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Movimento sindical discute saúde dos bancários com bancos

De acordo com o movimento sindical, além de afrouxar as medida de proteção, os bancos tem convocado trabalhadores que integram ou coabitam com pessoas do grupo de risco a retornarem ao trabalho presencial.
Durante a reunião, a Fenaban assumiu compromisso de reorientar os bancos sobre as medidas de prevenção.

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COE Banco do Brasil debate teletrabalho com direção do Banco

De acordo com a representante, a realidade imposta pela pandemia levou cerca de 300 mil bancários a trabalharem em home Office. “Daí a urgência em negociar com o banco melhores condições de trabalho, assim como a regulamentação da nova forma de organização de trabalho”, defende Elisa.

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COE Bradesco discute Campanha Nacional contra as Demissões

Para esta sexta-feira, 23, às 11h, acontece um protesto pelo twitter com a hashtag #QuemLucraNaoDemite. “Ressaltamos a importância da participação de todos, para que os bancos que tiveram grandes lucros esse ano, cumpram seu compromisso de não demitir durante a pandemia”, ressalta o representante da Federação dos Empregados em Estabelecimentos Bancários dos Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul, Lourival Rodrigues.

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Bradesco nega pedido de suspensão de demissões

Comissão de organização dos empregados teve todos pedidos negados pelo Banco

Nesta quinta-feira, 8, a Comissão de Organização de Empregados (COE) Bradesco se reuniu com o Banco por meio de vídeo conferência para apresentar reivindicações em defesa dos bancários. Entre os pedidos estão a suspensão das demissões, a melhoria da indenização dos funcionários demitidos e o cumprimento do acordo de não demitir durante a pandemia. De acordo com o representante da Federação dos Empregados em Estabelecimentos Bancários dos Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul, Lourival Rodrigues, todos os pedidos apresentados foram negados. “A justificativa foi de que a pandemia antecipou o processo e as demissões chamadas de ajuste no quadro de funcionários foram necessárias, razões que consideramos injustificável, tendo em vista o lucro obtido pelo banco, acompanhado dos excelentes resultados do período”, destaca.

A previsão é a de que as demissões continuem até o dia 30 de novembro. Até o momento já foram mais de 500 demissões. “Não podemos ficar de braços cruzados diante deste cenário. Vamos juntos mais uma vez na luta pela defesa e direitos do bancário da bancária”, enfatiza Lourival.

Fonte: Federação dos Bancários SP/MS

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Bancários do Itaú e sindicatos promovem campanha contra as demissões

ampanha temática #ItauNaoDemitaMeusPais vai ao ar nesta quarta-feira (23)

Na próxima quarta-feira (23), a partir das 11h, um tuitaço marca a campanha contra as demissões de funcionários do Itaú. A campanha foi elaborada pela Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú em protesto às demissões em massa. A partir deste dia, peças, matérias, vídeos e cards/memes feitos sobre o tema devem ser publicados nas redes sociais com a #ItaúNaoDemitaMeusPais.

As demissões tiveram início na última semana, em plena pandemia do coronavírus (Covid-19). Segundo representantes da categoria, a atitude do banco contraria o compromisso da direção do banco de não demitir durante a pandemia. No total somam-se 130 demissões em várias cidades do país. Em resposta o banco diz ser motivado pelo encerramento da área de veículos da instituição. Em contrapartida, denúncias mostram que também foram registradas demissões em agências, fato já admitido pelo banco.

Campanha
Para o sucesso da campanha, o COE orienta que a adesão seja feita pelos sindicatos e o contato com toda a base, além de personalidades públicas e políticos ligados ao movimento sindical.

“É fundamental que os dirigentes sindicais (não apenas do Itaú) se engajem na campanha e contribuam com as ações nas redes sociais, principalmente nos tuitaços”, reforça o secretário geral da Federação dos Empregados em Estabelecimentos Bancários dos Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul, Reginaldo Breda.
Peças oficiais da campanha serão disponibilizadas às equipes de comunicação dos sindicatos. “Pedimos que os membros da COE Itaú reforcem esta solicitação junto aos demais dirigentes e se empenhem nos contatos com as personalidades e políticos ligados ao movimento. Vamos juntos em mais essa importante luta”, destaca Breda.

 

Fonte: Federação dos Bancários SP/MS

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Bancários do Santander se manifestam contra demissões

Banco espanhol já demitiu mais de 1000 profissionais em todo o país

A Federação dos Empregados em Estabelecimentos Bancários dos Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul mobiliza nesta semana, junto aos sindicatos filiados, a campanha contra as demissões em massa do banco espanhol. Até o momento, o Santander já demitiu mais de mil funcionários em todo o país, em plena pandemia.

 

As demissões tiveram início em junho e seguem até o momento atual. De acordo com a representante da Feeb, Patrícia Bassanin, o banco age em desconformidade com a ética e o o compromisso com o trabalhador. “O banco contraria ao demitir em plena pandemia, o compromisso assumido de não demitir neste período”, destaca. Uma das justificativas dadas pelo banco foi a de que as demissões tem ocorrido devido à redução do número das atividades dentro das agências.

Para esta quinta-feira, 24, os representantes da categoria bancária organizam “O dia Nacional de Luta”, e se mobilizarão nas redes sociais em protesto às demissões e em defesa do emprego. Um tuitaço deve ocorrer às 12h com a #SantanderPareAsDemissoes.
“As demissões são injustas, tem ocorrido por telefone, sem nenhuma consideração e respeito com o trabalhador. Sem contar que o número de metas continua sendo grande assim como as cobranças excessivas, o que gera desconforto e diante do contexto, adoecimento físico e emocional ao trabalhador”, explica Bassanin.

A categoria cobra transparência e informações por parte do banco aos seus funcionários e entidades representativas. Durante o primeiro semestre de 2020, o Banco Santander lucrou no R$ 5,989 bilhões, mesmo com a pandemia.
“É muito importante que cada base articule atividades dentro das possibilidades e com preservação às medidas de segurança e saúde do bancário e da bancária”, reforça o presidente da Feeb, Jeferson Boava.

 Fonte: Federação dos Bancários SP/MS