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Para economizar, governo muda regra para planos de saúde de estatais


O governo federal alterou as regras para a participação dos funcionários das empresas estatais em planos de saúde. Duas resoluções publicadas nesta sexta-feira (26) no “Diário Oficial da União” aumentam a participação dos novos funcionários no pagamento das mensalidades.

Os empregados terão que contribuir com o mesmo montante que seus empregadores. Atualmente, as estatais bancam, em média 77% dos gastos com os planos. O prazo de migração para o sistema paritário (50% pago pelos funcionários e 50% pelas empresas) é de 48 meses.

As resoluções da Comissão Interministerial de Administração de Participações Societárias da União visam estancar o crescimento de gastos das estatais.

As resoluções também definem um teto de gasto com plano de saúde. Não pode passar de 8% da folha salarial ou aumentar mais do que 10% do que foi pago no ano anterior —valendo o que for menor.

De acordo com dados do Ministério do Planejamento, os gastos das estatais com os planos de saúde passam de R$ 9 bilhões por ano para 500 mil funcionários de 147 empresas estatais.

Conforme a Folha informou, planos de saúde de estatais federais podem custar o triplo do privado. Na modalidade de autogestão, em que uma empresa sem fins lucrativos é contratada para gerir o plano de saúde, o gasto médio por funcionário é de R$ 10.163,62 ao ano.

Já no setor privado, as empresas pagam, também em média, R$ 3.858 pela assistência, de acordo com pesquisa feita pela consultoria Mercer Marsh Benefícios.

O impacto será sentido, principalmente, na Infraero e nos Correios, que são as estatais que mais financiam os seus planos de saúde, ao pagar, respectivamente, 93% e 95% da mensalidade das suas assistências.

Outra modificação é que a assistência não poderá mais ser estendida aos pais dos funcionários, como ocorre atualmente em alguns planos dos Correios. Valerá para os cônjuges ou companheiros de união estável, inclusive os do mesmo sexo.

Já os filhos são contemplados até os 21 anos, com exceção dos que são portadores de algumas necessidades especiais. A regulamentação vale apenas para os novos funcionários. (Fonte: Folha.com)

 

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Trabalho intermitente contrata 6 mil. ‘Acordos’ demitem 7 mil


Criado com a “reforma” da legislação trabalhista e apresentado como uma das “soluções” para o desemprego, o trabalho intermitente teve 2.851 admitidos e 277 dispensados apenas em dezembro.

Incluído em novembro, quando a Lei 13.467 entrou em vigor, são 5.971 admitidos e 330 dispensados, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (26) pelo Ministério do Trabalho, como parte do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). No Rede Brasil Atual

Enquanto o trabalho intermitente, que sindicalistas chamam de “legalização do bico”, não chegou a criar 6 mil empregos temporários em novembro e dezembro e já dispensou 300, os “acordos” entre patrão e empregado para dispensa do trabalhador somaram perto de 7 mil (6.696) nesses 2 meses.

Essa modalidade, também prevista na “reforma”, permite a dispensa por comum acordo, em que o trabalhador abre mão de parte de suas verbas rescisórias.

Isso aconteceu, principalmente, com ocupações de menor remuneração, como auxiliares de escritório e assistentes administrativos. Também atingiu alimentadores de linha de produção, motoristas de ônibus e de caminhão, operadores de caixa e faxineiros, entre outras. Homens na maioria (58,6%) e de 30 a 49 anos (50,1%) e com até 2º grau completo (58,2%)

Já no trabalho intermitente, mais de dois terços (3.903) são assistentes de vendas, 57% são mulheres, 64% têm até 29 anos e 84% têm até o 2º grau completo.

Responsável por acompanhar as movimentações do mercado de trabalho, o Ministério do Trabalho completa 1 mês sem titular. Em 27 de dezembro, Ronaldo Nogueira pediu exoneração para retomar sua vaga na Câmara dos Deputados pelo PTB-RS.

Nomeada por Michel Temer no início de janeiro, a também deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ) não conseguiu tomar posse por seguidas decisões judiciais. Agora, o caso está no Supremo Tribunal Federal. (Fonte: Diap)

 

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Caixa lançará outro PDVE em fevereiro

Já está quase tudo pronto para o novo Programa de Demissão Voluntário Extraordinário (PDVE) da Caixa Econômica Federal. O plano será lançado em fevereiro e deve ser anunciado oficialmente ainda nesta semana. A direção da Caixa tem como meta atrair entre 5 e 7 mil empregados. O Ministério do Planejamento autorizou o banco a desligar até 10 mil bancários.

Desde 2015, a Caixa vem, ano após ano, apresentando aos seus trabalhadores planos de demissão/incentivos a aposentadoria. O resultado disso é um enxugamento no quadro de pessoal. Em 2014, a Caixa chegou a ter cerca de 105 mil empregados. Atualmente, esse número não passa de 87 mil. Uma redução de aproximadamente 17%.

CONDIÇÕES DO PDVE
Está na mesa da diretoria da Caixa, duas propostas para o Programa: a primeira, e quem tem mais chance de ser escolhida, é a repetição das condições oferecidas no PDVE de 2017.

Nela, o banco estipulou uma indenização financeira de 10 salários líquidos (limitado a R$ 500 mil), além da manutenção do plano de saúde. O universo de bancários atingidos foram os aposentados pelo INSS ou os que poderiam se aposentar em 31 de dezembro do ano passado, trabalhadores com no mínimo 15 anos de efetivo exercício de trabalho, além dos empregados com adicional de incorporação de função até a data do desligamento (esse último, sem exigência de tempo mínimo de trabalho na Caixa).

A segunda proposta quer melhorar as condições dos benefícios recebidos pelos empregados para tornar mais atrativo o PDVE. O principal ponto seria a manutenção por prazo determinado do vale alimentação/refeição. A ideia é manter o pagamento do vale por até, no máximo, 5 anos.

Os que defendem a segunda proposta queriam aumentar a indenização financeira de 10 para 12 salários (também limitado a R$ 500 mil). Mas, como a Caixa encontra dificuldades para se adequar as novas regras do Acordo de Basiléia III, essa sugestão foi descartada. Os demais pontos, como quais bancários poderiam aderir e o plano de saúde, seriam os mesmos da primeira proposta.

Diretoria Executiva da CONTEC

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Governos vão estabelecer punições em casos de violência no trabalho

Governos de todo o mundo negociarão uma nova convenção internacional para estabelecer regras de punição sobre a violência no trabalho, além de obrigações para Estados e empregadores diante de denúncias. Em meio ao debate sobre o assédio que mulheres em diferentes setores vem enfrentando, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) estima que um novo tratado poderá estar concluído em 2019.

Oficialmente, a convenção tratará da violência no trabalho, o que irá incluir todos os tipos de agressões contra qualquer empregado. Mas o abuso nos locais de trabalho e o problema de assédio contra mulheres estarão pela primeira vez incluídos.

O anúncio foi feito nesta segunda-feira, 22, pelo diretor-geral da OIT, Guy Ryder. O tratado deve estar finalizado para comemorar os cem anos da entidade. “Teremos um forte conteúdo de gênero (na convenção)”, explicou.

Ainda que o assunto estivesse na agenda da OIT e dos governos por anos, não havia um acordo entre os participantes se um novo tratado tornando essas leis obrigatórias era a melhor forma de garantir a proteção aos trabalhadores. No cenário internacional, existem convenções que são apenas cartas de intenção, enquanto outros são obrigações legais que um governo assume quando ratifica o mecanismo.

Mas, diante de uma pressão internacional cada vez maior, o Comitê Executivo da OIT optou por iniciar o processo para negociar um tratado que tenha poder de lei. “Essa é a primeira vez que se tentará tratar do tema de uma forma legal e isso é muito importante”, afirmou Ryder, que admite que não entende como o assunto passou tantos anos sem ser lidado de uma forma concreta.

“Foi decidido que, quando nos referimos à violência no trabalho, trataremos de um conceito muito amplo e que inclui violência, mas também assédio e a situação de pessoas que não se sintam confortáveis no emprego por algum tipo de ameaça”, explicou.

Em Hollywood, em administrações públicas, nos esportes, na ONU e em dezenas de setores, mulheres vêm denunciando casos de abusos sexuais por parte de companheiros de trabalho e chefes.

“O que tem ocorrido ultimamente revela que o lugar de trabalho pode ser bem hostil para as mulheres”, indicou Ryder. “Todos sabíamos, mas acredito que seja bom que todos estejamos comprometidos em resolver essa situação”, completou.

Os termos do acordo ainda terão de ser debatidos, assim como as obrigações do Estado e dos empregadores.

Fonte: Estadão

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Novo estatuto mantém custeio do Saúde Caixa

A direção da CAIXA informou a CONTEC, por ofício, nesta terça-feira (23/01) que o plano de custeio do Saúde Caixa se mantém conforme as regras estabelecidas no Acordo Coletivo vigente. Ou seja, a empresa continuará arcando com 70% do valor dos gastos do plano de saúde e aos empregados cabem os 30% restantes.

Segundo o comunicado, a decisão foi tomada durante aprovação do novo estatuto da Caixa, na sexta-feira passada (19/01). O documento ainda esclarece que os 30% custeados pelos empregados são compostos pelo desconto mensal de 2% do salário (remuneração base) de cada um, mais uma coparticipação de 20%, limitada a R$ 2.400,00 anuais por grupo familiar.

O novo Estatuto prevê ainda que a Caixa limite os gastos anuais com o custeio de assistência à saúde em 6,5% do total dos gastos correspondentes à soma das folhas anuais de pagamento da Caixa e de proventos da FUNCEF pagos aos assistidos. Segundo o ofício, a medida visa minimizar o impacto no capital da instituição em razão do provisionamento de benefício pós emprego, conforme resolução do Banco Central, que impõe o atendimento a regulamentação CPC33. A Caixa deve adequar-se a nova regra até o exercício de 2020.

Diretoria Executiva da Contec

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Caixa Econômica prevê 37% de aumento para seus vice-presidentes

A Caixa prevê aumentar em 37% o salário anual de seus vice-presidentes em 2018. A remuneração total de cada um dos 12 executivos pode chegar a R$ 87.398,94 mensais, se acumulados os limites máximos dos honorários, mais ganhos por metas e desempenho pessoal – que são variáveis – e benefícios. Era de R$ 63.548,63 no ano anterior. O último reajuste dos bancários foi de 2,75%, um pouco abaixo da inflação do ano passado, que foi de 2,95%.

O plano do banco de aumentar a remuneração dos vice-presidentes coincide com um momento complicado para a instituição financeira. Nesta semana, quatro executivos foram afastados por suspeita de corrupção e outras irregularidades.

Depois de anos como líder na concessão de crédito no País, a Caixa precisa de dinheiro para não descumprir regras bancárias internacionais. O banco contava com um aporte de R$ 15 bilhões do FGTS para se adequar – o que não deve ocorrer depois do escândalo envolvendo os executivos.

Os quatro vice-presidentes afastados são acusados de vazamento de informações privilegiadas para políticos sobre o andamento de pedidos de empréstimos e também de negociar cargo em uma estatal como moeda de troca para liberação de crédito. Os cargos de vice-presidentes na Caixa costumam entrar no rol de negociações do governo com a base aliada em busca de apoio.

O banco prevê gastar R$ 12,5 milhões com salários e benefícios dos executivos entre abril de 2017 e março de 2018. No período anterior, os vices receberam R$ 9,1 milhões. A informação está em um relatório do comitê de remuneração, que é responsável por elaborar a proposta de gastos de pessoal que o conselho de administração do banco submete ao ministro da Fazenda.

Fonte:Estadão

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Incorporação de função no BB já aparece no contracheque de funcionários

Em cumprimento à decisão da Ação Civil Pública (ACP) ajuizada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e federações associadas, o Banco do Brasil informou no processo judicial que vai incorporar a gratificação recebida pelos bancários abrangidos pela ação, que exerceram a função gratificada por 10 anos ou mais, cabe informar que é um decisão liminar.

 

Em reunião da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB – CEBB, foi encaminhado enviar este comunicado aos Sindicatos para que informem aos bancários e bancárias da respectiva base para que procurem o Sindicato e levem dados sobre a sua situação, para que possamos analisar recurso no processo com o objetivo de incorporar a gratificação de função ao maior número possível de bancários atingidos pela Reestruturação iniciada em novembro d e 2016.

 

DADOS DE QUEM TEVE PREJUÍZO

 

O Sindicato deverá enviar comunicado às bancárias e bancários de sua base, pedindo que, aqueles que foram atingidos pela reestruturação, informem os seguintes dados:

 

* Nome completo

* Matrícula

* Se foi descomissionado ou realocado em cargo inferior

* histórico funcional (SISBB)

* se tem mais de 10 anos de comissão incluindo Gratificação de Caixa

* se está ou estava de licença saúde ou grávida no período da

reestruturação

 

O banco tem excluído a gratificação de caixa do cálculo da incorporação e nosso entendimento é que não poderia usar essa metodologia.

 

Exclusões

 

É importante esclarecer que a incorporação da gratificação pela média dos últimos 10 anos decorre da alteração pelo Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região da medida liminar concedida em Primeira Instância, em razão do mandato de segurança impetrado pelo banco.

 

De acordo com o entendimento do BB, os bancários que recebem atualmente remuneração maior do que a que resultaria com a incorporação da média dos valores recebidos nos últimos 10 anos serão excluídos do recebimento da incorporação.

 

O banco informou ainda que os bancários que já recebem a média das gratificações dos últimos 10 anos, em decorrência de outras demandas judiciais (pagas sob as rubricas 480 e 88) também serão excluídos da incorporação, assim como aqueles que receberam oferta de vagas mesmo que em locais mais distantes.

 

Serão verificados, também, os valores referentes à média calculada pelo banco para aferição da correção ou não do cálculo.

 

Do caráter provisório da decisão

 

É importante frisar que se trata de cumprimento de decisão liminar e, portanto, provisória.”

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BB anuncia mudanças em quadro, mas não reestruturação

Apesar da expectativa quanto ao anúncio de uma nova reestruturação no Banco do Brasil, a reunião do Conselho de Administração realizada nesta segunda-feira, dia 18, terminou apenas com algumas mudanças de cadeiras. Até então gerente executiva da instituição, Carla Nesi foi promovida à diretora de clientes. Simão Kovalski, que comandava esta área, migrou para a diretoria de reestruturação de ativos no lugar de Adriano Meira Ricci, que assumiu a diretoria de micro e pequenas empresas. Isso porque o responsável pela área, Edmar Casalatina, se aposentou. Ao que parece, nenhuma mudança mais profunda no BB deve ser anunciada em 2017. Rumores que circulam, principalmente, nos corredores do banco davam conta de possíveis enxugamentos no quadro de talentos e até mesmo um programa de demissão voluntária (PDV).

Conflito. A expectativa quanto a algum anúncio aumentou após o BB vetar a participação do conselheiro Fabiano Félix, eleito pelos trabalhadores para o colegiado, da reunião do Conselho. No entanto, há previsão legal para que o representante dos funcionários do banco não participe de discussão sobre temas de gestão de pessoas por conflito de interesse. Procurado, o BB não comentou.

Estadão Coluna do Broadcast · 19/12/2017
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Santander muda o pagamento para o dia 30


A partir de março 2018, o Banco Santander Brasil vai pagar seus empregados no dia 30 de cada mês. Esta comunicação feita pela representação do Banco no dia 12/12, em reunião realizada com a COE SANTANDER CONTEC, em São Paulo – Capital.

Na oportunidade, a CONTEC criticou a decisão autoritária e unilateral da empresa e afirmou que isso não ajuda manter a paz social no seio dos bancários do Santander e, que o Departamento Jurídico da Confederação está analisando a matéria para sugerir medidas de defesa de direitos e interesses dos trabalhadores.

Por outro lado, o argumento da instituição financeira de que é uma iniciativa para ajustamento ao E-Social, não convenceu a mesa da CONTEC, tendo em vista que outras grandes empresas, inclusive do sistema financeiro, continuarão a pagar seus empregados em datas anteriores ao dia 30 e nem por isso deixaram de cumprir adequadamente as determinações tributárias constantes do referido E-Social.

Na mesma assentada, o Banco transmitiu à COE CONTEC os 7 pontos do tema, já informados a Rede de Agências Santander, que são:

1 – Programação e ajustes de vencimentos de compromissos (contas de água, luz, telefone, colégio, despesas fixas etc…);
2 – Compromissos de produtos Santander, vencíveis ente 20 e 29, terão datas ajustadas automaticamente para o dia 30 quais sejam capitalização, crédito imobiliário, família crédito pessoal, renegociações e acordos, seguros e financiamento de veículos, mantidas as condições atuais, sem qualquer custo adicional;
3 – Cartões de crédito, financiamento de veículos (Financeira Santander), investimentos (depósitos poupança programada DPP, programação aplicação em fundos e previdência PGBL/VGBL não terão as datas alteradas automaticamente;
4 – Orientações devidas serão encontradas em intranet Portal RH;
5 – Datas de débitos de juros cheque especial serão alteradas automaticamente para o 1º de cada mês, a partir de 1º de fevereiro;
6 – Não poderão ser alteradas as datas de vencimento de consignado Samsung e consórcio;
7 – Produtos e benefícios com descontos feitos diretamente em folha, como crédito o consignado, previdência privada, assistência médica e odontológica, entre outros continuarão sendo debitados normalmente no demonstrativo de pagamento, sendo, a partir de março/2018, no dia 30.

O Sindicato dos Bancários de Marília e Região foi representado pelo diretor Marconi