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Resumo da Convenção Coletiva


A categoria bancária é uma das poucas no Brasil que tem um acordo válido para todos seus integrantes no Brasil inteiro, a Convenção Coletiva de Trabalho. Não importa onde o bancário esteja dentro do território nacional, seus direitos são os mesmos.

Mas não adianta tê-los se não os conhecemos. Alguns passam a fazer parte automaticamente do nosso cotidiano, já que nem nos imaginamos sem eles. Outros nem sequer registramos se ainda não sentimos a necessidade de usá-los. Mas estão previstos e beneficiam novas e antigas gerações. É como uma herança que precisa ser preservada e lapidada a cada ano. A gente se orgulha de receber e tem a responsabilidade de ampliá-la ainda mais.

Aqui, neste espaço, apresentamos os principais direitos previstos no acordo de 2016/2018. Mas não ache que são apenas estes e, para conhecer todos, basta acessar à íntegra das convenções.

Conheça sua história, informe-se sobre seus direitos, envolva-se, torne-se responsável por novas conquistas!

SALÁRIO DE INGRESSO 
Para jornada de 6 horas Portaria, contínuos e serventes: R$ 1.358,25 Escritório: R$ 1.946,68 Tesoureiros, caixas: R$ 1.946,68

SALÁRIO APÓS 90 DIAS DA ADMISSÃO 
Portaria, contínuos e serventes: R$ 1.487,83 Escritório: R$ 2.134,19 Tesoureiros, caixas: R$ 2.134,19

ADIANTAMENTO DE 13º SALÁRIO 
a) até 31.05.2017, relativamente à gratificação do ano de 2017, aos admitidos até 31.12.2016; b) até 31.05.2018, relativamente à gratificação do ano de 2018, aos admitidos até 31.12.2017

SALÁRIO DO SUBSTITUTO 
Ao admitido para a função de outro dispensado é garantido salário igual ao do empregado de menor salário na função, sem considerar vantagens pessoais.

HORAS EXTRAS 
As extras têm adicional de 50%. Quando prestadas durante toda a semana anterior 
o valor correspondente ao repouso semanal remunerado, inclusive sábados e feriados. O cálculo da hora extra é feito a partir da soma de todas as verbas salariais fixas como o ordenado e a gratificação de caixa.

ADICIONAL NOTURNO 
A jornada de trabalho noturna – entre 22h e 6h – tem acréscimo de 35% sobre a hora diurna, ressalvadas as situações mais vantajosas.

AUXÍLIO-REFEIÇÃO 
Atualmente está em R$ 32,60 por dia de trabalho. Corresponde a 22 dias fixos por mês, inclusive nas férias. Os afastados por doença ou acidente de trabalho recebem até o 15º dia. O empregado pode optar em incluir o auxílio-refeição na cesta-alimentação.

CESTA-ALIMENTAÇÃO 
Atualmente está em R$ 565,28 e é extensiva à empregada em licença-maternidade. O afastado por acidente do trabalho ou doença recebe por 180 dias, contados do primeiro dia de afastamento.

13ª CESTA-ALIMENTAÇÃO 
Mesmo valor da cesta-Alimentação – hoje em R$ 565,28 – com pagamento até 30 de novembro. Também extensiva à empregada em licença-maternidade. O afastado por acidente do trabalho ou doença recebe desde que, na data da concessão, esteja afastado do trabalho há menos de 180 dias.

AUXÍLIO-CRECHE/BABÁ 
Reembolso mensal passou para R$ 434,17. As despesas devem ser comprovadas com recibos de pagamentos em creches e outras instituições até a idade de 71 meses. O valor também é ressarcido no caso dos gastos com empregada doméstica/babá, desde que seja apresentado recibo, o registro em Carteira de Trabalho e inscrição no INSS. Para filhos excepcionais ou deficientes físicos que exijam cuidados permanentes, o valor é o mesmo, sem limite de idade, desde que tal condição seja comprovada por atestado fornecido pelo INSS ou instituição por ele autorizada, ou, ainda, por médico pertencente a Convênio mantido pelo banco.

AUXÍLIO-FUNERAL 
R$ 978,08 pelo falecimento de cônjuge e de filhos menores de 18 anos. O valor também será efetuado aos dependentes do empregado que vierem a falecer. É necessário apresentar atestado em até 30 dias após o óbito.

DESLOCAMENTO NOTURNO 
Os empregados credenciados pela Câmara de Compensação do Banco do Brasil, do noturno – 22h às 6h -, os Investigadores de Cadastro e os que terminam sua jornada entre meia-noite e 6h têm direito a R$ 102,09 ao mês. O banco que já fornece condução não poderá substituí-la pela verba desta cláusula.

VALE-TRANSPORTE 
Corresponde à parcela que exceder a 4% do salário básico. O pagamento antecipado tem de ocorrer até o quinto dia útil.

VALE-CULTURA 
Os bancos concederão aos empregados que recebem até 5 salários mínimos mensais, valor único mensal de R$ 50,00, sob a forma de cartão magnético, para serem gastos em produtos e bens culturais, como teatro, cinema, show, livros e cursos (veja onde é possível gastar).

LICENÇA-MATERNIDADE 
A duração da licença-maternidade poderá ser prorrogada de 120 dias para 180 dias, desde que haja adesão do banco ao Programa Empresa Cidadã. A solicitação tem de ser por escrito até o final do primeiro mês após o parto. Vale também para adoção, sob os mesmos moldes, e a solicitação tem de ser por escrito até o final do primeiro mês após a respectiva adoção ou sentença judicial.

ABONO DE FALTAS PARA ESTUDANTES 
São abonadas as faltas para vestibular e prova escolar obrigatória mediante aviso prévio de 48 horas.

AUSÊNCIAS LEGAIS 
Falecimento: quatro dias úteis consecutivos, em caso de cônjuge, ascendente, descendente, irmão ou pessoa que viva sob sua dependência econômica. Casamento: cinco dias úteis consecutivos. Nascimento: cinco dias, ao pai, com o mínimo de três dias úteis, na primeira semana de vida do filho. Doação de sangue: um dia. Internação hospitalar: um dia para internação de cônjuge, filho, pai ou mãe. Consulta médica: dois dias por ano para levar filho ou dependente menor de 14 anos ao médico. Nesses casos sábado não é considerado dia útil.

FOLGA ASSIDUIDADE 
Um dia de ausência remunerada ao empregado que não tenha nenhuma falta injustificada entre 1/9/2015 a 31/8/2016 e com mínimo de 1 ano de vínculo empregatício com o banco. O dia de ausência remunerada tem de ser tirado entre 1/9/2016 e 31/8/2017, sendo definido pelo gestor em conjunto com o empregado.

Um dia de ausência remunerada ao empregado que não tenha nenhuma falta injustificada entre 1/9/2016 a 31/8/2017 e com mínimo de 1 ano de vínculo empregatício com o banco. O dia de ausência remunerada tem de ser tirado entre 1/9/2017 e 31/8/2018, sendo definido pelo gestor em conjunto com o empregado.

O banco que já concede qualquer outro benefício que resulte em folga, como “faltas abonadas”, “abono assiduidade”, “folga de aniversário”, e outros, fica desobrigado do cumprimento desta cláusula.

ESTABILIDADE PROVISÓRIA DE EMPREGO 
Têm estabilidade provisória, salvo em casos de dispensa por justa causa: Gestante*: da gravidez até 60 dias após a licença-maternidade. Gestante/aborto: 60 dias, em caso de aborto comprovado por atestado médico. Pai: por 60 dias após o nascimento do filho. A certidão deve ser entregue ao banco em até 15 dias, contados do nascimento. Serviço militar: desde o alistamento até 30 dias depois da desincorporação ou dispensa.

Doença: por 60 dias após ter recebido alta médica, quem, por doença, tenha ficado afastado do trabalho, por tempo igual ou superior a seis meses contínuos. Acidente: por 12 meses após o término do auxílio-doença acidentário. Pré-aposentadoria**:

1 ano anterior à complementação do tempo de aposentadoria proporcional ou integral pela previdência para quem tem o mínimo de cinco anos de vínculo empregatício com o banco;

2 anos anteriores à complementação do tempo de aposentadoria proporcional ou integral pela previdência para homens que têm o mínimo de 28 anos e mulheres que têm o mínimo de 23 anos de vinculação empregatícia ininterrupta com o mesmo banco.

*Se a gestante for dispensada sem o conhecimento, pelo banco, de sua gravidez, a trabalhadora tem o prazo de 60 dias, a contar da data da demissão, para requerer a estabilidade.

** Para ter direito à estabilidade pré-aposentadoria é necessário que o trabalhador entregue e protocole carta informando que preenche as condições exigidas. O empregado deve reunir toda a documentação necessária para apresentá-la ao banco caso seja exigida pelo banco. A estabilidade não se aplica aos casos de dispensa por justa causa ou pedido de demissão, e se extingue se a aposentadoria não for requerida após completado o tempo mínimo necessário para sua aquisição.

COMPLEMENTAÇÃO DE AUXÍLIO-DOENÇA PREVIDENCIÁRIO e ACIDENTÁRIO 
Os empregados com auxílios-doença previdenciário ou acidentário, concedidos pela Previdência, têm um complemento no salário que deve corresponder à diferença do valor recebido do INSS e a soma das verbas salariais pagas pelo banco. A complementação será feita da seguinte forma: por 2 anos para cada licença concedida a partir de 1º de setembro de 2016. Quem estava afastado nessa data, continuará recebendo até completar o prazo de 2 anos. A complementação também deve ocorrer para o 13º salário.

O banco pode, a cada seis meses, requisitar ao empregado que se submeta a uma junta médica.

O banco fará o adiantamento do auxílio-doença previdenciário ou auxílio-doença acidentário enquanto o empregado não receber da Previdência Social o valor a ele devido. Quando o órgão previdenciário fizer o pagamento, este deve ser comunicado imediatamente pelo empregado.

INDENIZAÇÃO POR MORTE OU INCAPACIDADE DECORRENTE DE ASSALTO 
R$ 145.851,00 para bancário ou seus dependentes legais no caso de morte ou incapacidade permanente, em consequência de assalto ou ataque, consumado ou não o roubo, a qualquer departamento do banco, a empregados ou a veículos que transportem numerário ou documentos.

No caso de assalto a agência bancária, os empregados presentes têm direito a atendimento médico logo após o ocorrido, e será feita comunicação à CIPA, onde houver.

Enquanto o empregado estiver recebendo do INSS benefício por acidente de trabalho, decorrente do evento, sem definição quanto à invalidez permanente, o banco complementará o benefício previdenciário até o montante do salário da ativa, inclusive o 13º salário, salvo se a complementação for paga por outra entidade, vinculada, ou não, ao banco.

DIGITADORES – INTERVALO PARA DESCANSO 
Nos serviços permanentes de digitação, a cada período de 50 minutos de trabalho consecutivo caberá um intervalo de 10 minutos para descanso, não deduzido da jornada de trabalho, nos termos da NR 17.

TRANSPORTE DE NUMERÁRIO 
Será observado disposto na Lei nº 7.102/1983, na Portaria DG/DPF nº 3.233, de 10/12/2012, e alterações posteriores.

MULTA POR IRREGULARIDADE NA COMPENSAÇÃO 
Ficarão por conta dos bancos e não poderão ser descontadas dos empregados.

UNIFORME Quando exigido ou previamente permitido pelo banco, será fornecido gratuitamente.

MONITORAMENTO DE RESULTADOS 
Os bancos não exporão, publicamente, o ranking individual de seus empregados e é vedada, ao gestor, a cobrança de cumprimento de resultados por mensagens, no telefone particular do empregado.

FREQUÊNCIA LIVRE DO DIRIGENTE SINDICAL 
Para efeito de frequência livre, os Diretores de Entidades Sindicais de Empregados em Estabelecimentos Bancários, que, em virtude de unificação de bancos dos quais sejam empregados, tenham passado a ser, ou vierem a ser, de um só banco, continuarão a considerar-se como de bancos diferentes, até às eleições seguintes, situação essa que permanecerá no caso de ser mantida a coincidência em virtude de sua reeleição.

QUADRO DE AVISOS 
Os bancos têm de colocar à disposição do Sindicato quadro para afixação de comunicados oficiais de interesse da categoria.

SINDICALIZAÇÃO 
As instituições financeiras têm de permitir as campanhas de sindicalização a cada 12 meses.

CIPA – COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES 
Os bancos encaminharão cópia da convocação de eleições da Cipa ao Sindicato, na mesma data da sua divulgação aos empregados.

EXAMES MÉDICOS ESPECÍFICOS 
O empregado poderá solicitar exames médicos específicos, que serão realizados a critério de médico indicado pelo banco. Os resultados serão fornecidos ao empregado solicitante.

ASSISTÊNCIA MÉDICA E HOSPITALAR – EMPREGADO DESPEDIDO 
O empregado dispensado sem justa causa, a partir de 1º de setembro de 2016, poderá usufruir dos convênios de assistência médica e hospitalar do banco. O período de utilização, levando-se também em consideração o tempo de casa, começa a partir do último dia de trabalho efetivo. O demitido deve ser mantido nas mesmas condições do plano ao qual se vincula o empregado, respeitadas as situações mais favoráveis. A utilização fica assim: Até 5 anos de banco: 60 dias Mais de 5 até 10 anos: 90 dias Mais de 10 até 20 anos: 180 dias Mais de 20 anos: 270 dias

EXTENSÃO DE VANTAGENS – RELAÇÃO HOMOAFETIVA 
As vantagens da CCT aplicáveis aos cônjuges dos empregados abrangem os casos em que a união decorra de relação homoafetiva estável, devidamente comprovada por requisitos iguais aos observados pela Previdência Social.

AVISO PRÉVIO PROPORCIONAL 
O empregado dispensado sem justa causa fará jus ao aviso prévio de 30 dias acrescido do proporcional, indenizado, nas seguintes condições: Até 5 anos: 30 dias da remuneração mensal Mais de 5 anos até 10 anos: 45 dias da remuneração mensal Mais de 10 anos até 20 anos: 60 dias da remuneração mensal De 20 anos em diante: 90 dias da remuneração mensal

FÉRIAS PROPORCIONAIS 
O empregado com menos de 1 ano de serviço, que rescindir espontaneamente o seu contrato de trabalho, fará jus a férias proporcionais de 1/12 para cada mês completo de efetivo serviço ou fração superior a catorze dias.

IGUALDADE DE OPORTUNIDADES 
Comissão Bipartite desenvolverá propostas, com base no Censo da Diversidade, de orientação a empregados, gestores e empregadores no sentido de prevenir eventuais distorções que levem a atos e posturas discriminatórias nos ambientes de trabalho e na sociedade de forma geral. A Comissão Bipartite realizará reuniões trimestrais para acompanhamento do programa.

PROTOCOLO PARA PREVENÇÃO DE CONFLITOS NO AMBIENTE DE TRABALHO 
Fica instituído, por adesão voluntária, o Protocolo para Prevenção de Conflitos no Ambiente de Trabalho visando a valorização de todos os empregados, promovendo respeito à diversidade, à cooperação a ao trabalho em equipe; conscientização dos empregados sobre a necessidade de um ambiente de trabalho saudável; e promoção de valores éticos, morais e legais; e comprometimento dos bancos para que o monitoramento de resultados ocorra com equilíbrio, respeito e de forma positiva para prevenir conflitos nas relações de trabalho. A adesão será formalizada por um acordo aditivo.

REQUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL 
R$ 1.457,68 é o valor a ser destinado pelo banco ao funcionário dispensado sem justa causa para despesas com cursos de qualificação ou requalificação profissional ministrados por empresa, entidade de ensino ou entidade sindical profissional, respeitados critérios mais vantajosos. O ex-empregado tem 90 dias, contados da data da dispensa, para requerer ao banco o direito. O banco efetuará o pagamento, diretamente à empresa ou entidade ou reembolsará o trabalhador.

DIAS NÃO TRABALHADOS (GREVE) 
Os dias não trabalhados entre 6 de setembro de 2016 e 6 de outubro de 2016, por motivo de paralisação, não serão descontados ou compensados.

ADIANTAMENTO EMERGENCIAL PARA AFASTADOS POR DOENÇA 
Enquanto ainda não concedido pelo INSS o benefício requerido, fica assegurado pelo prazo de 120 dias o adiantamento emergencial de salário em valor igual à soma das verbas salariais aos empregados que comprovem estar nas seguintes condições: ocorrida a cessação do benefício, desde que tendo sido considerados inaptos pelo médico do trabalho do banco e que comprovem ter apresentado Pedido de Reconsideração (PR) junto ao INSS; ou afastados do trabalho por período superior a 15 dias, mediante apresentação do atestado médico até o 16º dia de afastamento e que comprovem agendamento da 1ª perícia médica no INSS.

PARTICIPAÇÃO NOS LUCROS OU RESULTADOS 
90% do salário-base mais R$ 2.183,53, limitado a R$ 11.713,59. Se o total distribuído a todos os funcionários não atingir 5% do total do lucro líquido de 2016, o valor individual deverá ser majorado até alcançar 2,2 salários, limitado a R$ 25.769,88, ou até que se atinja os 5%. O pagamento tem de ser feito até 2 de março de 2017.

PARCELA ADICIONAL DA PLR 
Divisão linear de 2,2% do lucro líquido do exercício de 2016 dividido em partes iguais pelo número total de empregados, até o limite individual de R$ 4.367,07.

ANTECIPAÇÃO DA PLR
54% sobre o salário, acrescido de R$ 1.310,12, limitado a R$ 7.028,15 ou ao teto de 12,8% do lucro líquido do banco no 1º semestre de 2016, o que ocorrer primeiro, com pagamento previsto para até 10 dias após a assinatura da CCT.

ANTECIPAÇÃO DA PARCELA ADICIONAL DA PLR 
Divisão linear de 2,2% do lucro líquido apurado em 1º de setembro de 2016 pelo total de empregados, limitado a R$ 2.183,53 por funcionário.

VIGÊNCIA 
A presente Convenção Coletiva de Trabalho tem a duração de 1 ano: de 1º de setembro de 2016 a 31 de agosto de 2018. (Fonte: Seeb SP)

Banco Inglês instala sensores na mesa para monitorar funcionários

O banco inglês Barclays instalou dispositivos que monitoram quanto tempo os executivos do banco passam em suas mesas.

Gerentes foram questionados quando os funcionários do banco de investimento em Londres descobriram caixas pretas debaixo de suas mesas nos últimos meses, segundo vários funcionários do Barclays, que pediram anonimato ao falar sobre seu local de trabalho. Eram dispositivos de monitoramento chamados OccupEye, equipados com sensores de calor e movimento para registrar quanto tempo os funcionários passam em seus postos.

Os dispositivos foram “implementados em etapas” e o pessoal do Barclays e o sindicato Unite foram notificados antes da instalação, embora o banco não tenha enviado um memorando específico sobre eles, segundo o porta-voz Tom Hoskin.

Os funcionários do Barclays disseram que não se lembram de terem sido informados sobre os sensores, mas porta-vozes do banco disseram que nenhuma queixa foi apresentada oficialmente ao departamento de recursos humanos.

Os dispositivos, fabricados pela Cad-Capture, com sede em Blackburn, Reino Unido, são vendidos como um meio de as empresas identificarem como reduzir o espaço dos escritórios. Um painel multicolorido mostra aos gerentes quais postos de trabalho estão desocupados e analisa tendências de uso.

“Os sensores não monitoram pessoas nem a produtividade, eles avaliam o uso do espaço dos escritórios”, afirmou o banco em uma declaração enviada por email. “Este tipo de análise nos ajuda a reduzir custos, por exemplo, administrando o consumo de energia ou identificando oportunidades para flexibilizar mais os ambientes de trabalho.”

Economia 
A utilização intensiva das mesas pode soar atraente como estratégia de redução de custos para o CEO do Barclays, Jes Staley, que disse que “enormes economias” devem ser feitas diminuindo a utilização de imóveis do banco. Em dezembro, o Barclays sublocou espaço para escritórios ao governo no distrito londrino de Canary Wharf, economizando assim cerca de 35 milhões de libras esterlinas (US$ 45 milhões) por ano.

“Garantiram que os aparelhos não monitoravam indivíduos nem o desempenho deles”, disse Dominic Hook, funcionário nacional do Unite, em um comunicado. O sindicato “acompanhará atentamente a situação para garantir que os sensores nunca sejam utilizados para espionar os funcionários ou como forma de medir a produtividade”.

Consultas a outros dez bancos com operações em Londres revelaram que o Lloyds Banking Group usa sensores de movimento parecidos.

Os aparelhos OccupEye já causaram polêmicas: o jornal “Daily Telegraph” removeu os dispositivos no dia em que foram instalados por causa das queixas dos funcionários e de um sindicato de jornalistas, que reclamaram de uma “vigilância estilo Big Brother”.

O Lloyds, como o Barclays, tem reduzido seu espaço em Londres no intuito de economizar 100 milhões de libras por ano. “É importante revisar regularmente o espaço de escritórios e de trabalho”, disse em um email Ross Keany, porta-voz do Lloyds. “Usamos sensores de movimento em alguns de nossos escritórios, mas também interagimos com os colegas e pedimos a opinião deles sobre o que funcionaria melhor.” (Fonte: UOL)

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Bancos fecham 10.680 postos de trabalho no primeiro semestre de 2017

No primeiro semestre de 2017, os bancos fecharam 10.680 postos de trabalho no país. Porém, em julho, o saldo foi positivo com a abertura de 72 postos no setor bancário, após dezessete meses de saldos negativos. Os números fazem parte da pesquisa sobre o Emprego Bancário, realizada pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), divulgada nesta quarta-feira (16).

A análise mostra que os bancos Itaú Unibanco, Bradesco, Santander e Banco do Brasil foram responsáveis pelo fechamento de 5.857 postos no país. Só a Caixa Econômica fechou 4.543 vagas.

Os desligamentos atingiram os trabalhadores entre 50 a 64 anos, com o fechamento de 7.903 postos de trabalho, durante o período, e o saldo positivo foi apenas para pessoas com faixa etária até 24 anos.

Para o presidente da Contraf-CUT, Roberto von der Osten, mesmo com o saldo positivo, obtido no último mês, não se pode esquecer que os seis meses anteriores foram assustadores para a classe trabalhadora. “A maioria dos postos criados foi voltada para a área de call center, que deixa claro a tendência das agências físicas em modificar seu perfil para digital”, explica.

A desigualdade entre homens e mulheres também é observada. As 11.963 mulheres desligadas dos bancos entre janeiro e julho de 2017 recebiam, em média, R$ 6.449,22, o que representou 78,4% da remuneração média dos 11.757 homens que foram desligados dos bancos no período.

Presidente da Caixa nega intenção de contratar bancários sem concurso

A Caixa Econômica não tem, no momento, a intenção de contratar trabalhadores terceirizados para executar as atividades-fim do banco, disse o presidente da instituição financeira, Gilberto Occhi. De acordo com ele, a mudança no regulamento interno da Caixa que abre brecha para esse tipo de contratação representou apenas uma adequação à nova legislação trabalhista.

“Essa mudança na regulamentação foi muito mais para adequar a legislação aprovada às regras da Caixa. Não significa dizer que temos intenção.

Momentaneamente, não há intenção da Caixa de fazer nenhuma contratação terceirizada para algum tipo de posto de trabalho dentro do banco”, declarou Occhi após participar da cerimônia de assinatura da distribuição de parte dos lucros do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço aos trabalhadores.

Segundo Occhi, o banco apenas cumpriu uma obrigação legal ao mudar o regulamento interno. “Foi muito mais uma adequação à legislação. Isso é uma obrigação legal, normativa que a Caixa deveria adotar”, declarou.

Na semana passada, a Caixa alterou o regulamento interno para criar a figura do bancário temporário, que poderia executar tanto atividades-meio (administrativas) como atividades-fim (serviços bancários) e ser contratado sem concurso público.

Segundo o documento, essa categoria teria atribuições equivalentes às do cargo de técnico bancário, previstas em contrato firmado com empresa especializada na prestação de serviços temporários.

Fonte: Agência Brasil

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Vitória-Plano de Saúde do Banco Mercantil

O Sindicato promoveu ação coletiva em face do BANCO MERCANTIL DO BRASIL (processo 0011824.43.2016.5.15.0101) para restabelecer o plano de saúde, que até 30/06/2016 eram prestados pelo sistema UNIMED e que a partir de 01/07/2016 o banco rescindiu o contrato com o sistema UNIMED e passou a oferecer o plano pelo sistema BRADESCO SAÚDE. A referida alteração foi efetuada de maneira unilateral, sem qualquer consulta à categoria, assim como representou um aumento do preço cobrado do bancário, o número de médicos, clínicas e hospitais foi reduzido sensivelmente, no antigo plano eram aproximadamente 500 médicos/clínicas/hospitais e no então implantado apenas 48. Frise-se que sindicato tentou iniciar tratativas com o banco no intuito reverter tal situação, contudo, o banco não havia sequer respondido oficialmente sobre a possibilidade de discutir a questão antes da ação na Justiça do Trabalho. Felizmente, com a força do Judiciário Trabalhista e da CLT, que tanto insistem em reformar, mesmo antes de uma decisão que lhe fosse desfavorável, o banco rescindiu o contrato com o BRADESCO SAÚDE e a categoria voltará a utilizar o sistema UNIMED a partir de 01/09/2017.

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Reunião com RH Bradesco

Os sindicatos da base da Federação dos Bancários de SP/MS, estiveram reunidos ontem com o RH do Bradesco para tratar de assuntos relacionados como PDVE, fechamento de agências,plano de saúde e transferência de funcionários, o Vice presidente  Edilson Aparecido Julian representou o Sindicato Bancários de Marília e Região.

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Santander atinge maior lucro da sua história para o semestre


Banco espanhol ganhou R$ 4,6 bilhões, aumento de 33%, e eliminou mais de 2 mil postos de trabalho no período
O Santander atingiu o maior lucro de sua história para um semestre nesses primeiros meses de 2017, obtendo R$ 4,612 bilhões. O montante representa crescimento de 33,2% em relação ao mesmo período de 2016. Esse resultado significa 26% do lucro global do banco espanhol, sendo o Brasil o país mais lucrativo para a instituição. Em seguida vem o Reino Unido, com 17%, e a Espanha, com 15%.

Mas o resultado expressivo não representou criação de postos de trabalho. Pelo contrário. No período, o banco eliminou 2.281 vagas, reduzindo o total de funcionários para 46.596. O banco também fechou agências. Foram 11 unidades encerradas no semestre, passando para 2.255.

“Os ganhos expressivos obtidos no Brasil não se traduziram em nenhuma contrapartida social, já que o banco segue fechando agências e demitindo milhares de pais e mães de família, trabalhadores que geraram esse lucro astronômico por meio do seu esforço e dedicação”, critica a diretora executiva do Sindicato de SP e bancária do Santander, Maria Rosani.

As receitas de tarifas e prestação de serviços tiveram alta de 17%, com destaque para receitas de cartões de crédito, serviços de conta corrente e comissões de seguros. Somente com os lucros obtidos por meio dessa receita, o Santander cobre 170% do total de suas despesas de pessoal.

“Esse dado comprova que o Santander não só pode, como deve contratar mais funcionários a fim de prestar melhor atendimento aos clientes que pagam tarifas altas e também para contribuir socialmente com o país que dá tanto lucro para esse banco espanhol”, enfatiza.

Palpites infelizes
Em sua apresentação a investidores, o Santander faz uma avaliação daquilo que considera necessário para o bom desempenho da economia brasileira. Entre os itens, o banco destacou as reformas da Previdência e a trabalhista; a eliminação da indexação de gastos sociais; requisitos mais rígidos para acesso aos programas sociais; contenção de gastos.

“Enquanto a economia está em queda, os bancos continuam aumentando as tarifas que os clientes pagam e querem reduzir seus gastos por meio de demissões e retirada de direitos. É no mínimo revoltante”, protesta Maria Rosani.

“Além de socialmente não contribuir em nada com o país que representa mais de um quinto do seu lucro global, o banco espanhol ainda se mete a dar palpites sobre o que deve ser feito na economia, e a maioria das sugestões envolvem a retirada de direitos da população. É um desrespeito, com os brasileiros, para não dizer um ultraje”, afirma a dirigente.

Outros números
As despesas de provisão totalizaram R$ 5,959 bilhões no primeiro semestre, com redução de 6% em doze meses.
As receitas de operações de crédito cresceram 42%. A carteira de crédito ampliada somou R$ 324,944 bilhões com elevação de 5,4% em doze meses e redução de 0,1% no trimestre.

O crédito a pessoa física chegou a R$ 97,414 bilhões com alta de 12,2% em doze meses impulsionado por cartão de crédito, consignado e rural.

A carteira de financiamento ao consumo atingiu R$ 36,9 bilhões com elevação de 15,7% em doze meses.
O crédito a pequenas e médias empresas cresceu 0,3% em doze meses chegando a R$ 32,522 bilhões, enquanto a carteira de grandes empresas registrou queda de 3,5% chegando a R$ 89,811 bilhões.

O índice de inadimplência atingiu 2,9% com redução de 0,3 ponto percentual em 12 meses. (Fonte: Seeb SP)

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Lucro do Itaú Unibanco cresce 10,7% no 2º trimestre, para R$ 6,17 bilhões

O Itaú Unibanco teve crescimento de 10,7% no lucro líquido no 2º trimestre, para R$ 6,169 bilhões, com ajuda do aumento da receita com serviços e tarifas bancárias e com a redução das provisões contra calotes de clientes.

Os números foram divulgados na noite desta segunda-feira (31), na primeira vez em que o banco publicou o balanço após o fechamento dos mercados acionários no Brasil e nos Estados Unidos.

O resultado exclui receitas e despesas extraordinárias. Se comparado com os três meses anteriores, o lucro teve leve queda de 0,1%.

Considerando despesas extraordinárias –com amortização de ágio e provisão para contingências, entre outros–, o lucro cai para R$ 6,014 bilhões. Significa um aumento de 9% em relação ao segundo trimestre de 2016, mas uma queda de 0,6% ante os três meses encerrados em março.

O recuo da inadimplência ajudou o banco a diminuir as provisões contra calotes de clientes.

Em um ano, o indicador que mede atrasos superiores a 90 dias caiu de 3,6% para 3,2%. Houve queda também na comparação com os 3,4% registrados de janeiro a março.

Com isso, a reserva que o Itaú provisiona para devedores duvidosos caiu 21,9% em relação ao segundo trimestre de 2016, de R$ 6,337 bilhões para R$ 4,948 bilhões. Ante os três meses encerrados em março, a provisão recuou 8,2%.

Foi o quinto trimestre consecutivo em que o banco reduziu sua provisão contra calote de clientes.

O lucro também foi ajudado pelo aumento de 2,5% com receitas com serviços, especialmente os referentes a cartões de crédito.

Do lado das despesas, os gastos com pessoal cresceram 8,3% no segundo trimestre, para R$ 4,989 bilhões. Já as despesas administrativas recuaram 0,6%, para R$ 3,969 bilhões. Como resultado, a despesa geral teve alta de 1,2% em um ano.

CRÉDITO

A carteira de crédito do Itaú recuou 3,6% em um ano, para R$ 552,35 bilhões.

As concessões caíram tanto para indivíduos quanto para empresas. As linhas de crédito para pessoas físicas sofreram queda de 1,8%, para R$ 179,38 bilhões. A maior queda foi registrada pelo financiamento de veículos, que recuou 15,6% em um ano, para R$ 14,1 bilhões. A segunda maior retração veio do crédito pessoal, com retração de 9,9%, para R$ 25,87 bilhões.

Em relação ao segundo trimestre de 2016, apenas cartão de crédito e crédito imobiliário cresceram. A primeira linha avançou 3,5%, para R$ 56,38 bilhões. As concessões de financiamento imobiliário, que tem garantias e são consideradas mais seguras pelos bancos, aumentaram 5,4% na comparação anual, para R$ 38,25 bilhões.

Esse tipo de crédito é uma das apostas dos economistas para a retomada do crédito no país. Em junho, segundo dados do Banco Central, o estoque de empréstimos no Brasil cresceu 0,38%.

Para pessoas jurídicas, houve contração dos empréstimos, em linha com o que acontece nos pares privados do Itaú. As concessões caíram 6,3% em um ano, para R$ 235,224 bilhões. O recuo foi maior para grandes empresas, com queda de 7,1%. Mas também foi registrado entre as micro, pequenas e médias –nesse caso, os empréstimos diminuíram 4%.

Este foi o primeiro trimestre sob comando de Candido Bracher, que substituiu em maio Roberto Setubal, membro de uma das famílias controladoras do Itaú Unibanco e que estava no posto de presidente-executivo do banco havia 23 anos.

Em maio, o Itaú anunciou a compra de 49,9% da XP, maior corretora do país, por R$ 5,7 bilhões. O negócio ainda está sujeito à aprovação dos órgãos reguladores.

Pelo acordo, a participação do Itaú na corretora deve crescer nos próximos anos, até chegar a 75%.

Segundo o Itaú, a XP, que tinha como mote a “desbancarização”, terá gestão e condução “totalmente independentes, segregadas e autônomas”.

O banco prevê que a corretora seguirá atuando como plataforma aberta e independente, “buscando oferecer aos seus clientes uma gama diversificada de produtos próprios e de terceiros, competindo livremente com as demais corretoras e distribuidoras do mercado de capitais, inclusive aquelas pertencentes ao conglomerado Itaú Unibanco.”

Fonte: Folha.com

Bradesco tem lucro líquido de R$ 3,91 bilhões no 2º trimestre


Queda é de 5,4% em relação ao mesmo período do ano passado e de 3,9% ante o trimestre anterior
O lucro líquido ajustado do Bradesco totalizou R$ 4,704 bilhões no segundo trimestre, incremento de 13,0% em relação ao mesmo período do ano passado, de R$ 4,161 bilhões. Em relação aos três meses imediatamente anteriores, de R$ 4,648 bilhões, foi identificada elevação de 1,2%.

O Bradesco explica, em relatório que acompanha suas demonstrações financeiras, que, em relação ao trimestre anterior, o resultado de abril a junho foi impulsionado, em boa parte, pelo maior resultado com operações de seguros, previdência e capitalização e prestação de serviços. Foi compensado, entretanto, por maiores despesas de pessoal, menor resultado com a margem financeira e leve aumento da despesa com provisão para devedores duvidosos, as chamadas PDDs.

No primeiro semestre, o lucro líquido ajustado do Bradesco totalizou R$ 9,352 bilhões, aumento de 13,0% em um ano, quando o resultado ficou em R$ 8,274 bilhões. O Bradesco destaca que todas as linhas de resultado, no comparativo semestral, foram impactadas pelo efeito da consolidação do HSBC Brasil, ocorrida a partir do terceiro trimestre de 2016.

A carteira de crédito do Bradesco registrou R$ 493,566 bilhões ao final de junho, montante 1,8% inferior em relação ao final ao término de março, de R$ 502,714 bilhões. Em um ano, porém, quando o saldo foi de R$ 447,492 bilhões, foi vista expansão de 10,3%.

O impulso do período veio da pessoa física, cujos empréstimos subiram 15,5% de abril a junho ante um ano, para R$ 172,045 bilhões. Em relação com o primeiro trimestre, foi identificada leve alta de 0,1%. O crédito à pessoa jurídica apresentou alta de 7,7% em um ano, mas encolheu 2,8% no comparativo trimestral, para R$ 321,521 bilhões.

O Bradesco fechou junho com R$ 1,291 trilhão em ativos totais no primeiro trimestre, expansão de 16,8% ante um ano, de R$ 1,105 trilhão. Em relação aos três meses anteriores, foi vista redução de 0,2%.

O patrimônio líquido do banco foi a R$ 106,807 bilhões no segundo trimestre, aumento de 10,8% em um ano, de R$ 96,358 bilhões. Em relação ao primeiro, cresceu 2,2%. O retorno sobre o patrimônio líquido médio anualizado(ROE, na sigla em inglês) do Bradesco foi a 18,2% ao final de junho contra 18,3% em março e 17,4% um ano antes.

Contábil e ajustado. O lucro líquido contábil do Bradesco somou R$ 3,911 bilhões no segundo trimestre, declínio de 5,4% na comparação com o mesmo período do ano passado, de R$ 4,134 bilhões. Em relação aos três meses anteriores, de R$ 4,071 bilhões, a queda foi de 3,9%.

A diferença entre o resultado ajustado e o contábil se dá, conforme explica o Bradesco, pela amortização de ágio por conta da aquisição do HSBC, no montante de R$ 565 milhões, R$ 210 milhões por conta de mudança regulatória na Cielo, que passou a ser regulada pelo Banco Central e outros ativos contingentes.

No primeiro semestre, o lucro líquido contábil do Bradesco somou R$ 7,982 bilhões, recuo de 3,31% em relação a idêntico intervalo de 2016, de R$ 8,255 bilhões. (Fonte: Estadão)

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Reunião com o Santander

O Sindicato dos Bancários de Marília Região, esteve reunido, na última segunda feira 24/07 com Diretora de Relações Sindicais do Banco Santander Fabiana Silva Ribeiro  onde foram tratados vários assuntos entre eles ,agencias digitais, plataforma tecnológicas , Programa de desligamento voluntario e Comissão de conciliação prévia.