacional que a categoria vote pela aprovação da proposta.
“É muito importante a aprovação da nova contraproposta de Aditivo à CCT apresentado pelo BB na rodada desta sexta-feira (28)”, reforça a representante da Feb na CEBB, Elisa Ferreira.
Gestão de Desempenho Profissional
Novo recuo apontado também para a questão da GDP. O Banco manteve os três ciclos de desempenho insatisfatório para descomissionar. Na terceira rodada (14 de agosto), o banco propôs a redução de três ciclos para um; na manhã desta sexta-feira, 28, propôs dois ciclos e à tarde, manteve a regra prevista no atual Aditivo à CCT.
SAA
Já para os funcionarios que que trabalham no autoatendimento, o Banco manteve o intervalo de descanso dentro da jornada de trabalho; na quarta rodada (17 de agosto), o banco havia proposto fim do intervalo.
Saúde
Foi mantido também o prazo de 180 dias para avaliação médica, em caso de licença saúde. Na terceira rodada (14 de agosto), o BB havia proposto redução do prazo, passando para 120 dias.
Abonos
Com relação aos abonos o Banco do Brasil segue com a proposta de impedir que os funcionários convertam os dias de folga não utilizados em pecúnia (recebimento destes dias em dinheiro). De acordo com o Banco, os funcionários também não poderão acumular essas folgas, ou seja, terão que utilizá-las durante o ano, ou, no limite, utilizá-las nas férias.
“Funciona assim, para aqueles que possuem saldo até 31 de agosto, o mesmo pode ser acumulado e vendido. Já os abonos contados a partir de 1º de setembro, poderão ser convertidos em espécie até 31/8/2021, e a partir daí não poderão mais ser ser transformados em pecúnia, ou acumulados”, explica Elisa. .
Intervalo na jornada
Também houve avanço sobre o registro no sistema do intervalo de 15 ou 30 minutos para quem cumpre jornada de seis horas. O intervalo de 15 minutos continuarão da mesma forma. Intervalos a partir de 30 minutos deverão ser registrados em ponto eletrônico.
Mesas específicas
Estão previstas a instalação de três mesas paritárias de discussões específicas sobre os funcionários de bancos incorporados, mesa de saúde e segurança bancária e mesa de escritório digital e teletrabalho.
Assembleias
As assembleias terão início neste sábado a partir das 19h e seguem até às 19h de segunda-feira (31). O objetivo é a avaliação das propostas, tanto as específicas do BB quanto as da mesa única com a Fenaban.
Fonte: Federação dos Bancários SP/MS
Fenaban propõe reajuste zero por dois anos
PLR rebaixada e gratificação de função recuada
Nesta terça-feira, 25, durante a décima primeira rodada de negociação entre o Comando Nacional e a Federação Nacional dos Bancários (Fenaban) foi proposto pelos bancos o acordo por dois anos com reajuste zero com abono de R$ 1.656,22 para esse ano e R$ 2.232,75 para 2021. Também foi mantida a proposta de redução da PLR e a redução do percentual da parcela adicional de 2,2% para 2%, que implica em reduzir R$ 500,00 por bancário. Com relação à redução da gratificação de função, os bancos recuaram.
O comando Nacional orientou a realização de assembleias para o dia 27, próxima quinta-feira.
Manifestação em redes
Nesta tarde, uma hora antes do início da reunião, a categoria realizou um tuitaço para pressionar os bancos com a hashtag #QueroPropostaDecente.
“Estamos em um momento importante da nossa campanha é fundamental a participação das bancárias e bancários nas assembleias e atividades do seu sindicato”, reforça o presidente da Federação dos Empregados em Estabelecimentos Bancários dos Estado de São Paulo e Mato Grosso do Sul (Feeb SP MS), Jeferson Boava. A Feeb SP MS alerta a todos para estarem em contato com seus sindicatos e saberem como participar das Assembleias e Plenárias e se unirem à mobilização para avançar em uma proposta que não imponha perdas.
Para Edilson Julian, Presidente do Sindicato dos Bancários de Marília e Região, este é um momento importante para a categoria, ” nesta fase é crucial o acompanhamento e participação de todos os bancários(as) . Neste momento em que o distanciamento social se faz necessário, a mobilização da categoria através das redes sociais fortalece o movimento sindical diante das negociações.” relatou.
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Veja como foram as rodadas de negociação anteriores:
> Nona rodada: Fenaban segue com tentativa de retirada de direitos dos bancários
> Oitava rodada: Fenaban apresenta proposta de reajuste zero
> Sétima rodada: Fenaban não apresenta proposta e insiste em retirada de direitos
> Sexta rodada: Fenaban quer reduzir em até 48% a PLR dos bancários
> Quinta rodada: Cláusulas Sociais e Econômicas foram discutidas na quinta mesa negociação entre Comando Nacional e Fenaban
> Quarta rodada: Bancários discutem igualdade e cobram definições da campanha
> Terceira rodada: Bancários não aceitam retirada de direitos tentada pela Fenaban
> Segunda rodada: Segunda rodada de negociação tem defesa do emprego em pauta
> Primeira rodada: Primeira rodada de negociação para a Campanha Nacional debateu o tema Teletrabalho
Fonte: Federação dos Bancários SP/MS
Fenaban segue com tentativa de retirada de direitos dos bancários
Categoria mobiliza protesto nas redes sociais contra a retirada dos direitos
Neste sábado, 22, durante mais uma negociação entre Comando Nacional e Federação Nacional dos Bancos, por meio de videoconferência, novas propostas que ferem os direitos dos bancários foram apresentadas. O teletrabalho foi o primeiro tema da negociação, mas teve proposta incompleta apresentada pela Fenaban. Comando Nacional analisará documento.
Já a pauta sobre a 13ª cesta foi retirada pela representação dos Bancos, em contrapartida, os sindicatos com ações coletivas deverão realizar sua retirada. Para a PLR, a Fenaban apresentou nova proposta, melhorada porém inferior à atual. Com relação à gratificação de função a Fenaban manteve a redução 55 para 50%.
Uma próxima reunião de negociação foi agendada para o dia 25/08, às 14 horas.
“Continuamos na luta e na expectativa para que novas e melhores propostas sejam apresentadas na próxima negociação. Ainda precisa melhorar muito para que não haja prejuízo à categoria”, explica Reginaldo Breda, secretário geral da Federação dos Empregados em Estabelecimentos Bancários dos Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul (Feeb SP MS).
Fonte: Federação dos Bancários SP/MS
Ambiente de Trabalho: Santander prorroga prazo para assinatura de termo aditivo
Bancários podem optar por realização de curso sobre termo baseado na LGPD antes da assinatura
Após diversos debates promovidos com os sindicatos para discussão da assinatura do termo aditivo ao contrato de trabalho, o Santander implantou um curso com base na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). O treinamento é direcionado aos funcionários e busca prestar todos os esclarecimentos sobre a coleta e o compartilhamento de dados.
De acordo com a representante, o diálogo foi fundamental para auxiliar as partes e aumentar o prazo para a categoria se preparar. “Mais uma vez o diálogo prevaleceu. Esperamos que o Santander procure os sindicatos para negociar, antes de implantar medidas que envolvem os direitos dos funcionários. De forma unilateral, sempre gera desconfiança, dado a falta de informações. Negociar resulta em processo transparente”, conclui.
Para realização do curso o funcinário deve se informar na própria base de trabalho.
Demissões e metas abusivas
De acordo com a representante da Feeb, se por um lado o diálogo foi satisfatório, por outro, de nada adiantaram as negociações e o banco espanhol segue a onda de demissões. No segundo trimestre deste ano foi o campeão em demitir no setor financeiro, com o fechamento de 844 postos de trabalho. “O banco não cumpriu compromisso assumido com os sindicatos em não demitir durante a pandemia. Não bastasse o reduzido quadro de pessoas, o Santander implantou um novo programa de metas, chamado Motor de Vendas, uma ferramenta de tortura, pesadelo dos funcionários”, protesta Bassanin.

















